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É como um desafio escolher um bom filme, mas é gratificante quando pegamos aquele que é ao mesmo tempo divertido, adorável e, principalmente, honesto. Foi assim que eu me senti quando, entre várias opções, escolhi (500) Dias Com Ela no inicio de 2011: grato pela lição e pelos bons momentos.

No filme de estréia do diretor Marc Webb, Tom (Joseph Gordon-Levitt) é um romântico miserável que tenta descobrir o que deu errado em seu relacionamento com Summer (Zooey Deschanel). A partir de suas conclusões ele redescobre as suas verdadeiras paixões e cria novas concepções para a sua vida. E parte daí o ponto alto do filme que abre espaço para nos identificarmos com a história: muita gente já deve ter passado por aquele momento infortúnio após um relacionamento acabado onde ficam horas relembrando os momentos compartilhados para buscar respostas. De qualquer forma, nunca foi o meu caso, mas tive várias outras oportunidades pra encontrar um espaço pra mim no filme.

Por trás de um roteiro bastante simples há muitos outros aspectos atraentes nessa história. O maior deles é a falta de uma ordem cronológica definida, que é uma boa escolha por não nos deixar decepcionar com os acontecimentos posteriores, como se já esperássemos aquilo, e por apresentar os acontecimentos como um contraste imperfeito de lembranças boas e ruins. Mas o mais importante é o carisma de Joseph Gordon-Levitt e o triste olhar vago que vai surgindo em Zooey Deschanel conforme sua personagem se descontenta com o relacionamento.

Realçado pela trilha sonora bem adequada e emocionante (e as musicas são realmente boas), (500) Dias Com Ela é também uma confusão de estilos, as vezes usando técnicas de documentários, até implantando uma cena musical vergonhosa em outro momento – que somadas a algumas piadas infelizes afetam um pouco o filme. Mas é tudo em prol do sentimentalismo, da definição do amor e do argumento do filme: o amor realmente existe? Somos mesmo destinados a uma pessoa aleatória no mundo? Enfim, opiniões pessoais a parte, são esses pensamentos que encorajam a reflexão e que nos fazem encontrar no filme uma sincera opinião sobre a sensibilidade romântica moderna.

No mais, (500) Dias Com Ela é uma das melhores comédias românticas – e a minha preferida – dos últimos anos. Se você ainda não a assistiu, eu recomendo, e se já assistiu comenta aí o que achou!

Opinião do Zé

Não entendo nada de cinema como o Nivaldo, meus amigos da faculdade e etc, mas é impossível não recomendar o filme pra Deus e o mundo: é de te deixar prestando atenção do início ao fim, a cronologia, o “Expectations – Reality”, o final irônico do Tom, a trilha sonora, e apesar de #tensa não tem como não rir do número musical no meio do filme, concordam comigo?

Vocês podem encontrar mais informações sobre o filme no site oficial e na página do filme no IMDB.

Obs.¹: O filme foi lançado em 2009.
Obs.²: Recomendo o Joseph Gordon-Levitt como cantor; ele tem poucas musicas gravadas oficialmente, mas no YouTube dá pra encontrar várias – ele tem um ótimo gosto musical.

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Sou assumidamente influenciável quando o assunto é séries. Depois dos muitos elogios feitos pela Gabi numa resenha para o We Like Nerds, eis que comecei a ver Don’t Trust the B—- in apartament 23 já esperando coisa boa, e mais do que isso, achei a série ótima.

June é a típica garota do interior que vai para Nova York tentar uma carreira bem sucedida. Só que tudo dá errado logo no primeiro dia de trabalho e ela perde o emprego e de quebra, o apartamento concedido pela empresa. Obrigada a procurar uma roommate, June passa por inúmeras entrevistas, mas é na casa de Chloe que ela se empolga toda, principalmente porque James Van Der Beek – o ator de Dawson’s Creek – é amigo da dita cuja.

Chloe é a bitch da história. Oportunista, dissimulada, sem coração, mas impossível de se odiar, ela exige que os novos colegas de quarto paguem o primeiro e o último mês de aluguel adiantado, assim ela pode fazer da vida deles um inferno e ficar com o dinheiro todinho quando desistem de viver ali. Só que June, mesmo toda certinha, consegue passar uma rasteira (essa expressão ainda existe?) em Chloe e se torna digna de morar no apartamento 23. Mas isso não quer dizer que as dores de cabeça terminaram. Essa é a hora que você corre pra baixar.

Coisas que me fizeram adorar a série:

1) O jeito despretensioso, descontraído, sarcástico e tô nem aí pra nada da Chloe;
2) A participação de James Van Der Beek vivendo ele mesmo na luta para se livrar do papel de Dawson que o consagrou como celebridade;
3) Os cortes para mostrar alguma coisa que acabou de ser dita no diálogo ou outras cenas como essa, com os efeitos sonoros, etc;
4) Apreciar as dadas com os burros n’água de June, que insiste em confiar em Chloe em alguns momentos, mesmo sabendo do que ela é capaz.

Não encontrei um vídeo legendado, mas vejam o trailer:

Eu baixo a série lá no Séries TVix. Ela está atualmente na 2ª temporada (a 1ª teve poucos episódios) e anda cada vez melhor! Gostaram da indicação? (:

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As aulas do segundo semestre da faculdade terminaram em dezembro do ano passado, e assim que eu voltei pra minha casa em Cataguases, baixei o piloto de The O.C. por curiosidade, já que me disseram (oi Gabi) em Juiz de Fora que era certeza que eu ia gostar e eu vivia vendo fotos e gifs no Tumblr com os atores. Não deu outra. Terminei a série no último sábado com o coração na mão e dizendo com todas as letras que é minha segunda série preferida, deixando pra trás The Big Bang Theory mas não tirando o primeiro lugar de Friends, é claro.

The O.C. é de Josh Schwartz, mesmo criador dos sucessos Chuck e Gossip Girl, e durou 4 temporadas, de 2003 a 2007. Se inicia contando a história de Ryan Atwood (Benjamin McKenzie), adolescente nascido numa família problemática envolvida com prisão, brigas e bebida, o que o influencia a roubar um carro com seu irmão e os dois acabam presos. Ryan por ser menor de idade consegue responder em liberdade e quem faz sua defesa é Sandy Cohen (Peter Gallagher), defensor público casado com Kirsten (Kelly Rowan) e pai de Seth. Seth (Adam Brody) é apaixonado por Summer (Rachel Bilson) (que sequer sabe quem ele é) e vizinho de Marissa (Mischa Barton), a drama queen destinada a ser par de Ryan no enredo. Resumindo, a história que se passa em Newport Beach, Orange County (O.C.), onde os ricos e milhonários vivem, mostra o quanto a vida daquelas pessoas mudará com a chegada de um garoto ex-presidiário e sem esperanças de vida.

O que me conquistou nisso tudo? Primeiro, o roteiro bem original em relação a tudo que eu já tinha visto. Segundo, os personagens com personalidades bem definidas e que deixam a gente apegado de verdade. Terceiro, o drama. Quarto, o humor. Ah, o humor. Os melhores momentos, as melhores cenas estão aí, sem sombra de dúvidas. Quarto, as memórias que a série deixa depois te terminar: o Chrismukkah do Seth, o “Ew” da Summer, a regata branca do Ryan, as bagels do Sandy, a pool house, o jeito de andar da Kirsten, o “Whatcha say” na cena do Trey, é muita coisa! E por último, a trilha sonora, cheia de rocks leves e jovens. Ela é considerada uma marca da série por quase todos que já assistiram, nunca vi ser tão boa e se encaixar tão bem nas cenas, nos plots, em tudo.

Se você não assistiu à todos os episódios, talvez não seja boa ideia ler mais nada daqui pra frente. É desses que não ligam pra spoliers? Então…  Continue Lendo

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