Tag: iso - Melhor Ângulo

Vocês devem estar cansados de ver posts desse tipo só da Zenit, né? Ou não? Hahaha. Dessa vez eu demorei muito para mostrar pra vocês, tenho as fotos desde o início de dezembro e elas foram tiradas de setembro a novembro! Acho que com a correria dos últimos meses do ano, esqueci várias vezes a câmera num canto e por isso as poses não terminavam, coisa que geralmente acontece em duas semanas.

Usei o tradicional Kodak ColorPlus ISO 200, já tinha comprado um reserva e usei ele mesmo, apesar da minha vontade de testar outras marcas e modelos. Me decepcionei um pouco porque não saíram tantas fotos legais como nos dois primeiros filmes, o motor da câmera está começando a dar um probleminha que me faz perder muitas exposições, mas adorei algumas em especial, como a do meu pai no volante, meus sobrinhos dormindo e a das espigas em cima da pia, mesmo toda ferrada pela luz.

Como sempre faço, coloquei todas as fotos – inclusive as erradas e repetidas – em tamanho menor para não perder a graça quando aparecerem tratadas e grandonas lá no Flickr. Espero que gostem, me contem o que acharam! :)

(4) Adorei! (6) Essa cena acontece todo dia (7) Pequenininha (8) Estante velhinha da sala (9 e 10) Mexe mexe corre corre fala fala (11) Ainda me pergunto de que ângulo tirei essa foto.

(1) Minhas poucas coisinhas (2) Adorei como a cor do céu ficou (3) Gostei desse ângulo (4) Bulb fail (7) Minha cunhada grávida da minha segunda sobrinha e fotografada pelo meu irmão. Gostei muito, mesmo fora de foco. (8) Oin oin (10) Cores apagadas. <3

(2, 3 e 4) Repetidas e idênticas (5) Luz fail (6) Fim de filme, desfocada. ):

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Três meses atrás eu comprei uma Zenit 122 no impulso (não que eu tenha me arrependido) e fotografei durante duas semanas meu segundo filme com ela, de novo um Kodak ColorPlus ISO 200. Saíram 27 das 36 fotos e eu fiquei super feliz com o resultado, principalmente porque dessa vez não pedi revelação + impressão, e sim reveleção + digitalização.

O que isso tem a ver? No momento eu não tenho tanto interesse em ter as fotos impressas no papel, apesar de achar indispensável como forma de preservar a memória. Mas como eu uso muito mais a forma digital, pedi para fazer a digitalização do filme, o que saiu mais barato (R$14,00 + R$1,50 o CD) e a qualidade ficou perfeita, deixou no chinelo minhas outras fotos analógicas digitalizadas na minha multifuncional!

Estão aí, em miniatura pra não perder a graça quando irem para o Flickr.

(3) Pezim de mãe; (4) Estudar um pouco, né? Versão Instagram aqui; (6) Pé do Zé domingo de manhã; (8) Acordando.

(1) Light leak, aí sim! (2) Não há velocidade que pare essa menina; (4) Extravagância, porque eu sou pobre e mesmo o pequeno é caríssimo; (5) Minha preferida do filme! (6) Versão Instagram aqui; (8) Grade da minha primeira escolinha, cores de infância.

Gostaram, pessoal? (:

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Preciso confessar que há uns 2 anos eu não ligava para a opção ISO no modo manual da câmera. Achava inútil, sempre deixava no automático, pensava que o equipamento sempre acertava, pelo menos nesse aspecto. Me enganei. Quando comecei a ler mais sobre fotografia, descobri que muitas vezes aqueles resultados frustrantes tinham origem no maldito ISO automático que a câmera dizia ser o ideal para a foto sair perfeita. E não era. Continuemos nossa série pra entender como ele funciona!

Bom, o ISO (sigla de International Standards Organization) é uma variável tão importante quanto a abertura do diafragma e a velocidade do obturador, itens que você já leu aqui e aqui. Ele mede a sensibilidade do sensor (fotografia digital) ou do filme (fotografia analógica) à luz. É bem assim: quanto mais sensível (ISO maior), mais o mecanismo da câmera se esforça para captar informações em uma cena; por isso aumentamos o ISO em ambientes mais escuros, porque a câmera precisa de uma força extra para “enxergar” melhor! E quanto menos sensível (ISO menor) o sensor ou filme for, mais iluminação é necessária na cena, já que a câmera nesse caso não recebe uma exigência tão grande para fazer a foto.

Configurar o valor certo do ISO na câmera é a coisa mais simples do mundo: você precisa observar como está a iluminação do ambiente e a sua situação como o “fotógrafo” do negócio. Por exemplo: um tripé estabiliza a câmera e impede aqueles tremidos chatos, certo? Com essa carta na manga, você já vai poder diminuir a velocidade do obturador (deixar mais luz entrar) e consequentemente, não vai precisar colocar um ISO muito alto, porque não vai precisar compensar a falta de luz. Legal, né?

Mas calma que nem tudo são flores. Enquanto o ISO vai aumentando, o ruído aumenta junto. Ruído são aqueles pontinhos estranhos que insistem em aparecer principalmente nas fotos noturnas. Agora você entende o porquê: com a falta de luz, a pessoa ou o modo automático da máquina determinou que um ISO alto era preciso. Com a escuridão, as informações de luz e cores captadas pela câmera não eram muito concretas e nítidas, o que gerou os famosos pontinhos do ruído! Viu a diferença na comparação aí em cima?

E da mesma forma que uns odeiam, outros amam e até usam o ruído como estilo; um exemplo é essa foto de uma sessão de fotos da Katy Perry para a Interview: é clara a intenção do fotógrafo de usar o ruído para intensificar a sensação de outra época do editorial, afinal passado = fotografia analógica, que tem o ruído como uma de suas características.

Enfim, o mais importante de tudo é equilibrar abertura, velocidade e ISO de forma que o fotômetro zere, indicando que você já pode clicar! É tudo questão de avaliar o contexto da foto e compensar a luz da melhor forma configurando essas três principais variáveis. Não é tão difícil, vai.

O que acharam? Qualquer dúvida é só comentar, ok? O próximo post será sobre Balanço de brancos, não suma do M.A. para não perder!

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Como eu contei pra vocês nesse post, comprei uma Zenit 122 no início de maio e fotografei durante 10 dias com um filme Kodak ColorPlus ISO 200. Sexta passada deixei ele numa das três lojas de fotografia aqui em Cataguases (sim, só três) e eles me entregaram tudo terça-feira, já que o serviço é terceirizado. Saíram 33 das 36 fotos e eu fiquei bem satisfeito com o resultado, mesmo sendo meu primeiro filme com a câmera, ou seja, na ansiedade de terminar o filme, as cenas foram bem do cotidiano mesmo, a maioria aqui em casa e algumas no meu trajeto pro trabalho.

Não briguem comigo, mas fiz miniaturas de tudo pra não pesar o post e principalmente pra não perder a graça quando eu postar no Flickr, né? Coloquei todas as fotos, das minhas favoritas às com foco mal feito, as de teste e as repetidas. Ah! E elas estão na ordem em que foram tiradas. Espero que gostem!

Fail pra foto do gato que ficou totalmente sem foco. Ainda tiro fotos de gatos, acho bem daquelas fotos carta na manga, 90% de chances de saírem boas. O cachorro estava dormindo no jardim de uma casa abandonada, vi quando estava voltando do trabalho e ele nem me viu tirar a foto de tão pesado que estava o sono! O senhor das mexericas é meu pai, by the way. (:

Trêm barulhento, sô! Mas sempre gostei dele, me pego contando os vagões toda vez! Não reparem nas duas fotos do telefone, fiz quase sem olhar no visor e uma delas até que ficou boa!

Minha sobrinha dominou essas aí em cima. Sinceramente, não sei como consegui arrancar um segundo de pausa dela com seus afazeres (mexer nas minhas coisas e nas rosas cheias de espinhos).

As quatro primeiras estão incluídas nas minhas favoritas, principalmente a dos sapatos na janela. A da cama foi pra testar as baterias do fotômetro, veja só a bagunça, foi num dos dias que eu passei mal. Fiquei surpreso da última ter saído, as últimas fotos dos meus filmes nunca saem!

Minha impressão geral do resultado foi muito boa, gostei das cores, do foco da lente, e esse filme é realmente muito bom, sensibilidade 200 é tipo pau pra toda obra! Quem me segue no Twitter viu que fiquei orgulhoso mesmo foi de ter conseguido configurar velocidade e abertura direitinho mesmo sem fotômetro (os leds não estão funcionando, preciso arrumar) e LCD! Sinal que as aulas da Gleice na faculdade surtiram efeito (mesmo ela não sendo muito generosa na minha nota).

Mas e aí, gostaram? Quais foram suas favoritas? Compartilhem comigo!

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