Tag: fotografia - Melhor Ângulo

Sabe quando a gente esbarra em uma foto específica de tempos em tempos na internet? Foi assim com essa aqui embaixo, com a modelo Jeneil Williams. Me imaginem na cena, encantado toda vez. Não sei por que demorei tanto pra tomar a atitude de pesquisar mais sobre ela e transformar em pauta para o blog, mas quando finalmente fiz isso, uma bela surpresa: as outras fotos do editorial são tão lindas quanto.

Jeneil Williams por Julia Noni para a Vogue Alemanha

Já adianto a dica de não parar por aqui e pesquisar todo o trabalho da Jeneil, é aquele tipo de beleza que te deixa meio atônito, sabe? O ensaio foi feito para a edição de setembro da Vogue Alemanha, pela fotógrafa Julia Noni, e a ela vamos dar os devidos parabéns por capturar muito bem essa mistura tão bonita da pele negra da modelo, cores vibrantes e a paisagem natural.

Jeneil Williams por Julia Noni para a Vogue Alemanha

Jeneil Williams por Julia Noni para a Vogue Alemanha

Jeneil Williams por Julia Noni para a Vogue Alemanha

Jeneil Williams por Julia Noni para a Vogue Alemanha

Jeneil Williams por Julia Noni para a Vogue Alemanha

Jeneil Williams por Julia Noni para a Vogue Alemanha

Jeneil Williams por Julia Noni para a Vogue Alemanha

Jeneil veste Nina Ricci, Missoni e Blumarine. Styling por Kathrin Schiffner, cabelo por Joseph Pujalte e maquiagem de Hugo Villard.

Jeneil Williams · Instagram
Julia Noni · Site · Instagram

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A última vez que usei minha Zenit 122 foi no final de 2012, cê tem noção disso? Vão fazer 5 anos e eu estou muito chocado com essa informação. Como previ no post da época, o motor da câmera já estava dando os primeiros sinais de falência e não deu outra: ela ficou parada todo esse tempo porque parou de vez. Alguma coisa estava presa (ou bamba) nas engrenagens e isso fazia com que eu não conseguisse passar para o próximo frame do filme, fotografando tudo pela metade. Daí que eu não tive muita saída, já que não conheço nem consegui achar alguém que consertasse aqui na região de Cataguases e Juiz de Fora. Resultado? Câmera na gaveta.

Até que num belo dia de céu azul eu decidi tomar uma atitude. Pesquisei nas profundezas da internet por vídeos, postagens de blog, conserto de outras câmeras, tudo pra ver se alguma coisa, qualquer coisa me dava uma esperança. Acabei abrindo a câmera e forçando uma pecinha que tem embaixo da manivela de rodar o filme e era isso, minha Zenit 122 voltou a funcionar que é uma beleza e eu fiquei me culpando por não ter feito isso antes.

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

Entre o mês de outubro de 2016 e março de 2017 fotografei situações do cotidiano, como sempre gostei de fazer com fotografia analógica. Usei o filme Ultramax ISO 400 da Kodak pra dar uma variada em relação ao clássico ColorPlus 200. A câmera ainda tem algum probleminha que cria pontos de luz no mesmo lugar em todas as fotos, provavelmente mofo na câmera. Tirei na edição, mas tenho que ver isso direito. Por enquanto vocês ficam com as minhas favoritas desse rolo. ;)

Fotos analógicas Zenit 122

Rolê pra ver e comprar plantinhas? Teve sim.

Fotos analógicas Zenit 122

Andando pela UFV quando fui dar uma palestra no ano passado.

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

Sabe a vontade que dá de fotografar alguém ou alguma situação bonita e bate uma vergonha de pedir? Pois eu fui em frente e abandonei esse medo. O casal deitado, o cachorrinho e os amigos aqui embaixo são resultados disso.

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

O engraçado dessa última é que esse lugar não emite nenhuma luz azul nem rosa, foi tudo resultado da revelação (e eu dei uma intensificada, não vou mentir). Nada como a surpresa de saber como saíram as fotos de um filme. ?

Você aí sentia falta desse tipo de post aqui no blog? Comenta aqui embaixo o que achou das fotos! ;)

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Os anos 80 andam muito em alta, principalmente na música e no cinema. Quando se trata de estética, o neon (e a mistura de luzes coloridas em geral) é uma das tendências que voltaram com tudo dessa década, aparecendo com frequência em editoriais de moda, clipes de músicas e filmes. Inspirado nesse contexto e pela cidade de Los Angeles onde mora atualmente, o fotógrafo e produtor musical Neil Kryszak criou a Chromatic Series, uma coleção de fotos que destacam cores e luzes, particularmente essa paleta de neon azul e rosa.

Neil Kryszak neon azul e rosa

São cores muito nostálgicas que lembram o mundo dos videogames, mas também carregam referências aos motéis americanos, bairros considerados perigosos, mistério e psicodelia. O melhor é que a coleção de Neil não é um trabalho necessariamente finalizado, só de acompanhá-lo no Instagram a gente vê que ele posta novas fotos com a mesma vibe o tempo todo, dando mais vida ainda o projeto. Olha só:

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak · Site · Instagram

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Se você nasceu nos 90 (ou antes disso), provavelmente sua família tinha uma câmera analógica que era levada pra todas as viagens e registrava os momentos mais legais dos fins de semana. As fotos das 12, 24 ou 36 poses dos filmes eram cuidadosamente planejadas, então aniversários e casamentos são exemplos perfeitos de situações onde rolava aquele momento espreme-pra-caber-na-foto. Hoje, além da fotografia digital que permite cliques infinitos, com nossos inseparáveis celulares, qualquer um anda com uma câmera no bolso o tempo todo. O interessante é que nesse contexto de compartilhamento e redes sociais que a gente vive, acontece um comportamento curioso: a vergonha que muitas pessoas sentem ao fotografar em público.

Zé Zorzan fotografar em público

Tirar fotos em pontos turísticos ou festas é uma prática esperada, porque como eu disse, é uma tradição construída há anos, então as pessoas já ficam super à vontade nessas situações. Mas se você estiver andando em uma rua movimentada, sem qualquer atração aparente, e do nada sacar uma câmera da mochila, a vergonha é instantânea, tô aqui de prova.

Eu pensava que sentir esse desconforto ao tirar fotos em público era exclusividade minha, mas é totalmente comum, inclusive pra aparecer nas imagens. Isso é horrível, porque você pode perder a chance de conseguir uma foto maravilhosa.

O fato é: fazer qualquer coisa diferente num lugar público vai atrair os olhares das pessoas em volta. Diferente daquele casamento da sua prima, na rua todos esperam que você ande como se não houvesse amanhã (geralmente com pressa), então sim, só o ato de parar e tentar registrar qualquer coisa vai chamar atenção. Mas isso não quer dizer que esses olhares sejam de julgamento. Normalmente as pessoas se perguntam “Do que é que ele tá tirando foto?” e, segundos depois, esquecem completamente o que aconteceu. Elas tem mais o que fazer, né?

Às vezes, essas pessoas acham que elas estão na mira da câmera, e realmente ninguém gosta de ser fotografado por um desconhecido. No fundo nós somos todos uns bandos de animais à solta pela cidade, que instintivamente vão tentar identificar se é um momento de ameaça, pra desviar, é claro. Se estiver tudo bem, dobrando a esquina o fotógrafo já virou história. Agora, se você precisa tirar fotos focando em um grupo ou alguém, peça permissão e tente bater um papinho rápido. Quem sabe não te pedem pra mandar a foto depois? A mesma dica vale pra acontecimentos incomuns, metrôs, parques, feiras, enfim, tudo que envolva regras: pergunte aos donos ou organizadores se tudo bem tirar fotos ali.

Ah, e companhia é sempre bom! Chamar um amigo para te ajudar com as fotos também é um jeito de diminuir o desconforto, afinal tem uma pessoinha de confiança logo ali. E se o que você tem é medo de roubarem sua câmera, contar com o reforço dos amigos é mais válido ainda, assim como preferir fotografar em lugares mais movimentados, se possível.

No mais, foque no que você quer registrar e se desligue um pouco do mundo. Consiga sua foto e siga sua vida, não importa o que vão pensar. Espero que essas dicas ajudem aí. Você já passou por alguma situação engraçada ao fotografar em público? Me conta nos comentários!

Post originalmente publicado no dia 18/07/2012 e revisado para se adequar aos novos padrões editoriais do blog.

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