Tag: zoom - Melhor Ângulo

Impressão minha ou as câmeras do tipo superzoom (ou bridges, ou mesmo semi-profissionais) têm ganhado cada vez mais espaço no mercado de fotografia? Isso provavelmente porque elas têm aquela cara de profissional e ainda sim são mais baratas. Mas atenção, quando eu digo cara de profissional, é só cara mesmo, porque a câmera superzoom fica bem encima do muro: tem mais recursos que uma compacta e menos que uma profissional. É uma boa opção (mas talvez não a melhor) para quem quer ter mais controle sobre as fotos e tirar menos dinheiro do bolso.

Na minha humilde opinião, as vantagens contra as compactas são poucas, pelo menos as que eu experimentei me deram resultados parecidos, apenas com uma qualidade melhor. Quando alguém me pergunta qual superzoom comprar, meu conselho é sempre que se for possível, junte mais um pouco e compre uma profissional de entrada, nem que seja um modelo mais antigo e que falte algum recurso que você não usaria muito, como criação de vídeos; o preço cai e muito.

Depois de ler a introdução da série que fala sobre 9 assuntos que você precisa saber antes de comprar qualquer câmera, vamos ver outros específicos das superzooms:

Prós e contras

Prós: Disponibiliza algumas opções manuais de abertura e velocidade, muito zoom, sensor um pouco maior que nas compactas e a maioria vem com encaixe para gadgets externos, como flash.

Contras: Não possuem lentes intercambiáveis, o autofoco pode não lidar bem com a grande variação no zoom, o flash acoplado quase sempre decepciona, é menor que a profissional mas ainda não cabe em qualquer lugar.

Zoom

A parte mais divertida de ter uma bridge é justamente poder brincar com o zoom que ela oferece, conseguindo enxergar coisas que estão muito longe (favor não usá-la para espiar a janela dos vizinhos). Hoje o mercado oferece de 20 a 45x de zoom em média. Para ter uma ideia de como isso é muito, lembre que as compactas oferecem apenas de 3 a 5!

Fabricante da lente

Acho que já deu pra perceber que a lente é a parte mais importante de uma câmera, né? Então além de verificar o quão longe ela alcança, confira também a fabricante, fique com as mais reconhecidas: Carl Zeiss, Leica, etc.

Estabilizador de imagens

É quase uma obrigação que a superzoom já tenha recursos como um bom estabilizador de imagens para as fotos não ficarem tremidas e borradas. O estabilizador pode estar localizado em dois lugares: na lente ou no sensor. O que fica na lente é mais eficiente, levando em conta que o do sensor geralmente se resume no aumento do ISO e da velocidade, o que pode não adiantar nada em lugares com menos luz.

Sensor

Existem dois tipos de sensores presentes nas câmeras hoje, o CCD e o CMOS. O primeiro aparece mais nas compactas, não é grande, mas faz fotos com mais nitidez e menos ruído em ambientes com pouca iluminação. O CMOS é bem maior (ponto pra ele), está na maioria das profissionais, captura cores de forma mais verídica, mas pode pecar no quesito nitidez e ruído. Aí vai depender do que você mais fotografa para fazer a escolha certa.

Gravação de vídeos

É sempre bom que sua câmera também faça vídeos, sempre tem aquela ocasião que você sabe que as fotos não vão ficar boas e é um alívio ter como recorrer à gravação de um vídeo para não perder nada. Confira se a câmera possui tecnologia Full HD (1080p) ou no mínimo HD (720p); são dimensões presentes em todos os cantos hoje, não dá pra ficar para trás.

Alguns detalhes que geralmente não fazem tanta diferença mas que podem importar pra você são o tamanho do LCD e o peso do equipamento, pergunte ao vendedor sobre esses itens.

Importante: Os modelos apresentados na imagem acima foram coletados de vários sites, tanto os que fazem comparações e reviews, quanto recomendações de usuários reais. Vale lembrar que nenhuma câmera foi testada pela equipe do Melhor Ângulo, são apenas referências para quem está totalmente perdido e não sabe por onde começar. Os preços são médias feitas com base na busca dos modelos no Buscapé, cada loja dará seu preço concreto.

Concordam que ultimamente o que mais tem é gente com semi-profissional na mochila? Gostaram das indicações? O próximo post da série vem para falar das desejadas DSLRs (ou se preferir, profissionais).

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Rob Senior

Todas as marcas de equipamentos fotográficos hoje têm uma infinidade de modelos de câmeras compactas disponíveis, e a cada semana (não exagera, Zé) eles lançam novos, com mais zoom, mais megapixels e novas funções que chamam atenção por parecerem super legais: detector de face, detector de sorrisos, preto e branco, fotos que parecem desenhos, etc. Agora, por que esse investimento pesado em novidades? Simples: o público alvo está nos usuários que não entendem absolutamente nada de fotografia, só querem mesmo apertar o botão e pronto. As funções divertidas entram para dar a sensação de que a câmera faz mais do que se espera. :)

A pessoa que escolhe comprar uma câmera compacta geralmente não procura qualidade profissional, ela quer mesmo é guardar fotos do aniversário, dos amigos, do dia-a-dia e da viagem, e não fazer books, ensaios ou postar no Flickr/500px. Não estou falando que quem tem uma compacta não pode postar suas fotos no Flickr (eu mesmo tenho muitas no meu), é claro que é possível ter capturas incríveis com esses modelos, mas leva experiência, bom gosto, noções enquadramento, bons ângulos e uma pós-produção que valorize.

Depois de ler a introdução da série que fala sobre 9 assuntos que você precisa saber antes de comprar qualquer câmera, vamos ver outros específicos das compactas:

Prós e contras

Prós: São pequenas, leves, práticas, baratas, ótimas para ambientes ao ar livre (muita iluminação), consideráveis opções de sensibilidade (ISO) e nenhum ladrão vai se interessar em roubá-la, porque de lucro não vai ter nada.

Contras: Não dão conta do recado em lugares com menos iluminação, até dentro de casa no dia mais ensolarado você provavelmente vai precisar usar flash pra estabilizar as imagens. O modo manual é geralmente muito limitado (raramente oferecem configurações de abertura e velocidade), o flash é ou muito forte ou muito fraco e o sensor é muito pequeno para aguentar a quantidade de megapixels exagerada que o mercado oferece.

Zoom

Escolha câmeras com zoom óptico de no mínimo 3x, esqueça o zoom digital (como vimos na introdução) e fuja das que não disponibilizam nenhum deles, você pode achar que zoom nem é tão importante mas quando precisar e não tiver, não vai poder se lamentar.

Lente com bom ângulo de visão

Como as compactas são muito usadas para fotos em família e com amigos, as lentes precisam dar conta de “pegar” todo mundo na foto; para isso, o ângulo de visão da câmera precisa ser mais largo. O ideal é que o valor da distância focal esteja entre 24 a 28mm (escrito na lente), muitas câmeras estão se adaptando a esses valores. A maioria dos modelos fica na faixa dos 35mm, que também não é ruim, você só vai precisar andar um pouco mais para trás para conseguir encaixar todo mundo no clique.

Modo manual

Dê preferência para as câmeras que possuem controles maiores de abertura, velocidade, ISO, etc, porque mesmo que agora você só queira apontar e clicar, um dia pode cansar dos resultados automáticos e querer trabalhar um pouco mais nas fotos. Poucas compactas oferecem essas opções, e quando oferecem, encarecem um pouco; mas não custa pesquisar sobre.

Estabilizador de imagens

Eu disse lá nos contras que por mais que você esteja no seu quarto num dia super ensolarado, sua câmera pode pecar e deixar a foto tremida. Um bom estabilizador de imagens pode resolver o problema, mas não se engane, ele tem um limite, não há estabilizador em compactas que consiga parar uma criança dançando freneticamente numa festinha à noite (por exemplo) sem o flash pra ajudar.

Gravação de vídeos

É sempre bom que sua câmera também faça vídeos, sempre tem aquela ocasião que você sabe que as fotos não vão ficar boas e é um alívio ter como recorrer à gravação de um vídeo para não perder nada. Confira se a câmera possui tecnologia Full HD (1080p) ou no mínimo HD (720p); são dimensões presentes em todos os cantos hoje, não dá pra ficar para trás.

Funções legais

Foco automático no rosto, disparo ativado por sorrisos, GPS, Wi-Fi e tela touch screen são alguns dos recursos atrativos que as câmeras vem trazendo para te conquistar. O primeiro é muito bom, o segundo é dispensável, o terceiro pode ser muito útil e os dois últimos são comodidades, mas se você pode, por que não? Só não deixe tudo isso se sobressair sobre os fatores que definem de fato uma boa foto.

Alguns detalhes que geralmente não fazem tanta diferença mas que podem importar pra você são o tamanho do LCD e o peso do equipamento, pergunte ao vendedor sobre esses itens.

Importante: Os modelos apresentados na imagem acima foram coletados de vários sites, tanto os que fazem comparações e reviews, quanto recomendações de usuários reais. Vale lembrar que nenhuma câmera foi testada pela equipe do Melhor Ângulo, são apenas referências para quem está totalmente perdido e não sabe por onde começar. Os preços são médias feitas com base na busca dos modelos no Buscapé, cada loja dará seu preço concreto.

Gostaram das indicações? Tentei deixar claro o suficiente para quem não tem tanta noção de fotografia e procura apenas uma boa compacta. O próximo post da série vem para falar das superzooms (conhecidas também como bridges). :)

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Emily Cain

Um blog como o Melhor Ângulo, que tem como assunto principal a fotografia, precisa ter um post completo que ajuda os leitores na hora de comprar uma nova câmera, certo? Eu já escrevi sobre o assunto antes, mas nada muito definitivo ou que tivesse todas as informações essenciais, tanto que continuei recebendo dúvidas sobre esse assunto. Resolvi então trabalhar nessa série que começa hoje com uma introdução e que vai continuar sendo intercalada com novos posts.

Seguem 9 itens que você precisa saber antes de comprar qualquer câmera, da compacta de R$300,00 à profissional de R$5000,00.

Qual é a sua necessidade?

A primeira coisa que você deve se perguntar é: “De qual tipo de câmera eu preciso? Uma compacta, uma superzoom, uma DSLR ou uma mirrorless?” Para responder, você vai precisar sentar e rever seus objetivos:

Se você quer apenas fotografar o dia-a-dia, os amigos e as viagens sem precisar conhecer muito sobre fotografia, escolha as compactas, também conhecidas como câmeras point-and-shoot. Elas são práticas, rápidas, pequenas, leves e baratas, geralmente usadas no modo automático.

Se você quer fazer as mesmas coisas, mas se interessa em aprender um pouco mais sobre fotografia e não esperar que a câmera faça tudo sozinha, compre uma superzoom (ou bridge). Mas cuidado, o corpo preto e maiorzinho engana, muita gente sai da loja pensando que comprou uma DSLR. Na verdade, a superzoom é uma compacta disfarçada, que se diferencia nas não muitas configurações manuais, qualidade de imagem um pouco melhor, e muito zoom óptico.

Agora, se você é apaixonado por fotografia e que explorar esse mundo mais adentro, comprar lentes diferentes com o tempo para aperfeiçoar seu trabalho, ter controle total das configurações manuais da câmera e ainda fotografar com muito mais precisão, a melhor opção é uma DSLR, também conhecida como profissional (de entrada ou mais avançada).

E ainda existem as câmeras mirrorless (sem espelhos em português). Esse tipo de câmera foi lançado recentemente e une características das compactas e das DSLRs. Das compactas, elas herdaram o tamanho e a visão apenas pelo LCD (o mecanismo de espelhos é que daria a opção de fotografar olhando no viewfinder). Das DSLRs, os sensores maiores, a qualidade de imagem e lentes intercambiáveis, o principal atrativo.

Quer pagar quanto?

Depois de definir seus objetivos com a nova câmera, pense no dinheiro que tem, afinal, planos nem sempre se encaixam na situação financeira de cada um, e logo, você vai precisar ir com calma. As câmeras compactas estão saindo numa média de R$200,00 a R$700,00; as superzooms, de R$700,00 a R$1300,00; e as DLSRs, de R$1300,00 (as de entrada) para cima.

Meu conselho é que você não compre uma câmera pior só porque tem menos dinheiro no momento. Junte, parcele, faça vaquinha, mas compre a câmera que você realmente quer para não se arrepender e se frustrar depois.

Megapixels não são tão importantes

Os megapixels definem as dimensões da foto em altura e largura, ou seja, quanto mais megapixels forem usados para tirar a foto, maiores serão as dimensões, e consequentemente, maior o espaço que ela vai ocupar no cartão de memória e no computador.

Quando colocamos o máximo de megapixels pra tirar nossas fotos, é como se estivéssemos dizendo para a câmera: “Deixa essa foto bem grandona porque depois eu quero mandar imprimir em tamanho gigante pra colar na minha parede, ok?”. Se suas fotos vão acabar apenas no Facebook ou em porta-retratos 10×15, não há necessidade de utilizar o máximo de megapixels que sua câmera oferece.

Também não adianta ter 300 milhões de megapixels se o sensor da câmera não tiver tamanho proporcional, for pequeno demais. Resultado: ele não vai lidar muito bem com essa quantidade de megapixels e a foto no seu tamanho original vai pecar em qualidade. Grandes lojas de eletrodomésticos, móveis e os próprios vendedores adoram falar desse recurso como se fosse a única coisa importante no equipamento; não se deixe enganar, uma câmera de 8 megapixels pode ser muito melhor que uma de 16.

Zoom óptico e zoom digital são coisas bem diferentes

Se você liga bastante para o zoom, fique atento ao dois tipos existentes: o zoom óptico, também conhecido como zoom verdadeiro, é criado através do mecanismo da lente e não diminui a qualidade no resultado, o que acontece no zoom digital, que equivale a aumentar a foto no Photoshop: foto pixelizada, qualidade ruim, tudo errado.

A lente é tudo

Mesmo comprando uma compacta ou uma superzoom, câmeras que não possibilitam a troca de lentes, você precisa estar atento às lentes que já vêm acopladas. Pesquise: elas devem ter qualidade de fabricação, oferecer zoom óptico e uma boa distância focal (que vai possibilitar fotografar no modo macro, por exemplo).

Nas profissionais o cuidado é totalmente indispensável, não adianta pensar só no corpo da câmera, porque sem lente nada acontece. Inclusive, quando dinheiro for um problema, prefira uma lente melhor do que um corpo mais recente, vai por mim.

Vá de modo manual

Todas as câmeras possuem diversos modos para determinadas situações como noite, sombra, flores, fogos de artifício, neve, etc. No modo automático (geralmente sinalizado com a sigla AUTO ou uma câmera verdinha), a câmera adapta todas as configurações ao ambiente, escolhendo por você qual é a melhor forma de fotografar.

Mas estamos falando de uma máquina, e nem sempre ela é tão inteligente, por isso o modo manual (presente nas câmeras mais avançadas) é o queridinho dos mais experientes. Com ele, você de fato monta a fotografia, exerce todo o seu conhecimento. O trabalho do verdadeiro fotógrafo é feito usando o modo manual, em conjunto, claro, com outros fatores como enquadramento, ângulo e iluminação.

E qual é a melhor marca?

Com o dinheiro em mãos e a ansiedade à flor da pele, é hora de pensar na marca. Não é surpresa que Canon e Nikon estejam empatadas na preferência quando o assunto são as DSLRs. Sony, Fujifilm, Samsung, Panasonic e Olympus são mais conhecidas no ramo das compactas, e bem, as superzooms variam nessa história toda. Aí vai do que você conhece sobre cada uma, com qual teve mais contato e como anda seu ânimo para experimentar e escolher qual será a marca da vez. Só sugiro que não apele para as desconhecidas ou com má fama, evite frustrações futuras desde já.

Leia reviews

Muitas pessoas não se dão ao trabalho de pesquisar antes de vir com sede de respostas nos e-mails e nos comentários dos blogs de fotografia. Não que não seja um prazer responder dúvidas, mas antes tem que batalhar, minha gente! :)

Alguns bons sites de reviews são: DpreviewSteve DigicamsCamera Versus Camera (corre que é em português!), Digital Camera e Snapsort. Também rolam algumas no site da revista Info Exame, vale dar uma olhada.

Fique de olho nas lojas

Por último, um critério que não dá para esquecer: a loja escolhida para a compra. Se você quer avaliar as câmeras pessoalmente, pesquise pela melhor loja especializada em fotografia na sua cidade: dá pra pegar, testar e até mexer um pouquinho, muito menos medo na hora da compra.

Se por preferência ou falta de opção você optar por comprar na internet, eu indico o Buscapé porque ele agrega centenas de lojas e ali mesmo você consegue ler as avaliações de cada uma e decidir qual delas é a mais confiável!

Essas foram minhas dicas gerais! Seguindo esses 9 pontos a risca, você consegue chegar a uma câmera legal, seja compacta, superzoom, DSLR ou mirrorless. Os próximos posts da série vão esclarecer mais detalhadamente tudo sobre cada tipo de câmera e vou vir ainda com alguns modelos e preços como referência.

Todos os posts da série poderão passar por alterações e upgrades com novas informações com o tempo, para se manter atualizado, siga o Twitter do blog e curta a página no Facebook. :)

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Enfim, o último post da série. Eu não sei se devia ter falado de distância focal antes, mas de qualquer forma, agora não tem mais volta, né? Ainda vou ver se tem mais alguma coisa básica para ser explicada. Se sim, eu monto um post novo ou atualizo outro que tenha relação, ok?

Vamo lá. A distância focal de uma lente é uma variável medida em mm (milímetros) tão importante quanto a abertura de seu diafragma; ela basicamente define o quanto a câmera vai conseguir capturar de uma cena. Quanto menor o valor da distância focal, mais detalhes vão ser capturados no resultado final, e assim o contrário. Aí a gente esbarra um pouco com os tipos de lentes existentes. Ó só:

Uma lente básica e considerada “normal” é a 50mm, porque é a que mais se aproxima do ângulo de visão humano, logo, ela acaba sendo ótima para retratos, fotos de pessoas em geral, animais de estimação, objetos.

A lente grande-angular é a que tem um ângulo de visão maior do que o do olho humano, “pega” mais informações nas laterais e por isso acaba sendo perfeita para fotos de paisagens, arquitetura, etc. O problema desse tipo de lente é que ela distorce um pouco a cena, então evite fazer retratos com ela se não quiser um nariz e testa maiores do que o normal. É intenção? Manda ver!

Vale lembrar que nem toda grande-angular distorce tanto as imagens, a 35mm é um exemplo. Pra compensar, tem aquelas que distorcem e muito, como a famosa fisheye, considerada até uma super-angular por conta das capturas em 180º. Lentes 17 e 24mm são bons exemplos de grandes-angulares “normais”.

Agora as tele-objetivas, são as que têm ângulo de visão menor que o do olho humano, elas aproximam mais as cenas conseguindo capturar detalhes mais isolados. São ótimas para fotografar animais selvagens e até mesmo pessoas, quando precisam ficar muito distantes. Exemplos: lentes 70, 105, ou 200mm.

Quer entender tudo de uma vez por todas? Olha essa simulação:

Existem muitos modelos de lentes que vão de Xmm a Ymm, ou seja, não são fixas, não possuem apenas uma distância focal disponível; elas são as lentes do tipo zoom. Apesar de caras, são sempre muito versáteis para quem não quer ficar trocando de lente o tempo todo, principalmente quando você precisa pegar aquele momento ali, na correria.

Entenderam como funciona? Entenderam como tudo na série funciona? Gostaram dos posts? Pois é, eles terminam por aqui. Como prometi, vou montar com calma depois um arquivo PDF com todas as partes e disponibilizar para download, prometo que não vai demorar!

Já tenho uma nova série em mente, e dessa vez vai ter mais relação com fotografia analógica, que tal? ;)

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