Tag: filme - Melhor Ângulo

Polaroids Taylor Swift 1989

Falar de música nunca foi meu foco aqui no blog, mas eu gosto sim de apontar outros detalhes que vêm com as produções musicais dos artistas, detalhes esses que têm mais a ver com esse meu cantinho, relacionados principalmente à fotografia, design, e até mesmo à produção audiovisual dos clipes.

Daí que Taylor Swift lançou no último dia 27 de outubro o seu quinto álbum, 1989, com toda uma estética retrô, analógica e com apelo nostálgico, resultado da utilização de polaroids no encarte e em todo o material promocional. Taylor já tinha um pulo nesse quê de antiguinho desde o Red, mas dessa vez ela mergulhou de cabeça, mais uma vez trabalhando com a fotógrafa Sarah Barlow, que tem um olhar muito bom quando é essa a proposta.

Polaroids Taylor Swift 1989

Polaroids Taylor Swift 1989

Polaroids Taylor Swift 1989

Polaroids Taylor Swift 1989

Polaroids Taylor Swift 1989

O curioso é que os filmes (aparentemente bem variados, usando câmeras da série SX-70 e 600) foram provavelmente comprados do Impossible Project, já que a Polaroid mesmo descontinuou sua produção em 2008. As fotos também precisaram ser cortadas para o formato 1×1 (quadrado), afinal os papéis originais variam de tamanho mas se mantém numa escala aproximada de 3×4.

A própria cantora afirmou que é apaixonada pelas Polaroids e pelo registro de momento que fotografia instantânea (tem post sobre!) em geral proporciona, e que isso comunica muito com sua música, que também traduz sua rotina, as coisas que vão acontecendo no decorrer do tempo, os relacionamentos, etc. Bacana, né?

Polaroids Taylor Swift 1989

Polaroids Taylor Swift 1989

Polaroids Taylor Swift 1989

Polaroids Taylor Swift 1989

Polaroids Taylor Swift 1989

Polaroids Taylor Swift 1989

Polaroids Taylor Swift 1989

Polaroids Taylor Swift 1989

Para ver todas as polaroids (são muitas mesmo!) é só vir aqui.

Compartilhe:
Facebook Twitter Pinterest Google+

Sandra Bullock no filme Gravidade

Eu já disse aqui que eu não sou nenhum entendedor de cinema, então não estou por dentro de todos os lançamentos, nem quero dar uma de crítico, apenas gosto muito de assistir filmes e compartilhar minha opinião com vocês. Acho saudável, concordam?

Quando eu fui ver Jobs no cinema, peguei a metade do trailer de Gravidade quando entrei na sala. E confirmando o que eu acabei de dizer aqui em cima, eu nem sabia da existência do filme; inclusive fiquei meio assim, porque tenho uma opinião de que filmes de ficção científica ficam sempre na linha tênue entre o péssimo e o ótimo. Mas aí eu fui percebendo todas as pessoas do universo (trocadilho infame) elogiando a direção, as atuações, os efeitos, as sensações que ele passa, e cá entre nós, quando começa assim, é inevitável não ter as expectativas aumentadas. Pra vocês terem uma ideia, James Cameron soltou que é o melhor filme sobre espaço já feito. Alfonso Cuarón, o diretor, deve ter apenas adorado a publicidade impactante e gratuita.

Sinopse:

Sandra Bullock interpreta a Dra. Ryan Stone, uma brilhante engenheira médica em sua primeira missão espacial, ao lado do veterano Matt Kowalsky (George Clooney) no comando de seu último voo antes da aposentadoria. Em uma operação de rotina fora da nave, o desastre acontece. A nave é destruída, deixando Stone e Kowalsky à deriva no espaço, ligados um ao outro apenas por um cabo. Um silêncio ensurdecedor diz que eles perderam qualquer contato com a Terra – e qualquer chance de resgate. O medo vira pânico, consumindo rápido o pouco oxigênio que resta. O único meio de voltar pra casa talvez seja se jogar de vez na aterrorizante vastidão do espaço.

Trailer:

Como fica bem claro tanto no trailer quanto na sinopse, são apenas dois personagens e um único cenário nos 91 minutos de duração. Sério, isso não fez diferença alguma. São vários altos e baixos: momentos de muita loucura e outros mais calmos, mas que nem por isso aliviam a tensão. É um filme que entrete ao mesmo tempo que propõe uma reflexão sobre o sentido da vida e até sobre a morte.

Os efeitos estão impecáveis. A beleza é indiscutível. Um destaque especial para quando Matt (George Clooney) chama a atenção de Ryan (Sandra Bullock) para a vista da Terra em momentos pontuais, a cena onde ela tira seu uniforme e se faz um embrião dentro da nave no meio do nada, as lágrimas que flutuam e ficam incríveis no 3D, a alucinação que resulta na solução de um grande problema. A trilha sonora de Steven Price é excelente no balanço entre o desespero e o silêncio ensurdecedor. Os impactos e explosões recebem estrondos totalmente abafados por causa da não propagação de som no espaço, e são detalhes cruciais assim que vão só acrescentando para a genialidade de Gravidade.

Sandra Bullock e George Clooney no filme Gravidade

Sandra Bullock no filme Gravidade

Agoniante. Acho que resume tudo. Eu fiquei preso na cadeira o filme todinho como se eu tivesse me segurando pra não “cair” ou me “soltar”. E pode parecer ridículo, mas eu tenho certeza que se vocês assistirem em 3D vocês vão dar umas boas piscadas com os destroços do satélite vindo na sua direção; nunca vi um 3D que tenha valido tanto a pena! Sandra — que eu sempre adorei — não me decepcionou nem um pouco, e George também cumpriu seu papel muito bem.

Repito o que estou dizendo a todos os meus amigos desde semana passada: vejam!

Ficha técnica Gravidade

Compartilhe:
Facebook Twitter Pinterest Google+

Ashton Kutcher no filme jOBS

Terça passada fui ver Jobs no cinema com meus amigos, e para alavancar novamente a categoria aqui no blog, resolvi aproveitar que é um filme em cartaz para dar minha opinião. ;)

Bom, eu sempre fui interessado por computadores, tanto que Informática Industrial foi minha escolha de curso técnico no CEFET. Apesar de eu ter me voltado para o design e para a fotografia de 2009 pra cá, minha afinidade com a informática não deixou de existir, então fui com as expectativas super altas para o cinema, ainda mais por saber que foi uma estreias mais esperadas de 2013. Quando saí da sala, minha impressão imediata foi muito boa, mas eu sei que isso sempre acontece comigo, então resolvi escrever esse post só agora, uma semana depois, pra analisar todos os aspectos do filme com calma.

Sinopse:

A história da ascensão de Steve Jobs (Ashton Kutcher), de rejeitado no colégio até se tornar um dos mais reverenciados empresários do universo da tecnologia no século XX. A trama passa pela jornada de autodescobrimento da juventude, pelos demônios pessoais que obscureceram sua visão e, finalmente, pelos triunfos que transformaram sua vida adulta.

Trailer:

Infelizmente o filme já começou a pecar na sinopse equivocada. A história que deveria focar na pessoa Steve Jobs e mostrar a fundo sua personalidade e vida pessoal, na verdade gira muito mais em torno da Apple: do início em uma garagem até o sucesso nas bolsas de valores. Isso ficou muito claro pra mim no momento em que Steve se afasta da empresa e investe na NeXT, por exemplo. Essa se teve seu logo em uma das cenas foi muito. A Pixar então… nem foi mencionada. Se vocês não sabem, Steve comprou a Pixar em 1986 quando ela ainda se chamava Graphics Group, foi CEO durante um tempo e principal acionista quando aconteceu a união com a Disney. Jobs também renegou sua filha antes mesmo de ela nascer, mas nessa mesma fase de afastamento da Apple, ele aparece numa relação até muito boa com Lisa já maior, sem explicações. Sem falar em todo o conflito com Bill Gates, resumido no filme em um telefonema.

Enfim, o roteiro foi o principal problema em Jobs, e daí se desencadearam outros, como a continuidade confusa causada pelo início do filme prolongado e a correria depois para dar conta das duas horas de duração. Senti falta da era do iPhone, senti falta dos problemas de saúde envolvendo as dietas frugívoras e o câncer de pâncreas, senti falta da relação de Steve com a família. Ainda não li o livro biográfico escrito por Walter Isaacson, mas creio que seja mais interessante para os que querem conhecer a trajetória completa do visionário.

Ashton Kutcher no filme jOBS

Ashton Kutcher no filme jOBS

Mas eu não sou todo crítico ao filme. A caracterização me agradou bastante, Ashton Kutcher ficou sim muito parecido com Steve Jobs, principalmente na faixa dos 40 anos e com a barba maior. A atuação não foi merecedora de Oscar, mas isso não quer dizer que tenha sido ruim, pelo contrário. Ashton conseguiu capturar alguns trejeitos típicos de Jobs, como a postura, o andar e o sorriso tímido, que raramente deixava os dentes à mostra. E para completar, fotografia e trilha sonora estavam impecáveis.

No geral é um filme bom, vale a pena assistir, não no cinema talvez. Apesar da personalidade difícil e de como ele foi idiota e egocêntrico em vários momentos de sua vida, não dá pra dizer que Steve Jobs não foi um grande empreendedor, inventor e entendedor de design e marketing. Para quem deseja seguir em áreas parecidas, continua sendo uma grande inspiração.

Compartilhe:
Facebook Twitter Pinterest Google+

Eu estava reparando… Até hoje foram só 2 posts do tipo “Flickr do dia” aqui no blog! Como assim? Acho que eu tinha uma outra impressão porque no início do blog sempre rolava aquele “Passeando pelo Flickr“, com vários fotógrafos no mesmo post, lembram? De qual formato vocês gostam mais? :)

Aproveitei e resolvi voltar à ativa – depois de uma semana focado no design e a outra do feriado de Carnaval – mostrando o trabalho de Katrina Shafer, uma fotógrafa amadora que registra principalmente a rotina e suas viagens; quase não gosto de fotos desse tipo, né? Hahaha

Compartilhe:
Facebook Twitter Pinterest Google+