Tag: branco - Melhor Ângulo

Apartamento iluminado de Mimmi Staaf

O pique pra decorar meu cantinho vai e volta quase toda semana, mas nessas horas de ânimo busco sempre uma inspiração como a de hoje. Quem mora nesse apartamento é Mimmi Staaf, dona de uma loja homônima de móveis e itens decorativos em Estocolmo, e o espaço é daqueles bem apertadinhos, mas aconchegantes. A sensação de aplitude foi criada com algumas sacadas legais que eu gosto de reforçar na mente sempre que eu vejo. Bora ver os segredos?

Apartamento iluminado de Mimmi Staaf

Apartamento iluminado de Mimmi Staaf

Apartamento iluminado de Mimmi Staaf

Pra começar, o que já deu pra perceber de cara: as cores. O uso intenso de branco não é por acaso ou porque faltou dinheiro pras tintas, calma lá! Branco ajuda a aumentar tudo o que a gente vê, dá aquela impressão de espaço vazio, infinito, e isso ajuda muito quando as medidas do apartamento (ou casa) são pequenas. Mas não só de branco vive o homem: vai ter cinza sim, vai ter amarelo, tons de madeira e outras cores dessaturadas pra completar o conjunto, que fica harmônico, suave e passou uma sensação de limpeza, concorda comigo?

A iluminação também faz toda a diferença. Mimmi escolheu descartar as cortinas e eu faria o mesmo se tivesse uma quantidade de luz assim entrando em casa, ainda mais que na Suécia o verão dura muito pouco. A luz deixa tudo que já era claro mais claro ainda, ou seja, mais amplitude. Fora que o bom e velho sol deixa sempre o dia mais bonito, a vida mais feliz, e o corpo com vitamina D.

Apartamento iluminado de Mimmi Staaf

Apartamento iluminado de Mimmi Staaf

Móveis versáteis também são coringas pra quem tem pouco espaço. Por exemplo: as duas mesas que a gente vê nas fotos do home office e sala de jantar podem ficar maiores, elas só precisam de um ajuste nas laterais. Os nichos embaixo da TV são desmontáveis, as paredes são aproveitadas com prateleiras e as estantes são evitadas pra não ocupar tanto os cômodos.

Apartamento iluminado de Mimmi Staaf

Apartamento iluminado de Mimmi Staaf

No mais, tenho aprendido que o essencial é o mais importante na hora de decorar: as cores, os móveis básicos (mesas, sofá, armários), os utensílios de cozinha, o jogo de cama. Detalhes podem ser substituídos com mais facilidade no dia-a-dia, mas sem uma boa base, nem o espremedor do Philippe Starck vai cair bem na sua estante. É claro que tudo é importante, mas se a sua dúvida é por onde começar como a minha também era, comece pelo início e o resto terá mais chances de dar certo!

Apartamento iluminado de Mimmi Staaf

Apartamento iluminado de Mimmi Staaf

As fotos lindas são do pessoal do Fantastic Frank, e valem Pinterest hein!

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Hoje eu começo aqui no blog uma nova tag, a #ObcecadoPor. Eu estou sempre mergulhado em alguma obsessão e tenho a capacidade de ficar horas e horas pesquisando sobre ela. Vejam, esses posts serão diferentes dos posts de inspiração que vocês já estão acostumados, ou até os moodboards que eu monto de vez em quando. A diferença aqui é que o assunto escolhido será sempre algo que tem me chamado atenção pessoalmente e naquele momento, sem temas escolhidos aleatoriamente. E pode ser sobre qualquer coisa, qualquer coisa mesmo: uma tendência de design, um técnica fotográfica, uma série, um diretor, uma banda, um estilo musical, uma trend de moda, uma cor… ou duas cores.

Pra começar essa brincadeira eu gostaria de dizer que estou obcecado por preto e branco, amigos. Com uma leve inclinação para o preto, eu diria. Eu sou e sempre fui apaixonado por cores, raramente imagino qualquer coisa em preto e branco, mas ultimamente a saturação tem dado uma maneirada no meu gosto. Roupas, sapatos, objetos de decoração, até o efeito escolhido no VSCO Cam na hora de editar uma foto pro Instagram tem tido influência do preto e branco. Eu não falo necessariamente do P&B fotográfico, mas dessas cores aplicadas no dia-a-dia, sabe? E o engraçado é que se você começa a aplicar o preto e o branco nas coisas, as duas geralmente pedem que todo o resto seja menos colorido, então tudo começa a ficar mais sóbrio por si só.

Fiz uma seleção de referências pra esse post, e decidi que pra fazer as montagens dessa tag vou fazer questão de procurar em cada uma das minhas redes sociais por likes, reblogs e repins associados ao tema, afinal é pra ser tudo real, certo? Preto no branco (não resisti)! As imagens de hoje vieram do Instagram, Lookbook, Pinterest e Tumblr. No fim do post tem um link pra cada uma delas, caso vocês queiram jogar nas redes de vocês também! ;)

Preto e branco

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Seguindo minha obsessão por mood boards como contei naquele post, hoje fiz mais um, dessa vez recheado de inspirações para aplicar a forte tendência do degradê (ou ombré, se preferir) na decoração. Como ela se estende também ao vestuário, calçados, etc, imaginem como eu fiquei aqui salvando um monte de imagens de todas essas áreas no computador!

Vocês gostam quando esse tipo de post vem acompanhado de links para saber onde comprar? Posso começar a acrescentar essa parte nos próximos. :)

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Nossa série já mostrou como expor corretamente uma fotografia manipulando os três principais pilares da exposição: abertura do diafragma, velocidade do obturador e ISO. Mas e quando a luz está ok, mas as cores não têm nada a ver com a realidade?

A cor da luz é na maioria das vezes chamada de temperatura; ela muda principalmente de acordo com o ambiente e com a fonte da iluminação, indo dos tons mais alaranjados e amarelados até os azulados. Quer ver um exemplo? Há mais de uma década, a maioria das casas usava lâmpadas de tungstênio (aquelas antigas). Lembra como você achou as novas lâmpadas fluorescentes super azuis, mas depois se acostumou? Pois é, nosso olho é bem mais inteligente que a câmera; ele se adapta rapidamente ao ambiente e enxerga as cores corretas: branco é branco, preto é preto, azul é azul, e assim por diante.

No menu da câmera, você encontra a função Balanço de branco (White balance em inglês), com algumas opções padrão que ajudam a deixar as cores o mais reais possíveis. São elas: luz de tungstênio, luz fria, ensolarado, nublado, sombra, etc, onde você escolhe a que mais se encaixa na iluminação de onde você está. É claro que também existe o modo automático, mas ele quase sempre precisa abrir mão de uma boa captura de cores para dar conta do balanço de branco, então evite usá-lo.

E quando a foto com cores “erradas” vira intenção? Para isso, basta configurar o balanço de branco também de forma “errada”. Por exemplo: para uma foto do pôr-do-sol, você pode escolher o modo luz fria ou nublado. Ele vai dizer para a câmera que a luz do ambiente está muito azulada, que precisa de mais amarelo e laranja nisso aí. Logo, o resultado vai ser um pôr-do-sol com muito mais cor e vida. Legal, né?

Falta apenas um post para o fim da série e o tema será “Distância focal”. Depois dele, vou preparar um arquivo PDF com todos os posts, pra baixar e imprimir, ou guardar para consulta mesmo. Comenta aí!

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