Melhor Ângulo - Fotografia, decoração, design e tudo o que me inspira!

Os anos 80 andam muito em alta, principalmente na música e no cinema. Quando se trata de estética, o neon (e a mistura de luzes coloridas em geral) é uma das tendências que voltaram com tudo dessa década, aparecendo com frequência em editoriais de moda, clipes de músicas e filmes. Inspirado nesse contexto e pela cidade de Los Angeles onde mora atualmente, o fotógrafo e produtor musical Neil Kryszak criou a Chromatic Series, uma coleção de fotos que destacam cores e luzes, particularmente essa paleta de neon azul e rosa.

Neil Kryszak neon azul e rosa

São cores muito nostálgicas que lembram o mundo dos videogames, mas também carregam referências aos motéis americanos, bairros considerados perigosos, mistério e psicodelia. O melhor é que a coleção de Neil não é um trabalho necessariamente finalizado, só de acompanhá-lo no Instagram a gente vê que ele posta novas fotos com a mesma vibe o tempo todo, dando mais vida ainda o projeto. Olha só:

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak · Site · Instagram

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Se você nasceu nos 90 (ou antes disso), provavelmente sua família tinha uma câmera analógica que era levada pra todas as viagens e registrava os momentos mais legais dos fins de semana. As fotos das 12, 24 ou 36 poses dos filmes eram cuidadosamente planejadas, então aniversários e casamentos são exemplos perfeitos de situações onde rolava aquele momento espreme-pra-caber-na-foto. Hoje, além da fotografia digital que permite cliques infinitos, com nossos inseparáveis celulares, qualquer um anda com uma câmera no bolso o tempo todo. O interessante é que nesse contexto de compartilhamento e redes sociais que a gente vive, acontece um comportamento curioso: a vergonha que muitas pessoas sentem ao fotografar em público.

Zé Zorzan fotografar em público

Tirar fotos em pontos turísticos ou festas é uma prática esperada, porque como eu disse, é uma tradição construída há anos, então as pessoas já ficam super à vontade nessas situações. Mas se você estiver andando em uma rua movimentada, sem qualquer atração aparente, e do nada sacar uma câmera da mochila, a vergonha é instantânea, tô aqui de prova.

Eu pensava que sentir esse desconforto ao tirar fotos em público era exclusividade minha, mas é totalmente comum, inclusive pra aparecer nas imagens. Isso é horrível, porque você pode perder a chance de conseguir uma foto maravilhosa.

O fato é: fazer qualquer coisa diferente num lugar público vai atrair os olhares das pessoas em volta. Diferente daquele casamento da sua prima, na rua todos esperam que você ande como se não houvesse amanhã (geralmente com pressa), então sim, só o ato de parar e tentar registrar qualquer coisa vai chamar atenção. Mas isso não quer dizer que esses olhares sejam de julgamento. Normalmente as pessoas se perguntam “Do que é que ele tá tirando foto?” e, segundos depois, esquecem completamente o que aconteceu. Elas tem mais o que fazer, né?

Às vezes, essas pessoas acham que elas estão na mira da câmera, e realmente ninguém gosta de ser fotografado por um desconhecido. No fundo nós somos todos uns bandos de animais à solta pela cidade, que instintivamente vão tentar identificar se é um momento de ameaça, pra desviar, é claro. Se estiver tudo bem, dobrando a esquina o fotógrafo já virou história. Agora, se você precisa tirar fotos focando em um grupo ou alguém, peça permissão e tente bater um papinho rápido. Quem sabe não te pedem pra mandar a foto depois? A mesma dica vale pra acontecimentos incomuns, metrôs, parques, feiras, enfim, tudo que envolva regras: pergunte aos donos ou organizadores se tudo bem tirar fotos ali.

Ah, e companhia é sempre bom! Chamar um amigo para te ajudar com as fotos também é um jeito de diminuir o desconforto, afinal tem uma pessoinha de confiança logo ali. E se o que você tem é medo de roubarem sua câmera, contar com o reforço dos amigos é mais válido ainda, assim como preferir fotografar em lugares mais movimentados, se possível.

No mais, foque no que você quer registrar e se desligue um pouco do mundo. Consiga sua foto e siga sua vida, não importa o que vão pensar. Espero que essas dicas ajudem aí. Você já passou por alguma situação engraçada ao fotografar em público? Me conta nos comentários!

Post originalmente publicado no dia 18/07/2012 e revisado para se adequar aos novos padrões editoriais do blog.

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Conheci o canal Dulce Delight há muito tempo, por acaso, procurando alguma receita no YouTube. Lembro que vi um vídeo em inglês e fiquei me perguntando “de onde é o sotaque dessa moça?”. Não é que ela era brasileira? Tô falando da Raíza Costa, a videomaker, diretora de arte, youtuber, apresentadora e confeiteira de mão cheia dona do programa Rainha da Cocada (no GNT) e desse canal maravilhoso no YouTube que me fez nunca perder mais nenhum vídeo.

Além das receitas incríveis — a maioria inspiradas na confeitaria francesa —, a Raíza te prende com uma personalidade positiva, divertida, empoderada e cheia de empolgação, com as simplicidades da vida e o quanto a comida pode nos oferecer em termos de prazer. Ela se importa muito com o que come, procurando sempre produtos de qualidade, de origem orgânica e de preferência num contato direto com o produtor. E não para por aí: os vídeos são sempre recheados de informação técnica e química sobre os ingredientes, por que eles reagem de determinada forma quando misturados, etc. Quase uma aula! Fora a direção de arte e edição, ambas impecáveis. Olha só o trailer do canal:

Toda essa produção criativa e praticamente mágica acontece na cozinha do apartamento da própria em Nova York, no Brooklyn, bairro que ela ama de paixão. A decoração não poderia ser mais ela: colorida, alegre, com inspiração nos anos 50/60 mas arrematada com modernidade, fofa e lúdica mas balanceada com instrumentos pendurados na parede e ilustrações do marido, o diretor de animação Vinicius Costa. Enquanto essa inspiração era mais branquinha, a Raíza não economiza nas cores, e a gente também ama. As fotos são de Lufe Gomes, do Life by Lufe.

Os puxadores? Trocados por ela. A bancada de madeira? Revestimento em cima de uma placa de granito preto que ela odiava, da decoração original do apartamento.

O cachorrinho Lancellotti ao lado do letreiro com a palavra eat (comer!), iluminado no maior estilo novaiorquino.

O pendurador, gente, olha isso. Aliás, as vaquinhas estão presentes em toda a decoração. Muito respeitadas pelo leite que produzem e que Raíza faz questão de comprar dos produtores que melhor as tratam.

As ilustrações com uma pegada surrealista do marido ao lado de uma guitarra e um relógio das antigas.

Pingentes de frutas? É claro que ela tem!

Pra completar, manja só a vista desse apartamento. Quem acompanha os vídeos sabe que Raíza Costa é apaixonada pelo Brooklyn e por Manhattan, não me surpreende que uma boa vista estava entre as primeiras prioridades para o cantinho onde iria morar. Só amor, né? Vontade de visitar, fazer uma receitinha com direito a banho de chocolate e sair conhecendo os lugares secretos de Nova York.

O que achou dessa decoração super pra cima? Já conhecia o trabalho da Raíza? Conta pra mim aqui nos comentários!

Raíza Costa · Canal Dulce Delight · Rainha da Cocada · Site · Instagram
Lufe Gomes · Canal Life by Lufe · Site · Instagram

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De tempos em tempos sai uma notícia da Rihanna sendo gente como a gente, seja bebendo caipirinha na praia, comprando biquini de vendedor ambulante, comendo coxinha com catupiry no barzinho ou torcendo muito em jogo de futebol. Coincidência ou não, tudo isso aconteceu nas passagens dela pelo Brasil! Por essas e outras eu tenho uma imagem muito pé no chão da cantora, acho que ela consegue sustentar uma aura de elegância como ninguém, mas ao mesmo tempo ser acessível e real.

A edição de março da Paper Magazine trouxe exatamente essa Rihanna na capa, em um ensaio que traz o mix perfeito de informação de moda, glamour e personalidade. As fotos foram feitas numa dessas lojas de conveniência de Nova York, mais precisamente a Alphabet City Deli & Grill, onde a produção urbana e carregada praticamente se mesclou com a locação, visualmente poluída mas organizada em sua própria maneira. É basicamente Rihanna comprando aquela bebidinha pro esquenta com as amigas, gente, não tem como dar errado!

As fotos são do fotógrafo argentino Sebastian Faena, o styling é de Farren Fucci, cabelo de Yusef e maquiagem de Isamaya Ffrench. Para ler o spread da Paper na íntegra, clique aqui. Veja outros ensaios de celebridades na tag #capaderevista.

Rihanna · Instagram · Twitter
Sebastian Faena · Site · Instagram

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