Tag: infância - Melhor Ângulo

Robin Williams RIP

No último domingo o mundo recebeu a triste notícia da morte de Robin Williams, um dos maiores nomes do cinema norte-americano, principalmente quando o assunto é comédia. O ator fez parte da infância da maioria das pessoas nascidas nas décadas de 80 e 90 (da minha inclusive) e seu bom humor e carisma vão fazer muita falta. Resta tentar aliviar as saudades com as relíquias que ele deixou em nossas mãos, e é de três deles que eu vou falar hoje

Uma Babá Quase Perfeita

Esse filme é um clássico da Sessão da Tarde e sempre que passava eu corria pra assistir de novo! É um desses filmes que têm uma atmosfera de magia, que mexe com a imaginação, algo que também aparece em outros títulos dos anos 90 (como Matilda, As Namoradas do Papai e Esqueceram de Mim) e que só podem ser traduzidos em: infância. Sinto falta de quando roteiros como o de Uma Babá Quase Perfeita eram levados a sério. Acho que hoje algo assim resultaria em algo muito ridicularizado e caricato, e com certeza dariam um jeito de encaixar diálogos recheados de besteirol.

Nem preciso dizer que Robin é maravilhoso no filme e tira a Sra. Doubtfire de letra, com atuação que merece ser destacada e figurino feat. maquiagem incríveis!

Jumanji

Lembro até hoje que assisti Jumanji pela primeira vez quando minha amiga levou uma fita cassete alugada lá em casa dizendo que o filme era muito legal! Confesso que na ocasião fiquei um pouco assustado com todas aquelas situações bizarras que os personagens precisam enfrentar e cheguei até a ter pesadelos na época, mas mais crescidinho enxerguei o quanto Jumanji é demais!

Williams faz o protagonista Alan, que quando criança descobre um jogo de tabuleiro num velho baú e chama sua amiga Sarah para uma partida. A partir daí é, digamos, um pouco difícil parar de jogar. Mas ó, se alguém encontrar o Jumanji em algum rio por aí, pode me chamar pra tentar uma partida que eu topo hein!

O Homem Bicentenário

O Homem Bicentenário tem bem a cara da virada do milênio, com toda a temática tecnológica e futurista. Mas se engana quem pensa que se trata de um filme sério e cheio de efeitos especiais. O filme é do mesmo diretor de Uma Babá Quase Perfeita, e o bom humor está novamente lá. Robin faz o robô Andrew, que em determinado momento de sua “vida”, passa a desejar ser um humano como outro qualquer, e para isso precisa passar por uma transformação para ficar pelo menos parecido com um. Minha fascinação na época foi justamente com o lado robótico da coisa, achava incrível e morria (ainda morro) de curiosidade para saber como fizeram as gravações!

É isso, esses foram os filmes de Robin Williams que mais marcaram a minha infância e que vão continuar presentes na minha vida por muito tempo, não importa a minha idade. Vale lembrar que ele também esteve nos aclamados Sociedade dos Poetas Mortos, Aladim, Gênio Indomável, Flubber, Patch Adams e Amor Além da Vida. O que acham de organizarem uma maratona com os amigos pro fim de semana? :)

Saudades desde já, Robin! <3

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Em algum momento desse fim de semana eu estava lendo sobre a campanha “Eu quero sua câmera velha“, do Queimando Filme e me toquei que eu nunca tinha falado direito sobre minhas duas câmeras “de gaveta” aqui no blog. Pronto, pauta de segunda na mão!

Se você nasceu no início dos anos 90 (ou antes disso), com certeza sua família tinha uma câmera analógica que era levada para todas as viagens e registrava todos os momentos mais legais dos fins de semana. Comigo não foi diferente; minha mãe sempre tomou a iniciativa de fotografar meus irmãos e eu desde bebês, enquanto meu pai nunca ligou pra isso, hehe. Um pouco antes de eu nascer, ela comprou nossa primeira câmera (antes disso as fotos eram feitas com câmeras emprestadas), uma Kodak preta que foi roubada quando eu tinha uns 5 anos, então eu nunca pude saber o modelo para pesquisar sobre ela hoje, e quem disse que alguém aqui em casa lembra? Quando a câmera foi roubada, minha mãe comprou uma bem baratinha, e uns anos depois, depois de alguns defeitos, uma terceira, também baratinha, que eu tenho aqui comigo: a Tron Linea.

Em 2009, fascinado pelo mundo analógico, eu queria voltar a fotografar com filme. Mas só em 2010, eu peguei emprestada a Yashica MG-3 da minha amiga (ela me deu de presente depois, valeu de novo friend!) e não quis deixar o filme de lado nunca mais! Tá que até hoje eu só fotografei 4 rolos (tô no 5º), por falta de dinheiro tempo e criatividade, mas eu tô só começando, me deixem! AUISHDSDF

Vocês têm essas câmeras analógicas jogadas no fundo da gaveta? Quais os modelos? Tá na hora de comprar um filme e botar todas pra trabalhar, coitadas, tão pedindo por carinho!

Pra terminar, algumas fotos feitas em 2010 e no início de 2011 com a Yashica MG-3.

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Uma vez por semana o Melhor Ângulo traz um post de inspiração para determinado tema, que pode ser sugerido por vocês aí em baixo nos comentários,  por email ou nas redes sociais do blog. Posts assim treinam seu olhar para a fotografia e te fazem adquirir cada vez mais bom gosto com o tempo, acredite. O tema de hoje é “crianças”, inspirado nos meus dois sobrinhos lindos.

As fotos são sempre ou quase sempre retiradas do Flickr e estão com seus respectivos links caso queiram vasculhar pelas galerias dos fotógrafos! Olha só:

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