• Livros
20 de abril de 2013 //

Já faz um tempo que estou para resenhar alguns livros que comprei durante o ano passado, mas vocês me conhecem e já devem imaginar o quanto eu demorei para terminar de lê-los, né? Aliás, ainda faltam dois para completar, hehe. Mas vamos ao que interessa, shall we?

O primeiro livro dessa leva literária é o que deu origem a um dos meus filmes favoritos: O Diabo Veste Prada. Trata-se da história de Andrea Sachs, recente formanda que sonha em trabalhar no The New Yorker, mas que para chegar lá, aceita o desafio de ser assistente de Miranda Priestly, influente editora-chefe da revista de moda Runway. Na teoria, “milhares de garotas se matariam por esse emprego”; Andrea nem tanto. Sem toda a desenvoltura das altas e magras editoras que mais parecem modelos da própria revista, Andy já não começa bem; mas tudo fica dez vezes pior quando Miranda está envolvida. Sem dó, ela delega às suas assistentes (e a quem for necessário) tarefas absurdas, extracurriculares e várias vezes sem contexto algum; e isso não é nem a ponta do iceberg. Acreditem, o título do livro faz jus ao conteúdo.

Como assisti a adaptação para o cinema primeiro, é impossível não folhear as páginas pensando em Anne Hathaway e Meryl Streep fazendo maravilhosamente os papéis de Andrea e Miranda Priestly, respectivamente. Mas calma, não sou mais um dos que adoram soltar que “o livro é muito melhor do que o filme”. Gosto de separar bem as coisas e entendo quando alguns acontecimentos ou até personagens precisam ser diminuídos, como é o caso dos amigos de Andy, que perderam significativa relevância nas telonas. As protagonistas também mostram personalidades bem mais fortes na publicação: Miranda consegue ser cinco vezes mais odiável e Andrea, três vezes mais resistente e sarcástica, motivo para boas risadas inesperadas. Em resumo, apesar das diferenças, as duas versões conseguem ser ótimas, cada uma com a sua proposta, com seu público-alvo e com seu sucesso comprovado. ;)

Depois de alguns dias de espera pela entrega da Submarino (comprei usando um cupom de desconto), meu “julgamento pela capa” foi até muito bom. Preciso dizer que a da pós-adaptação me agrada mais que a original, mas eu ainda preferiria se ela não viesse com essas stills na parte inferior, não achei legal. Falando de diagramação, o espaçamento entre linhas estava ok, mas poderia ser um pouco maior para facilitar e deixar a leitura mais confortável. O papel é branco e a gramatura leve, o que também não contribuiu para eu amar a parte visual em geral.

De qualquer forma, Andy me conquistou, e mesmo terrível de se lidar, Miranda também ganhou um pedacinho do meu coração. Confesso que fiquei curioso para saber a opinião de vocês sobre o livro, principalmente sobre o final. Mas sem spoilers. ;)

Ficha técnica:

Título: O Diabo Veste Prada
Título original: The Devil Wears Prada
Autora: Lauren Weisberger
Tradução: Ana Luiza Dantas Borges
Ano: 2003
Editora: Record
Edição: 21ª
Páginas: 407

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  • Livros
29 de janeiro de 2013 //

Clássicos literários me dão sono e quando li Os Miseráveis não foi tão diferente. Literatura romântica do século XVIII nunca foi o meu forte, então não nego que foi necessário um grande esforço para encarar as 1390 páginas, 5 partes, 48 livros e 130 capítulos da versão brasileira (Série Ouro) do clássico do Victor Hugo. Porém, um esforço partilhado com a enorme compaixão e simpatia esbanjada pelos personagens (algo notável até nos antagonistas, se consideradas suas motivações) e pela visão da sociedade francesa traduzida pelo autor.

Para o livro, Victor Hugo buscou conhecer a fundo a margem da sociedade da França através de uma extensa pesquisa de campo. Assim, ele criou um romance fantasioso para retratar uma realidade vivida pela França no século XVIII (quando o autor já estava exilado). Inicialmente, a história se concentra em Jean Valjean, um homem reprimido, antigo presidiário pelo roubo de um pão, e sua vida de boas ações após a libertação. No meio do caminho, Valjean ajuda Fantine, uma jovem sofredora oprimida pela sociedade, e sua filha Cosette, uma menininha adorável que, devido às condições financeiras de sua mãe, é obrigada a morar com o casal Thenardier, que faz da coitada uma empregada. Desse ponto, a história cresce, aumentando cada vez mais o número de personagens, muitos deles que são também protagonistas, e a trama chega a envolver batalhas e outras grandes consequências da Revolução Francesa e do império de Napoleão Bonaparte.

Narrado em 3ª pessoa, o livro possui uma linguagem bastante simples e conotativa, ao mesmo tempo em que é rica em conhecimento e em detalhes. Poderia até se dizer que Victor Hugo é o Tolkien da 3ª fase do romantismo (ou Tolkien é o Victor Hugo da fantasia, tanto faz), devido à quantidade de detalhes com que os autores discorrem as suas tramas. Para cada personagem (por menor que seja seu papel) e para cada locação há uma descrição delicada, e isso fica claro já nos primeiros capítulos (onde ele discorre extensamente sobre a vida de um bispo, que, no fim das contas, tem uma pontinha minuscula na vida de um dos protagonistas). Como consequência desse detalhismo, há em Os Miseráveis uma história grandiosa e universal, que retrata as consequências do poder governamental, apesar de cansativa e extensa. Mas os detalhes são uma necessidade para Os Miseráveis; sem eles, a história não teria o potencial crítico que tem (e nisso Victor Hugo é muito sutil).

Como resultado de sua pesquisa de campo, Os Miseráveis foi fragmentado em um estrutura pouco sólida, que está sempre se interrompendo com a ajuda de um narrador oniconsciente intruso (ou seja, que se mete na história e está sempre explicando as interrupções com muito bom humor). Mas como o próprio intruso diz, as interrupções são justificáveis e uma necessidade para a história. Assim, o narrador está sempre expondo as intenções de Victor Hugo, que, de forma geral, divaga pela história sem se perder. A estrutura é pouco sólida sim, mas a história é bastante consistente e as divagações são a essência do estilo literário do autor.

Por mais que a obra prima de Victor Hugo seja exaustiva e pareça mais desnecessária do que realmente é, ela possui  potencial para alcançar qualquer leitor disposto a encontrar a alma da trama em meio aos comentários sociais do escritor. A vida dos personagens é tocante, assim como suas motivações e seus valores já perdidos, e sem a quantidade de detalhes atribuídos a cada um, muito se perderia e a história se tornaria vazia e sem um real objetivo – características que diferem a leitura romântica de Victor Hugo de muitas obras contemporâneas e que a faz perdurar como um clássico por mais de 150 anos.

Perdida por aí, há uma versão adaptada da história, concentrada apenas na trama principal, sem muito dos pensamentos camuflados do autor, e sem os trechos que aparentam ser desnecessários, mas eu recomendo a versão original.

Nesse ano será lançada mais uma adaptação cinematográfica de Os Miseráveis; um musical inspirado em uma peça teatral de grande sucesso (e esta foi inspirada na obra literária). O elenco conta com Amanda Seyfried, Russel Crowe, Eddie Redmayne, Samantha Barks, Helena Bonham-Carter, Anne Hathaway e Hugh Jackman (os dois últimos receberam indicações ao Oscar por seus papeis). O filme será lançado no dia 1º de fevereiro e em breve trarei minha opinião sobre o musical mais aclamado de 2012 para os interessados. :)

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  • Dicas
08 de janeiro de 2013 //

Carl Chapman

Sebos são espaços geralmente pequenos e modestos, mas muito bem frequentados por pessoas interessadas em leitura e que buscam bons livros com bons preços. Páginas amareladas – mais do que o normal – e bastante poeira são características muito comuns, mas faz parte e vale a pena. Onde mais você encontraria materiais raros, esquecidos por anos e com valor histórico acumulado assim?

Quando posso, gasto minhas tardes quentes de verão entre as frias e extensas estantes. Aqui vão 5 dicas para você que quer aproveitar melhor o local da próxima vez:

  1. Sempre vá com algo já em mente, seja um título ou um autor;
  2. Dê preferência para o canto de livros desorganizados. Mesmo que seja difícil encontrar o que está procurando, na maioria das vezes é nessa hora que você encontra algo raro ou que lhe chama a atenção;
  3. Passe por todas as prateleiras. Vocês não sabem o que eu já encontrei na seção de culinária!
  4. Se achar um livro que goste mas que está em más condições, continue procurando. É bem possível que exista outro exemplar perdido em meio aos montes.
  5. Nem sempre é legal ficar sozinho cheirando poeira, então leve um amigo e faça-o passar por poucas e boas com você!

Espero que sua próxima visita a um sebo seja muito proveitosa! Gostaram das dicas? :)

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  • Cinema
19 de outubro de 2012 //

Sabe aquela vontade que todo jovem tem de juntar suas poucas coisas na mochila e cair na estrada para seguir seu próprio caminho? Bem, isso não provém da juventude atual; na verdade, começou nos tempos dos seus avós. Estranho? Nem tanto.

geração beat, ou os beatniks, vieram dos distantes anos 50, misturando o jazz (que era a febre nos Estados Unidos) com a imensa vontade de tirar de moda a sociedade careta do momento. Rapidamente foram intitulados como a “geração perdida”. Sem esse movimento, possivelmente não haveria rock, hippies, e nem mesmo o Greenpeace! Eles foram os primeiros a parar e conseguir pensar diferente das pessoas da época, dando importância a liberdade e não ao consumismo. Um dos maiores expoentes dessa geração foram os escritores americanos Jack Keroac, Allen Ginsberg, Willian Burroughs e o famoso músico Bob Dylan. Além deles, muitos outros foram influenciados pelo estilo de vida anti-materialista dos beats, como os grupos Pink Floyd, Beatles, Stones e muitos outros.

Bem, de lá pra cá muita coisa mudou, mas o sonho de cair na estrada ainda permanece. E um dos primeiros homens a relatar essa experiência foi o célebre autor Jack Kerouac, que escreveu um livro inteiro em três semanas sem parar, movido a muito café. O livro, intitulado On the Road (Pé na Estrada no Brasil), foi recusado várias vezes antes de se tornar um clássico mundial e considerado “a bíblia hippie”.

Abarrotadas de longas orações super adjetivas, a publicação conta as experiências do autor e suas viagens pelas rodovias, pedindo carona e dormindo em albergues mal iluminados. Aqui vai um trecho do livro:

[...] A mais incrível carona de minha vida estava prestes a surgir; um caminhão que tinha uma plataforma de madeira atrás e cinco ou seis caras esparramados por cima; os motoristas, dois jovens agricultores loiros do Minnesota, estavam recolhendo toda e qualquer alma solitária que encontrassem por aquela estrada — formavam a mais simpática, sorridente e jovial dupla caipira que se pode imaginar, os dois de macacão, camiseta e nada mais, ambos ágeis e com pulsos grossos, e um amplo sorriso de “cuméquitá?” resplandecendo para todos os que cruzassem pelo caminho deles. Eu corri, perguntei: — Tem lugar pra mais um? — Eles disseram: — Claro, suba, tem lugar pra todo mundo. [...]

A adaptação para filme teve seu lançamento em maio no Festival de Cannes e em julho aqui no Brasil. No elenco: Kirsten Dunst, Kristen Stewart, Sam Riley (como Sal Paradise) e Garrett Hedlund (como o amigo de sal, Dean Moriarty). Olha só o trailer:

Bom, se vocês acham que se deram bem com o tema, corram para as livrarias ou bibliotecas para ler o livro. E se aguentar ver o filme só depois, é sempre melhor. Só não posso garantir que depois aquela vontade de cair na estrada vá embora. Talvez ela até aumente. :)

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  • Cinema
28 de setembro de 2012 //

Oi! Eu sou novo por aqui, então antes de tudo vou me apresentar. Me chamo Uriel Laurentiz de Araujo, tenho 18 anos, e fui selecionado pelo Zé para falar um pouco sobre essas folhas de papel envoltas em capas, vulgarmente falando, os livros. Acho que comecei a me interessar por eles desde muito pequeno, e agora, depois de alguns anos, decidi levar mais a sério, não somente como leitor, mas como escritor também! Recentemente terminei meu segundo livro, e estou a procura de editoras que possam tornar meu sonho da publicação em uma realidade.

Hoje eu resolvi trazer para vocês uma dica de leitura que chega a ser um presente para todos aqueles que gostam de uma boa leitura. Tudo começou quando o colégio onde meu irmão estuda recebeu novos livros para a biblioteca. Toda a semana ele trazia um livro diferente, sempre no mesmo estilo: sagas medievais do tamanho de enciclopédias! Pra falar a verdade, depois de O Senhor dos Anéis, ainda não me aventurei muito nesse estilo.

Bom, só que uma tarde, ao invés de trazer outra saga medieval, ele me veio com um livro de umas 200 páginas, com uma capa bem infantil, que não me chamou muita atenção de início. Mas quando meu pai viu o livro parado em algum lugar, a primeira coisa que ele fez foi gritar o quão bom era! Resultado: na mesma manhã de sábado comecei a ler o livro, e ao entardecer já tinha  terminado, bati meu record pessoal, foi a primeira vez que li um romance em um dia.

O Aprendizado de Pequena Árvore (do original The Education of Little Tree) é um romance auto-biográfico do escritor americano Forrest Carter. Após perder seus pais, o garotinho vai morar com os avós que são índios cherokkes em um pequeno sítio perdido no meio das montanhas (Smoky Mountains, no estado Tennessee, para ser mais preciso). Lá ele começa seu aprendizado de vida, seguindo as filosofias de seus avós e seu povo.

Cheio de humor, boas aventuras e ação, esse livro conseguiu me prender o dia inteiro. E vou confessar uma coisa para vocês, esse foi um dos únicos livros que conseguiram arrancar lágrimas dos meus olhos. Depois de ler, me senti até iniciado no estilo de vida dos cherokkes. Todo o amor, a filosofia que envolve a trama ajuda a mostrar o verdadeiro sentido da vida.

Como todo bom livro hoje acaba virando adaptação para o cinema, com O Aprendizado de Pequena Árvore não foi diferente, tem algumas fotos aí embaixo no fim do post. Enfim, fica a dica de leitura para o fim de semana, um livro para todas as idades, todos os gostos e todos os torcedores de times diferentes! ;)

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  • Design
16 de setembro de 2012 //

Em maio (olha quanto tempo eu enrolei!) comprei meu primeiro livro relacionado a design para estudar um pouco, já que estou passando o ano longe da faculdade. Bom, na verdade o “Quanto custa o meu design?” não foi bem uma escolha sobre teoria e sim sobre o dia-a-dia de um designer, os bastidores relacionados a finanças, bate-papo com clientes e processo criativo. Olha a descrição oficial da publicação:

“Neste livro, André Beltrão mostra de maneira divertida, concisa e didática os segredos para a gestão eficiente da carreira do freelancer. São muitas – e fundamentais – as dicas: como alocar os diversos custos fixos e também os variáveis de cada projeto; de que forma calcular juros para parcelamentos; quando dar descontos; qual a hora ideal de abrir uma empresa; dicas para se relacionar com os clientes (inclusive com os difíceis) e como valorizar o seu trabalho e administrar trabalho/vida pessoa, sem dramas. Entre outras questões também imprescindíveis à chamada “carreira solo”, o autor ainda ensina a montar planilhas, aliadas importantes no dia-a-dia do freelancer.

Escrito por um designer e com exemplos de casos do dia a dia do profissional da área, o livro será um ótima ferramenta também para outros profissionais de prestação de serviços. O desafio da Gestão financeira é uma realidade de áreas diversas, como arquitetura, engenharia, etc. O livro certamente irá ser muito útil!”

Minha opinião: Viciante. Sem exageros, li tudo em 5 dias só nas idas para o trabalho e antes de dormir. A linguagem é muito fácil e jovem, rolam até algumas brincadeiras aqui e ali! Sobre o conteúdo, posso dizer que me ajudou demais principalmente quando o assunto é cuidar dos dinheiros direitinho, controlar o que entra, o que sai, e montar orçamentos realistas para meus clientes, que atendem as minhas necessidades como ser humano que paga as contas em dia! O livro é super barato (29,00 no site da Editora 2AB) e apesar de não ter milhões de páginas, vale muito a pena, principalmente se você está começando a fazer alguns trabalhos como designer agora e não sabe quanto cobrar, nem administrar seus projetos.

Primeira review de um livro no blog, falei bem ou fui péssimo como tô lendo aqui? ASDHSUDS Já estou lendo o “O essencial do Design Gráfico” e quanto terminar vai ter mais. ;)

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  • Compras
06 de agosto de 2012 //

Como várias pessoas no primeiro post (veja aqui) sentiram falta de outras profissões, decidi dar continuidade ao tema “Lendo mais sobre sua futura profissão”. Essa parte 2 terá uma atualização com os novos livros que chegaram no site da Editora Senac e com outras profissões como Jornalismo, Arquitetura e Urbanismo, Propaganda e Mídia e outras.

Arquitetura, Urbanismo e Design de Interiores

1. Criando paisagens | Guia de trabalho em arquitetura paisagística – Benedito Abbud R$62,90

Sinopse: A arquitetura de paisagens possibilita a criação planejada de ambientes construídos com elementos vivos, de modo que promovam o bem-estar das pessoas que por eles transitam. Nesse livro, são apontados diversos recursos (cor, forma, aroma, sons, textura, sabor) que essa disciplina nos oferece para projetar espaços vivos e mutáveis, os quais nos convidam a com eles interagir de maneira sensível, e não apenas pragmática.

2. Desenho universal | Métodos e técnicas para arquitetos e urbanistas – Silvana Cambiaghi R$71,10

Sinopse: A preocupação com a acessibilidade de todos aos produtos e aos ambientes construídos é fundamental para a edificação de uma sociedade igualitária. A autora analisa a atuação dos profissionais brasileiros e dá provas concretas – com exemplos, imagens, apresentação de técnicas, discussão sobre a legislação – de que a formação acadêmica é fundamental para que a arquitetura, o urbanismo e o design sejam exercidos de forma a garantir uma relação de mão dupla entre o ambiente e as pessoas.

3. Projetando espaços | Guia de arquitetura de interiores para áreas residenciais – Miriam Gurgel Preço sob consulta

Sinopse: Projetar e apresentar soluções diferenciadas são os principais desafios desse livro. Imprescindível para profissionais e alunos da área de design de interiores, apresenta de forma objetiva os conceitos e princípios básicos dessa área, e alia a exposição de informações técnicas e teóricas a aberturas criativas, que imprimem organicidade e consistência artística ao planejamento.

4. Rosa Kliass | Desenhando paisagens, moldando uma profissão – Ruth Verde Zein R$129,90

Sinopse: O livro retrata os mais de 50 anos de trabalho de uma profissional cuja trajetória se confunde com o desenvolvimento, no Brasil, da arquitetura paisagística, atividade tornada fundamental diante da necessidade de recuperação de ambientes degradados pela expansão desordenada. As soluções apresentadas para as diferentes necessidades de cada projeto formam mais do que um memorial do paisagismo brasileiro: constituem um rico material de referência para estudantes e profissionais.

5. Projetando espaços | Design de interiores – Miriam Gurgel Preço sob consulta

Sinopse: Projetar e apresentar soluções diferenciadas são os principais desafios desse livro de Miriam Gurgel. Esse manual, imprescindível para profissionais e alunos da área de design de interiores, apresenta de forma objetiva os conceitos e princípios básicos dessa área, e alia a exposição de informações técnicas e teóricas a aberturas criativas, que imprimem organicidade e consistência artística ao planejamento.

Propaganda e Mídia

1. Propaganda responsável | É o que todo anunciante deve fazer – Ana Cláudia Marques Govatto R$37,90

Sinopse: O consumidor de hoje – cada vez mais exigente – demanda das empresas uma atuação social mais responsável. Essas, por sua vez, sabem da importância de ter um comportamento ético e socialmente engajado para ser bem-sucedidas. Para ilustrar a importância dessas duas tendências e a influência da propaganda no comportamento das pessoas, a autora propõe a análise de peças publicitárias de empresas anunciantes consideradas organizações socialmente responsáveis.

2. Como ingressar no mercado publicitário – Daniel Pimenta R$39,90

Sinopse: Em Como ingressar no mercado publicitário, Daniel Pimenta revela os bastidores do mundo da Publicidade, além de motivar, orientar e preparar o leitor, de forma simples e compreensível, para o caminho que todo publicitário, em início de carreira, deve percorrer para se tornar um profissional de sucesso.

3. Tudo o que você não queria saber sobre propaganda – Newton Cesar R$47,00

Sinopse: Apesar de o título desta obra ser Tudo o que você não queria saber sobre propaganda, ela não poderia jamais deixar de ter sido escrita, pois trata exatamente de mostrar claramente as oportunidades e as dificuldades que enfrentará o futuro publicitário no mercado de trabalho. Além de buscar uma reflexão sobre o dia a dia em uma agência de propaganda, Newton Cesar também traz ao leitor os questionamentos mais importantes de uma carreira publicitária dentro de uma agência de propaganda, sobretudo na área de criação, uma área tão procurada e ao mesmo tempo tão cheia de desafios. Assim, acompanhando as dificuldades do mercado de trabalho e tentando suprir essa lacuna de conhecimento , esta obra se torna importantíssima tanto para a comunidade quanto para o profissional e, após a leitura deste livro, nossos futuros publicitários terão bem mais certeza de quais caminhos percorrer para se tornarem excelentes profissionais e, sobretudo, objetividade nos desafios a vencer.

4. Os primeiros segredos da direção de arte – Newton Cesar R$47,00

Sinopse: Os primeiros segredos da direção de arte faz jus ao nome. Ensina desde noções de desenho – importantes para fazer um esboço de uma idéia – até o passo a passo para se fazer uma ilustração digital realista no Photoshop. Outros aspectos como a proporção, a perspectiva, as cores, a composição, a observação e, ainda, assuntos como o processo criativo e a apresentação de uma campanha publicitária são tratados sob uma ótica pouco vista. Essa obra foi concebida para resgatar assuntos importantes que, por causa da era digital, têm caído no esquecimento, mas que são indispensáveis para alicerçar a profissão de quem deseja se tornar um diretor de arte.

5. Enciclopédia básica da mídia eletrônica – Ricardo Pizzotti R$88,20

Sinopse: O autor, experimentado profissional da mídia eletrônica, dedicou-se ao trabalho de listar e explicar seus vocábulos correntes, na forma de verbetes, remetendo também a outros, num cuidadoso cruzamento de informações. O esforço resultou nesse livro indispensável aos que atuam na área, e também aos interessados na cultura e nos recursos midiáticos do mundo contemporâneo.

6. Direção de arte em propaganda – Newton Cesar Oliveira R$52,00

Sinopse: Nessa edição, ampliada e atualizada, o livro trata de diversos temas da área de publicidade e desenho industrial, entre eles mídia eletrônica, impressa, design, tipologia, layout e outros. A obra, que é uma espécie de glossário da área, desenvolve os assuntos de forma leve e didática. A leitura é indicada para todos que se interessam pelo assunto e para profissionais e alunos de publicidade e desenho industrial.

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