Melhor Ângulo - Fotografia, decoração, design e tudo o que me inspira!

O quão inusitado e refrescante é ver Kim Kardashian em roupas confortáveis, situações simples e fotos cruas como essas? O ensaio foi feito por Theo Wenner para a edição de agosto de 2015 da Vogue España, que diz:

“Kim Kardashian muda na velocidade da luz. Kim se muta. Kim Kardashian é como energia, que não é criada nem destruída, apenas transformada. Um dia é loira, no outro escala uma montanha em suspensórios e sutiã, no outro se veste de forma minimalista e, em seguida, começa de novo com imagem mais carregada possível. E como é Kim Kardashian de verdade? Como nessas fotos, basicamente. Deitada em um sofá, com as calças desabotoadas e o rosto cansado. E mais bonita do que nunca, porque é como ela é. Aqui não há velocidade, não há mutação. Aqui há verdade.”

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O styling é de Stevie Dance e a não-maquiagem é de Mario Dedivanovic. Veja todas as fotos aqui. E pode aparecer assim mais vezes Kim, a gente deixa. #KimNoFilter

Kim Kardashian · Instagram · Twitter
Theo Wenner · Site · Instagram

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18 de
setembro

Tava revirando fotos de 2009, 2010 e 2013 mais cedo. Bateu um sentimento nostálgico e ao mesmo tempo assustador: quanta coisa mudou pra mim em míseros 3 ou 5 anos. Fui além, pensei no início de 2016 e fiquei mais assustado ainda: apesar de aparentemente a mesma, minha vida virou de cabeça pra baixo em poucos meses. Eu mudei pra caramba, vocês aí também. Não sou mais o mesmo de 2010, nem de 2013, nem de 2015. E que clichê da minha parte. Os objetivos são outros, as perspectivas de vida também, o senso realista anda mais apurado. Depois de vários percalços e arapucas da vida, também pudera.

Os últimos meses têm sido corridos, estressantes, até tristes, e acho que isso justifica minha ausência. Meu único objetivo pra 2016 era melhorar minha organização, e apesar dos trancos e barrancos, vou conseguindo aos poucos. Hoje eu resolvi passar aqui e compartilhar um pouquinho do que anda passando pela minha cabeça e para onde o blog caminha.

Como todo o resto, a blogosfera não é mais a mesma, acho que todo mundo percebeu isso. Os blogs saturaram, muita gente passou a se dedicar a vídeos ou simplesmente pararam de blogar. O boom passou, ficaram só os que realmente amam isso aqui. Agora eu me vejo acompanhando blogs menores, feitos com mais amor e menos obrigação; blogs sobre hobbies, receitas, desenhos, textos, cotidiano. Esse contexto mais minha bagagem dos últimos 3 anos me distanciou do que o blog se tornou, e o resultado é: não me sinto mais tão bem representado. Acima de tudo esse é meu espaço na internet, mais do que qualquer conta em rede social, então como esse espaço pode não me representar?

Os cinco anos com o Melhor Ângulo foram muito importantes pra minha trajetória, mas acho que é hora de tomar outros rumos.

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Estou começando um novo projeto, que vai aproveitar parte do conteúdo publicado aqui, mas com uma cara nova e mais apropriada para a pessoa que eu sou hoje. Pode ser o fim do blog como vocês conhecem, com o nome que vocês conhecem, mas não é fim de fato, pelo contrário, devo aparecer mais vezes nas próximas semanas. Preparando o terreno, me preparando, até que tudo esteja pronto.

De qualquer forma, quero agradecer muito a todos vocês que ainda visitam, mesmo com meus sumiços. Aos que não entram mais, mas que contribuíram. Aos que comentam, compartilham, e aos que só lêem e absorvem o conteúdo. Aos que acompanharam toda a evolução do blog e a minha como pessoa. Muito obrigado mesmo, vocês são lindxs.

Até a próxima “era”.

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Álbuns mais ouvidos em 2015

Os assuntos do blog hoje estão divididos em algumas seções, por enquanto definidas só na minha cabeça. Uma delas se chama #ParaRelaxar, e reúne livros, filmes, séries e a partir de hoje… músicas! Nunca fui de falar de música por aqui, mas acho que encaixa bem na proposta dessa nova seção, que virá cheia de indicações pessoais, coisas que vou assistindo, lendo e ouvindo com o tempo.

Talvez ironicamente vou dar a largada nessa categoria com uma retrospectiva gigante de fim de ano. Fiz uma super pesquisa para descobrir os álbuns que eu mais ouvi e curti em 2015, utilizando as estatísticas do Last.fm, Spotify e adaptando alguns desses dados com minha cartada final. Isso porque se eu seguisse os rankings dessas redes à risca, só ia dar Britney Spears nesse post! Um dia vou escrever um pouco sobre minha relação com Britney e porque estou sempre escutando suas músicas, por enquanto hoje a lista tem álbuns que tiveram significados mais específicos na minha vida esse ano. Lembrando que eles não necessariamente foram lançados em 2015, ok? Let’s see.

Marina and the Diamonds - Froot

Marina and the Diamonds – Froot

Conheci o trabalho de Marina em 2012, com o Electra Heart. Na época eu passei meses com o álbum no celular, ouvindo quase todos os dias na ida e volta do estágio que fazia na cidade vizinha. Esse ano ela lançou seu terceiro álbum, Froot, que fica em primeiro na lista por ter sido o mais ouvido e também por ter músicas que transitaram em vários momentos esse ano: alegres, de bad, de rancor… As letras abrangem várias situações assim mesmo, de composição Marina entende e muito: são simples, profundas ao mesmo tempo e cheias de significado. Menos radiofônico que o anterior, mas também muito mais interessante e fiel à personalidade da cantora, que parece ter finalmente se encontrado na indústria.

Ouvi em vibes de: bad e alegria
Músicas preferidas: I’m a Ruin, Blue, Forget

Marina and the Diamonds - The Family Jewels

Marina and the Diamonds – The Family Jewels

Marina de novo! Um dia decidi ouvir o primeiro álbum dela com mais calma, nunca tinha prestado muita atenção por achar que não seria tão bom. Queimei a língua bonito. The Family Jewels foi um debut super significativo na carreira de Marina, um álbum repleto de críticas à indústria da música, à sociedade e até a pessoas próximas que aparentemente duvidavam que ela teria um futuro fazendo o que realmente gosta, como ela conta em Are You Satisfied?Mais leve e divertido que o Froot, porém tão único quanto.

Ouvi em vibes de: autoconfiança
Músicas preferidas: Oh No!, Hollywood, Are You Satisfied?

Foster the People - Torches

Foster the People – Torches

Embalado pela presença do Foster no Lollapalooza em março, fiquei obcecado pelo Torches depois de muito tempo sem ouvir. Tal obsessão perdurou durante o ano todo, o que me levou a conhecer ainda mais sobre a banda que já estava guardadinha no meu coração desde 2011. Inclusive, fiquei chateadíssimo com a saída do Cubbie Fink em setembro, quando um integrante se desliga bate sempre aquele medo de ser o início do fim de uma banda. O Torches teve um papel importante em momentos felizes esse ano, mas Foster the People tem um poder parecido com Marina na minha vida, de transitar em várias situações. O Supermodel por exemplo já é perfeito para momentos de bad e rebeldia, mas enfim, isso não vem ao caso.

Ouvi em vibes de: alegria
Músicas preferidas: Miss You, Houdini, Helena Beat

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De uns dois anos pra cá fiquei obcecado por mood boards, salvando 1000 imagens e montando boards no Pinterest com determinados temas pra me inspirar. Hoje eu resolvi compartilhar ideias – que eu venho guardando desde antes do Natal – de como decorar com luzes tipo pisca-pisca sem passar a impressão imediata de festas de fim de ano, ou seja, tentar incorporá-las o ano inteiro nos cantinhos da casa. Quer ver?

Luzes de Natal o ano inteiro

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1. Home office e luzes de Natal criam uma combinação infalível. Quando a parede é cheia de quadros ou pôsteres como nesse exemplo, fica legal “emoldurar” tudo isso, com o fio bem retinho. Se você gosta de um ar mais bagunçado, também pode apoiar as luzes em pregos dispostos aleatoriamente na parede.

2. Uma das ideias que eu mais gosto: encher vidros, potes, garrafas e derivados com as luzes. Usando aquelas que não piscam, o efeito é de uma luminária fraquinha, que deixa o ambiente leve e relaxante.

3. Muito rico esse espelho gigante apoiado no chão com luzinhas menores que as normais. Com a moldura adequada a ideia serve tanto para quarto de adolescentes quanto adultos.

4. Clássica. Quem tem uma cama com cabeceira como essa, de ferro ou qualquer outro material, basta colocar as luzinhas por toda a borda e o resultado é essa coisa linda.

5. Com pregos ou fita adesiva, você consegue criar a forma de uma palavra pequena (ou não) na parede, com letra cursiva fica muito bonito! Não se esqueça de usar a tomada como parâmetro para não ter trabalho à toa e depois não conseguir ligar. Já aconteceu comigo, hehe.

6. A ideia lembra a da palavra aqui em cima, mas nesse caso, apenas uma letra foi envolvida pelas luzinhas. Você pode comprá-la pronta ou tentar criar uma com arame mais grosso e a ajuda de um alicate.

Luzes de Natal o ano inteiro

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8. Na imagem, as luzes formam um varal de fotos, sempre muito amor. Se você já tiver um com o fio normal, ainda dá pra enrolar as luzes em volta, o efeito é o mesmo.

10 e 11. A escada e a corda seguem a mesma ideia do espelho, as luzes deixam qualquer coisa mais interessante!

12. Camas tipo box sem cabeceira têm sido mais vendidas do que nunca, e a criatividade para criar a sensação de que ela está ali só depende de você. Nessa foto, as luzes foram estrategicamente moldadas para parecer o telhado de uma casa. Me passou aconchego só de olhar!

E aí, gostaram das ideias? Tem outras para compartilhar? Comentem aqui em baixo!

Post originalmente publicado no dia 15 de janeiro de 2013 e revisado para se adequar aos novos padrões do Melhor Ângulo.
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