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Xuan loc Xuan é um ilustrador freelancer da cidade de Ho Chi Minh, no Vietnã. Descobri o Behance dele há algumas semanas e estou apaixonado desde então, principalmente pelos retratos que ele faz com uma mistura de digital e aquarela feita à mão.

As paletas de cores bem reduzidas, as texturas super aparentes, a simplicidade do desenho, tudo dá muito certo no trabalho de Xuan, vale a pena conhecer todas as outras ilustrações.

Xuan Loc Xuan

Xuan Loc Xuan

Xuan Loc Xuan

Xuan Loc Xuan

Xuan Loc Xuan

Xuan Loc Xuan

Xuan Loc Xuan

Xuan Loc Xuan

Xuan Loc Xuan

Xuan Loc Xuan

Xuan Loc Xuan

Quando conheci o trabalho de Xuan cheguei a usar algumas dos desenhos no papel de parede do celular, de tão lindas!

A forma como ele utiliza as texturas me inspirou também a fotografar alguns papeis e outros materiais que tenho aqui e criar meu próprio banquinho de imagens, já que é um pouco difícil encontrar texturas gratuitas muito boas e com alta resolução na internet. Fica a dica, faça o mesmo! ;)

Xuan Loc Xuan · Behance · Instagram

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No fim de março o artista e ativista Gilbert Baker faleceu, aos 66 anos. Ele foi o responsável pela criação da bandeira arco íris, um dos maiores símbolos LGBTQ, se não o maior. Para homenageá-lo, a Ogilvy & Mather se juntou ao Fontself no projeto Type With Pride, e em parceria criaram uma nova fonte, simplesmente nomeada de Gilbert.

Type With Pride

Baker frequentemente ajudava na criação de cartazes para protestos do movimento LGBTQ, então foi essa a finalidade principal na mente dos designers: criar uma fonte que funciona muito bem em pequenos textos, escritos em letras bem grandes. Além disso, as cores da bandeira foram sobrepostas, criando novos tons e trazendo mais significado ainda para um movimento que trata de direitos iguais e representatividade.

Type With Pride

A fonte foi disponibilizada gratuitamente e ainda receberá uma atualização com os outros pesos. Para baixar, é só entrar no site, aqui.

Type With Pride

Type With Pride

Type With Pride

Type With Pride

Type With Pride

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Os anos 80 andam muito em alta, principalmente na música e no cinema. Quando se trata de estética, o neon (e a mistura de luzes coloridas em geral) é uma das tendências que voltaram com tudo dessa década, aparecendo com frequência em editoriais de moda, clipes de músicas e filmes. Inspirado nesse contexto e pela cidade de Los Angeles onde mora atualmente, o fotógrafo e produtor musical Neil Kryszak criou a Chromatic Series, uma coleção de fotos que destacam cores e luzes, particularmente essa paleta de neon azul e rosa.

Neil Kryszak neon azul e rosa

São cores muito nostálgicas que lembram o mundo dos videogames, mas também carregam referências aos motéis americanos, bairros considerados perigosos, mistério e psicodelia. O melhor é que a coleção de Neil não é um trabalho necessariamente finalizado, só de acompanhá-lo no Instagram a gente vê que ele posta novas fotos com a mesma vibe o tempo todo, dando mais vida ainda o projeto. Olha só:

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak neon azul e rosa

Neil Kryszak · Site · Instagram

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Se você nasceu nos 90 (ou antes disso), provavelmente sua família tinha uma câmera analógica que era levada pra todas as viagens e registrava os momentos mais legais dos fins de semana. As fotos das 12, 24 ou 36 poses dos filmes eram cuidadosamente planejadas, então aniversários e casamentos são exemplos perfeitos de situações onde rolava aquele momento espreme-pra-caber-na-foto. Hoje, além da fotografia digital que permite cliques infinitos, com nossos inseparáveis celulares, qualquer um anda com uma câmera no bolso o tempo todo. O interessante é que nesse contexto de compartilhamento e redes sociais que a gente vive, acontece um comportamento curioso: a vergonha que muitas pessoas sentem ao fotografar em público.

Zé Zorzan fotografar em público

Tirar fotos em pontos turísticos ou festas é uma prática esperada, porque como eu disse, é uma tradição construída há anos, então as pessoas já ficam super à vontade nessas situações. Mas se você estiver andando em uma rua movimentada, sem qualquer atração aparente, e do nada sacar uma câmera da mochila, a vergonha é instantânea, tô aqui de prova.

Eu pensava que sentir esse desconforto ao tirar fotos em público era exclusividade minha, mas é totalmente comum, inclusive pra aparecer nas imagens. Isso é horrível, porque você pode perder a chance de conseguir uma foto maravilhosa.

O fato é: fazer qualquer coisa diferente num lugar público vai atrair os olhares das pessoas em volta. Diferente daquele casamento da sua prima, na rua todos esperam que você ande como se não houvesse amanhã (geralmente com pressa), então sim, só o ato de parar e tentar registrar qualquer coisa vai chamar atenção. Mas isso não quer dizer que esses olhares sejam de julgamento. Normalmente as pessoas se perguntam “Do que é que ele tá tirando foto?” e, segundos depois, esquecem completamente o que aconteceu. Elas tem mais o que fazer, né?

Às vezes, essas pessoas acham que elas estão na mira da câmera, e realmente ninguém gosta de ser fotografado por um desconhecido. No fundo nós somos todos uns bandos de animais à solta pela cidade, que instintivamente vão tentar identificar se é um momento de ameaça, pra desviar, é claro. Se estiver tudo bem, dobrando a esquina o fotógrafo já virou história. Agora, se você precisa tirar fotos focando em um grupo ou alguém, peça permissão e tente bater um papinho rápido. Quem sabe não te pedem pra mandar a foto depois? A mesma dica vale pra acontecimentos incomuns, metrôs, parques, feiras, enfim, tudo que envolva regras: pergunte aos donos ou organizadores se tudo bem tirar fotos ali.

Ah, e companhia é sempre bom! Chamar um amigo para te ajudar com as fotos também é um jeito de diminuir o desconforto, afinal tem uma pessoinha de confiança logo ali. E se o que você tem é medo de roubarem sua câmera, contar com o reforço dos amigos é mais válido ainda, assim como preferir fotografar em lugares mais movimentados, se possível.

No mais, foque no que você quer registrar e se desligue um pouco do mundo. Consiga sua foto e siga sua vida, não importa o que vão pensar. Espero que essas dicas ajudem aí. Você já passou por alguma situação engraçada ao fotografar em público? Me conta nos comentários!

Post originalmente publicado no dia 18/07/2012 e revisado para se adequar aos novos padrões editoriais do blog.

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