• Promoções
01 de fevereiro de 2013 //

Como de costume, os sorteios aqui no blog são feitos através do site random.org, tirando um dia, hora e minuto e procurando o comentário anterior (preferência para quem foi mais rápido, né?) no post original.

A data sorteada foi 31/01/2013 às 03:58. Logo, o ganhador desse lindo copo em forma de lente foi o leitor Heber Lopes, que comentou às 00:06 do mesmo dia. Parabéns, Heber! A Ops! Criei entrará em contato com você, se não houver retorno nos próximos 3 dias, teremos que refazer o sorteio.

O que mais vocês gostariam de ver sendo sorteado aqui no blog? :)

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  • Fotografia
30 de janeiro de 2013 //

Nesse meu clima de aniversário, quis trazer para vocês uma série de fotos bonitas com o mesmo tema. Bom, na verdade eu não encontrei lá as imagens mais criativas do mundo, a maioria mostram… bolos! Mas a intenção foi das melhores, espero que gostem! :)

Jessica

Jessica

Cheyenne

Cheyenne

Emily

Emily

Chris Little

Chris Little

Colleen

Colleen

Megan Tilley

Megan Tilley

Rubo Stars & Lore Stars

Alexandra K.

Alexandra K.

Breno Galtier

Breno Galtier

Kyra C.

Kyra C.

Cheyenne

Cheyenne

Nidia

Nidia

Melina Souza

Melina Souza

Caiti Borruso

Katrina Shafer

Katrina Shafer

Mario Zamora

Mario Zamora

Martin

Martin

Zi Nguyen

Zi Nguyen

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  • Pessoal
30 de janeiro de 2013 //

Há 20 anos atrás, mais precisamente às 9:45 da manhã, este que vos fala estava nascendo em uma maternidade da pacata Cataguases. Não tenho muito o que dizer, na verdade nunca fui bom para escrever textos enormes e reflexivos sobre a vida, só tenho três coisas para deixar aqui:

  1. Os últimos 5 anos passaram MUITO rápido.
  2. Jesus, como eu estou velho! Hahaha
  3. Hoje é meu dia, só meu, portanto decreto feriado internacional nacional municipal familiar para todos os envolvidos! :)
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  • Decoração
29 de janeiro de 2013 //

Seguindo minha obsessão por mood boards como contei naquele post, hoje fiz mais um, dessa vez recheado de inspirações para aplicar a forte tendência do degradê (ou ombré, se preferir) na decoração. Como ela se estende também ao vestuário, calçados, etc, imaginem como eu fiquei aqui salvando um monte de imagens de todas essas áreas no computador!

Vocês gostam quando esse tipo de post vem acompanhado de links para saber onde comprar? Posso começar a acrescentar essa parte nos próximos. :)

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  • Livros
29 de janeiro de 2013 //

Clássicos literários me dão sono e quando li Os Miseráveis não foi tão diferente. Literatura romântica do século XVIII nunca foi o meu forte, então não nego que foi necessário um grande esforço para encarar as 1390 páginas, 5 partes, 48 livros e 130 capítulos da versão brasileira (Série Ouro) do clássico do Victor Hugo. Porém, um esforço partilhado com a enorme compaixão e simpatia esbanjada pelos personagens (algo notável até nos antagonistas, se consideradas suas motivações) e pela visão da sociedade francesa traduzida pelo autor.

Para o livro, Victor Hugo buscou conhecer a fundo a margem da sociedade da França através de uma extensa pesquisa de campo. Assim, ele criou um romance fantasioso para retratar uma realidade vivida pela França no século XVIII (quando o autor já estava exilado). Inicialmente, a história se concentra em Jean Valjean, um homem reprimido, antigo presidiário pelo roubo de um pão, e sua vida de boas ações após a libertação. No meio do caminho, Valjean ajuda Fantine, uma jovem sofredora oprimida pela sociedade, e sua filha Cosette, uma menininha adorável que, devido às condições financeiras de sua mãe, é obrigada a morar com o casal Thenardier, que faz da coitada uma empregada. Desse ponto, a história cresce, aumentando cada vez mais o número de personagens, muitos deles que são também protagonistas, e a trama chega a envolver batalhas e outras grandes consequências da Revolução Francesa e do império de Napoleão Bonaparte.

Narrado em 3ª pessoa, o livro possui uma linguagem bastante simples e conotativa, ao mesmo tempo em que é rica em conhecimento e em detalhes. Poderia até se dizer que Victor Hugo é o Tolkien da 3ª fase do romantismo (ou Tolkien é o Victor Hugo da fantasia, tanto faz), devido à quantidade de detalhes com que os autores discorrem as suas tramas. Para cada personagem (por menor que seja seu papel) e para cada locação há uma descrição delicada, e isso fica claro já nos primeiros capítulos (onde ele discorre extensamente sobre a vida de um bispo, que, no fim das contas, tem uma pontinha minuscula na vida de um dos protagonistas). Como consequência desse detalhismo, há em Os Miseráveis uma história grandiosa e universal, que retrata as consequências do poder governamental, apesar de cansativa e extensa. Mas os detalhes são uma necessidade para Os Miseráveis; sem eles, a história não teria o potencial crítico que tem (e nisso Victor Hugo é muito sutil).

Como resultado de sua pesquisa de campo, Os Miseráveis foi fragmentado em um estrutura pouco sólida, que está sempre se interrompendo com a ajuda de um narrador oniconsciente intruso (ou seja, que se mete na história e está sempre explicando as interrupções com muito bom humor). Mas como o próprio intruso diz, as interrupções são justificáveis e uma necessidade para a história. Assim, o narrador está sempre expondo as intenções de Victor Hugo, que, de forma geral, divaga pela história sem se perder. A estrutura é pouco sólida sim, mas a história é bastante consistente e as divagações são a essência do estilo literário do autor.

Por mais que a obra prima de Victor Hugo seja exaustiva e pareça mais desnecessária do que realmente é, ela possui  potencial para alcançar qualquer leitor disposto a encontrar a alma da trama em meio aos comentários sociais do escritor. A vida dos personagens é tocante, assim como suas motivações e seus valores já perdidos, e sem a quantidade de detalhes atribuídos a cada um, muito se perderia e a história se tornaria vazia e sem um real objetivo – características que diferem a leitura romântica de Victor Hugo de muitas obras contemporâneas e que a faz perdurar como um clássico por mais de 150 anos.

Perdida por aí, há uma versão adaptada da história, concentrada apenas na trama principal, sem muito dos pensamentos camuflados do autor, e sem os trechos que aparentam ser desnecessários, mas eu recomendo a versão original.

Nesse ano será lançada mais uma adaptação cinematográfica de Os Miseráveis; um musical inspirado em uma peça teatral de grande sucesso (e esta foi inspirada na obra literária). O elenco conta com Amanda Seyfried, Russel Crowe, Eddie Redmayne, Samantha Barks, Helena Bonham-Carter, Anne Hathaway e Hugh Jackman (os dois últimos receberam indicações ao Oscar por seus papeis). O filme será lançado no dia 1º de fevereiro e em breve trarei minha opinião sobre o musical mais aclamado de 2012 para os interessados. :)

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  • Design
27 de janeiro de 2013 //

Estava com essa pauta nos rascunhos há um tempão e resolvi terminar para mostrar para vocês. É um projeto criado pelo designer filipino Dan Matutina, onde ele retrata grandes vilões e seus perseguidos mocinhos unidos por um coração. Versus/Hearts começou em 2010 e hoje a ideia ganhou um Tumblr oficial onde novas imagens são postadas. Na página About, a descrição genial é a seguinte:

Rivals hate each other, but deep inside they know they couldn’t exist without the other.
Rivais se odeiam entre si, mas lá no fundo eles sabem que não poderiam existir sem o outro.

Via Creative Journal
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  • Cinema
26 de janeiro de 2013 //

Quem conhece e já viu alguns dos filmes do diretor e roteirista Terrence Malick sabe o que sempre esperar de suas produções: fotografia exuberante e intimista (já é clássico esperar ao menos um trecho onde a câmera percorre gramíneas altas) e uma mensagem mirabolante que metade do público perde. Marca do diretor é trabalhar com ideologias pessoais, lições de vida, quase como livros de auto-ajuda, com grandes levas de belas imagens aleatórias do mundo incrível em que vivemos. Isso acaba exigindo do público doses de duas horas e pouco de atenção e dedicação, já que suas histórias se desenvolvem devagar e, na maioria dos casos, sem tramas claramente definidas (tudo em prol do foco, que é a mensagem final).

Terrence Malick não é cinematografista formado, por isso necessita de colaborações de profissionais como Emmanuel Lubezki e John Toll, mas fica bastante explicito que o diretor possui boa compreensão da linguagem da fotografia nos cinemas e sabe usar as câmeras,  dramatizando e pontuando bem a movimentação delas (em alguns momentos colocando o espectador em seu próprio lugar, como se estivesse atrás de uma janela, e em outros como se fosse parte da cena, movendo a câmera como se o espectador fizesse parte de uma dança com a produção).

Pouco se tem a dizer sobre os grandes planos fotográficos dos filmes de Malick, mas muito a observar em suas composições (especialmente quando são feitos por computação gráfica, um recurso bastante usado em A Árvore da Vida), por isso, listei abaixo algumas das cenas mais bonitas e interessantes da filmografia do diretor. Os trailers que acompanham as imagens são suficientes para que se note o tom dos filmes e para que tenham um gostinho das lindas cenas. Recomendo que os assistam em alta definição. ;)

A Árvore da Vida (The Tree Of Life, 2011)

Além da Linha Vermelha (The Thin Red Line, 1998)

To The Wonder (To The Wonder, 2013)

Cinzas no Paraíso (Days of Heaven, 1978)

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