Tag: Downloads - Melhor Ângulo

No fim de março o artista e ativista Gilbert Baker faleceu, aos 66 anos. Ele foi o responsável pela criação da bandeira arco íris, um dos maiores símbolos LGBTQ, se não o maior. Para homenageá-lo, a Ogilvy & Mather se juntou ao Fontself no projeto Type With Pride, e em parceria criaram uma nova fonte, simplesmente nomeada de Gilbert.

Type With Pride

Baker frequentemente ajudava na criação de cartazes para protestos do movimento LGBTQ, então foi essa a finalidade principal na mente dos designers: criar uma fonte que funciona muito bem em pequenos textos, escritos em letras bem grandes. Além disso, as cores da bandeira foram sobrepostas, criando novos tons e trazendo mais significado ainda para um movimento que trata de direitos iguais e representatividade.

Type With Pride

A fonte foi disponibilizada gratuitamente e ainda receberá uma atualização com os outros pesos. Para baixar, é só entrar no site, aqui.

Type With Pride

Type With Pride

Type With Pride

Type With Pride

Type With Pride

Compartilhe:
Facebook Twitter Pinterest Google+

Você já deve ter percebido que a maioria das pessoas têm uma certa dificuldade para diferenciar essas duas categorias de efeitos tão famosos e conhecidos: o retrô e o vintage. Acontece que ambos ficaram populares há alguns bons anos e com essa massificação de gente usando Instagram então… virou casa-da-mãe-joana, tudo acabou virando uma coisa só. Hoje o post é pra acabar com essa bagunça, vamos aprender as diferenças e de bandeja baixar algumas actions e curvas para Photoshop que vão quebrar um bom galho.

Os adjetivos “retrô” e “vintage” não são exclusivos na área da fotografia, tenho certeza que todos vocês já devem ter ouvido os dois em tudo quanto é lugar, relacionados à moda, produtos, decoração, arquitetura, e até estilo de vida. São como gêmeos univitelinos: nasceram do mesmo óvulo, todo mundo acha que são idênticos, mas eles têm suas peculiaridades. Ambos se referem ao que já foi usado em épocas passadas, mas as abordagens são diferentes, veja bem:

Vintage: tudo aquilo que já foi de fato usado há pelo menos duas décadas e que ainda está em um bom estado, o suficiente para continuar sendo útil no dia-a-dia. Exemplos: na moda, um casaco pouco usado pelo seu avô nos anos 60 e que está ali no guarda-roupa, novinho e bonito, pronto para ser lavado e colocado no corpo; nos produtos, o conjunto de chá de porcelana ganhado de presente no casamento dos seus pais, que sempre ficou mais como enfeite do que na mesa e hoje vai ficar exposto na nova cozinha.

Retrô: é o que apenas se remete ao passado; criado hoje, mas feito para ter um quê de anos 50, 60, etc. Exemplos: na arquitetura, a casa planejada com base em plantas antigas; na decoração, o gesso no teto cheio de rococós em referência ao estilo Luís XV; na moda, o vestido de poá que acabou de chegar da costureira e que teve como inspiração as roupas antigas da sua avó.

Agora chega a hora de diferenciar esses dois rapazes na fotografia e na edição de fotos. A fotografia vintage (geralmente chamada apenas de fotografia antiga) é a que engloba fotos tiradas pelos seus parentes com mais idade quando você nem pensava em nascer, e é claro que não se trata apenas de fotos pessoais, mas também jornalísticas, publicitárias, tudo o que já foi feito no ramo há décadas atrás. Já a fotografia retrô é aquela criada hoje com o intuito de parecer mais antiga, seja feita usando câmeras analógicas, ou editadas no computador.

Lendo tudo isso e entendendo bem os dois conceitos, a gente acaba percebendo que na edição de fotos (lembre-se que a edição é diferente da fotografia em si), tecnicamente o vintage não existe, afinal não temos como editar uma foto no passado para ela se encaixar nessa categoria. Todos os efeitos aplicados, actions, etc que remetem às variadas tonalidades das fotos antigas são e devem ser considerados retrôs. Você sabia disso? Tô ou não tô quebrando um tabu aqui no blog?

Depois de entender tudo isso, nada melhor do que baixar algumas actions retrôs para valer a pena ter lido o texto super didático de hoje, certo? Selecionei (não fui eu que fiz dessa vez) 6 das minhas preferidas e acho que vocês vão gostar também!

Faça o download aqui – Não sabe usar actions?

Gostaram do post? Esclareceu de uma vez por todas essa história? Você também se confundia?

Compartilhe:
Facebook Twitter Pinterest Google+

Que tipo de fotos você prefere? Diurnas ou noturnas? Já parou pra pensar em por que a maioria fica com as tiradas ao dia? As respostas podem ser das mais variadas, desde “Minha câmera é péssima pra isso” até “Não sei como editar as fotos depois”. E é esse segundo problema que a gente tenta resolver hoje.

1) A primeira e principal dica para editar fotografias noturnas é: não tente transformar uma foto tirada à noite em uma tirada numa fresca manhã ensolarada, traduzindo: assuma a escuridão, não tente incansavelmente clarear as fotos. Minha sugestão é até escurecer mais ainda, mas com certo cuidado. O ideal é que as partes escuras da imagem fiquem mais fortes e marcadas, mas as partes claras mantenham sua iluminação. A ferramenta Cor seletiva do Photoshop consegue resolver isso. Basta ir no menu Ajustes (lá em cima) > Cor seletiva > Altere de Vermelhos para Pretos > Aumente o Preto do Pretos. Para entender essa loucura toda, olha só o print:

O temido flash, dependendo do modelo da câmera, pode ser bem problemático: ou clareia demais ou clareia de menos. Nesses casos, antes de fazer o passo acima, mexa um pouco nas curvas (Ajustes > Curvas) ou Níveis (Ajustes > Níveis) para corrigir isso. Prints:

2) Como a noite é escura (tem como ser mais redundante, Zé?), a câmera exige que mais luz entre em seu mecanismo para formar a foto, o que significa configurar a abertura do diafragma para o mais aberto possível e diminuir a velocidade (o tempo que a câmera ficará aberta para a luz entrar) para 3, 4 ou mais segundos, o que não dá nada certo se o objetivo é fotografar a família louca lá, falando e se mexendo, por isso use essa configuração se tiver um bom tripé ou se o modelo for tipo, uma estátua de tão pouco que vai se mexer.

O modo noturno das câmeras, para compensar essa necessidade de fotos rápidas, aumenta a sensibilidade do equipamento à luz, são as configurações de ISO. Quanto maior o ISO, maior o risco de o resultado ficar cheio de pixels mal formados, o famoso ruído. Na hora da edição, duplique sua foto, aplique um redutor de ruído (podem ser plugins ou o filtro do Photoshop que fica em Filtro > Ruído > Reduzir ruído) e apague as áreas que não precisam do efeito, por exemplo, rostos, roupas, etc.

6310301345_86fef1a301_z

3)  Eu sou um fã de fotos em preto e branco. O efeito é sofisticado, simples e melhora qualquer foto, as noturnas então! O maior problema desse tipo de fotografia é retratar bem as cores como elas são, então o black and white é a melhor jogada pra isso: use bastante contraste, tente deixar tudo que é preto bem preto e tudo que é branco bem branco, os defeitinhos e até todo aquele ruído vão sumir, escuta o que eu tô te falando. Pra saber mais sobre preto e branco, ó só esse post.

4) Se você pegar uma câmera analógica dessas que sua família tinha ou uma toy câmera e fotografar o céu estrelado por exemplo, a cor nas áreas onde deveriam ser escuras pode sair de vermelha à verde, menos preta (é claro que nas mais profissionais e com devidos controles manuais a história é outra). Isso acontece por uma série de fatores, inclusive o ISO que a gente viu ali em cima. Onde eu quero chegar explicando isso? Os efeitos retro só existem porque tentam justamente copiar o que as revelações bem ou mal feitas faziam há anos atrás, e colorir a escuridão numa foto noturna pode ser uma boa, exemplos:

Hospedei uma série de actions (inclusive das dicas anteriores) que vão te ajudar a editar suas fotos cheias de flash e penumbra, faça o download aqui. Não sabe usar actions?

Compartilhei tudo que eu sei sobre o assunto com vocês, depois me contem se rolou tudo nos conformes. Três fotos noturnas minhas (poucas porque ainda não “desempacotei” meus arquivos do outro computador):

P.S.: O post hoje foi todo voltado à edição no Photoshop, se você usa outro programa não se preocupe porque entre as novidades do blog estão as vídeo tutoriais, vou poder explicar esse tipo de coisa muito melhor. E se você não entende nada de abertura, velocidade e ISO, o blog está chegando com mais uma série essa semana, dessa vez sobre os elementos primordiais da fotografia, quem vai ler hein?

Compartilhe:
Facebook Twitter Pinterest Google+