Tag: indicação - Melhor Ângulo

Nas raras vezes que eu posto uma selfie no Instagram, alguém me pergunta sobre meus óculos. De onde são? Qual o modelo? Foi barato? Acho que com o tempo eles acabaram virando parte de como as pessoas se lembram de mim, e eu particularmente curto muito isso (identidade é tudo, minha gente). Mas antes de falar sobre todos eles aqui no blog, quero contar sobre minha experiência adquirindo meus últimos óculos com o serviço de lentes da Lenscope.

Lenscope Melhor Ângulo

Basicamente, a intenção da Lenscope é mudar totalmente a forma como as pessoas compram lentes aqui no Brasil. Sério, eu, como um belo exemplo de recém-adulto, detesto resolver coisas que quebram minha rotina, e fazer todo aquele processo de comprar armação, procurar a ótica que tem o melhor preço, decidir a lente, aparecer lá várias vezes e ainda pagar caro… Ninguém merece, sabe? A gente gosta é de coisa barata e que dá pra resolver pela internet, bem quietinho em casa.

A proposta da marca parece até utópica: oferecer tratamentos essenciais como antirreflexo, antirrisco e proteção UV 100% em lentes mais baratas, resistentes, leves e duráveis, para baixo ou alto grau. Tem também as lentes fotossensíveis (aquelas que escurecem no sol) e as de grau próprias para óculos escuros, em várias cores. Além disso, a Lenscope tem ainda o diferencial de produzir lentes para alta miopia (mais de 4 graus) com a resina mais fina do mundo, patenteada e fabricada no Japão: a lente Tokai 1.76.

Lenscope Melhor Ângulo

Daí que eu recebi um e-mail com a proposta de testar o serviço, desde o cadastro no site até receber as lentes pelos Correios, e é claro que eu aceitei. Geralmente funciona assim: você faz seu cadastro, compra as lentes que precisa, manda sua receita escaneada (ou usa a câmera do celular mesmo) e depois é orientado a enviar uma foto pra eles medirem sua DNP. É uma foto simples, com um cartão (de banco mesmo) na frente da boca, que eles usam pra centralizar sua pupila com o centro da lente e garantir uma adaptação legal. O último passo é o único offline: enviar sua armação pelos Correios, a não ser que você more na grande São Paulo e em Campinas, onde eles buscam e entregam onde você quiser. ;)

Eu fiz todo esse processo, a única diferença é que eles também me enviaram a armação! É que recentemente a Lenscope fez algumas parcerias e também está disponibilizando algumas armações, e tem pra todos os gostos. A que eu escolhi foi essa tortoise, mais retrozinha e uma das mais baratinhas. Já o custo-benefício das lentes em si é ótimo como prometido: já tem mais de um mês que recebi os óculos e por enquanto elas se mostraram melhores do que eu esperava, são bem resistentes e o mais importante pra mim que sou desastrado: não riscam à toa.

Lenscope Melhor Ângulo

Acho que o serviço facilita muito a vida de quem gosta de ter vários óculos como eu, gente que quer comprar uma armação em cada esquina. E caso você não curta as lentes, tem sempre a opção de devolver em até 100 dias. Bacana, né? Eu tô muito satisfeito, super indico. Quem quiser testar pode usar meu cupom de desconto ZEZ5860 para ganhar R$ 30 de desconto no valor total da sua compra. ;)

Lenscope Melhor Ângulo

Semana que vem tem outro post, dessa vez mostrando todos os meus óculos e contando de onde eles são.

Lenscope Melhor Ângulo

Lenscope Melhor Ângulo

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Ando apaixonado pelas fotos de uma usuária do Flickr, a Roza. É o tipo de fotografia que eu sempre gostei: analógica, de situações cotidianas como passeios, cafés, câmeras, árvores, gatinhos, flores, papeis e muita madeira, tudo isso ambientado em um clima claramente frio, mas com um sol matinal sempre presente. Sério, esses momentinhos me inspiram demais, acontecendo no meu dia-a-dia ou quando são retratados por outras pessoas.

Pena que a responsável pelas fotos desse post não tem mais nenhuma informação sobre si no Flickr e em nenhum outro lugar, inclusive a conta do Instagram está desativada. Dar de cara com vários nadas foi até um pouco desesperador, mas ao mesmo tempo interessante: como ela consegue? Só nos resta apreciar as fotinhas mesmo. :)

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Flickr Roza Rrrroza

Viu que ela (ou alguma amiga) tem uma Zenit 122 como eu? As fotos passaram um pouco de calma pra você também?

Roza · Flickr

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Curtindo a Vida Adoidado é, definitivamente, a representação máxima dos clássicos da Sessão da Tarde. Destacando-se na era moderna de Esqueceram de Mim e Os Goonies, o filme de John Hughes traz uma exploração superficial da adolescência dos anos 80. Mas fique tranquilo, não há nada daquela história de drogas, álcool e festas no Ensino Médio. Ainda que até certo ponto seja politicamente incorreto, na verdade ele encara a adolescência do ponto de vista que a maior parte dos jovens a faz, e exponho isso com uma fala do próprio filme: “A vida passa rápido demais, se você não parar e olhar para ela de vez em quando, pode acabar perdendo”.

O longa acompanha um dia de Ferris Bueller (Matthew Broderick), que tem um grande carinho pela vida e quer aproveitá-la ao máximo. Entretanto, sua noção de aproveitar a vida é: nada de escola (“O dia está lindo demais para passá-lo na escola”). Por isso, ele engana seus pais fazendo toda a cidade acreditar que ele estava gravemente doente, e durante o dia, sai para se divertir pela cidade com sua namorada Sloane (Mia Sara) e seu melhor amigo – com tendências depressivas – Cameron (Alan Ruck). Enquanto isso, o diretor de sua escola (Jeffrey Jones) tenta mostrar para o mundo a deficiência moral do protagonista.

Hughes retrata essa história com um roteiro extremamente simples, sem muitas reviravoltas e complicações reais, fazendo com que a história do dia de (e aqui me sinto livre para acreditar que tenho intimidade com o personagem) Ferris pareça desinteressante pela falta de ambição e honestidade com a sociedade; entretanto, ele funciona satisfatoriamente bem dentro de seus 100 minutos. Apesar de Ferris ser o “popular” da escola, o filme abandona estereótipos (apesar de citá-los como se estivessem presentes, o que é mais interessante ainda), e cria um universo colegial um tanto caricato para o “vilão” (que não pode, e não deve, em momento algum, ser levado a sério, como Hughes faz questão de deixar claro), favorecendo momentos divertidos pela abordagem, mesmo que ela nem sempre funcione.

Curtindo a Vida Adoidado ainda adota um recurso interessante (como o criado por Woody Allen em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa): permitir que Ferris converse com o público, o que, além de divertido, amplia o relacionamento que temos com um dos personagens mais icônicos do cinema família (ops, Sessão da Tarde). Através desses diálogos e de suas encaradas para a câmera em diversas situações, conhecemos sua natureza, que nem sempre é lógica, racional e moralista, mas extremamente carismática, ainda que o filme não o explore muito profundamente (como eu disse lá no inicio, o roteiro é um tanto superficial). Sabemos então que para ele, “curtir a vida” é aproveitar coisas pequenas: correr de carro pela rodovia, enganar professores, cantar “Twist and Shout” no meio de uma multidão, visitar museus, observar a cidade do alto, nadar na piscina, e, basicamente, celebrar a vida com os amigos. Realmente parece chato e entediante, mas ver a satisfação dos personagens ao encarar essas pequenas coisas, e se divertindo até nas piores situações, é gratificante. Ainda é curioso que o filme passe voando (100 minutos só passaram tão rápido assim quando cheguei em casa tarde e fui direto para a cama), graças a edição, fazendo jus à ideia que o filme afirma: que a vida passa rápido demais.

Talvez o filme de Hughes não seja grande coisa no conceito cinematográfico. Além das questões citadas, o diretor e roteirista ainda permite que as ações do diretor Ed nunca interfiram de verdade nos planos de Ferris, o que é um problema, e a história ainda tem algumas resoluções mal estabelecidas (e algumas outras reclamações e elogios). Mas obviamente não é pelas falhas que o filme se tornou um clássico, mas por sua ingenuidade e pelo sentimento de renovação diária que a história tende a fornecer ao público, independente da idade.

O filme é de 1986 e seu título original é Ferris Bueller’s Day OffVocês podem encontrá-lo no Netflix.

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Sou assumidamente influenciável quando o assunto é séries. Depois dos muitos elogios feitos pela Gabi numa resenha para o We Like Nerds, eis que comecei a ver Don’t Trust the B—- in apartament 23 já esperando coisa boa, e mais do que isso, achei a série ótima.

June é a típica garota do interior que vai para Nova York tentar uma carreira bem sucedida. Só que tudo dá errado logo no primeiro dia de trabalho e ela perde o emprego e de quebra, o apartamento concedido pela empresa. Obrigada a procurar uma roommate, June passa por inúmeras entrevistas, mas é na casa de Chloe que ela se empolga toda, principalmente porque James Van Der Beek – o ator de Dawson’s Creek – é amigo da dita cuja.

Chloe é a bitch da história. Oportunista, dissimulada, sem coração, mas impossível de se odiar, ela exige que os novos colegas de quarto paguem o primeiro e o último mês de aluguel adiantado, assim ela pode fazer da vida deles um inferno e ficar com o dinheiro todinho quando desistem de viver ali. Só que June, mesmo toda certinha, consegue passar uma rasteira (essa expressão ainda existe?) em Chloe e se torna digna de morar no apartamento 23. Mas isso não quer dizer que as dores de cabeça terminaram. Essa é a hora que você corre pra baixar.

Coisas que me fizeram adorar a série:

1) O jeito despretensioso, descontraído, sarcástico e tô nem aí pra nada da Chloe;
2) A participação de James Van Der Beek vivendo ele mesmo na luta para se livrar do papel de Dawson que o consagrou como celebridade;
3) Os cortes para mostrar alguma coisa que acabou de ser dita no diálogo ou outras cenas como essa, com os efeitos sonoros, etc;
4) Apreciar as dadas com os burros n’água de June, que insiste em confiar em Chloe em alguns momentos, mesmo sabendo do que ela é capaz.

Não encontrei um vídeo legendado, mas vejam o trailer:

Eu baixo a série lá no Séries TVix. Ela está atualmente na 2ª temporada (a 1ª teve poucos episódios) e anda cada vez melhor! Gostaram da indicação? (:

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