Categoria: Diário - Página 6 de 7 - Melhor Ângulo

Em algum momento desse fim de semana eu estava lendo sobre a campanha “Eu quero sua câmera velha“, do Queimando Filme e me toquei que eu nunca tinha falado direito sobre minhas duas câmeras “de gaveta” aqui no blog. Pronto, pauta de segunda na mão!

Se você nasceu no início dos anos 90 (ou antes disso), com certeza sua família tinha uma câmera analógica que era levada para todas as viagens e registrava todos os momentos mais legais dos fins de semana. Comigo não foi diferente; minha mãe sempre tomou a iniciativa de fotografar meus irmãos e eu desde bebês, enquanto meu pai nunca ligou pra isso, hehe. Um pouco antes de eu nascer, ela comprou nossa primeira câmera (antes disso as fotos eram feitas com câmeras emprestadas), uma Kodak preta que foi roubada quando eu tinha uns 5 anos, então eu nunca pude saber o modelo para pesquisar sobre ela hoje, e quem disse que alguém aqui em casa lembra? Quando a câmera foi roubada, minha mãe comprou uma bem baratinha, e uns anos depois, depois de alguns defeitos, uma terceira, também baratinha, que eu tenho aqui comigo: a Tron Linea.

Em 2009, fascinado pelo mundo analógico, eu queria voltar a fotografar com filme. Mas só em 2010, eu peguei emprestada a Yashica MG-3 da minha amiga (ela me deu de presente depois, valeu de novo friend!) e não quis deixar o filme de lado nunca mais! Tá que até hoje eu só fotografei 4 rolos (tô no 5º), por falta de dinheiro tempo e criatividade, mas eu tô só começando, me deixem! AUISHDSDF

Vocês têm essas câmeras analógicas jogadas no fundo da gaveta? Quais os modelos? Tá na hora de comprar um filme e botar todas pra trabalhar, coitadas, tão pedindo por carinho!

Pra terminar, algumas fotos feitas em 2010 e no início de 2011 com a Yashica MG-3.

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Três meses atrás eu comprei uma Zenit 122 no impulso (não que eu tenha me arrependido) e fotografei durante duas semanas meu segundo filme com ela, de novo um Kodak ColorPlus ISO 200. Saíram 27 das 36 fotos e eu fiquei super feliz com o resultado, principalmente porque dessa vez não pedi revelação + impressão, e sim reveleção + digitalização.

O que isso tem a ver? No momento eu não tenho tanto interesse em ter as fotos impressas no papel, apesar de achar indispensável como forma de preservar a memória. Mas como eu uso muito mais a forma digital, pedi para fazer a digitalização do filme, o que saiu mais barato (R$14,00 + R$1,50 o CD) e a qualidade ficou perfeita, deixou no chinelo minhas outras fotos analógicas digitalizadas na minha multifuncional!

Estão aí, em miniatura pra não perder a graça quando irem para o Flickr.

(3) Pezim de mãe; (4) Estudar um pouco, né? Versão Instagram aqui; (6) Pé do Zé domingo de manhã; (8) Acordando.

(1) Light leak, aí sim! (2) Não há velocidade que pare essa menina; (4) Extravagância, porque eu sou pobre e mesmo o pequeno é caríssimo; (5) Minha preferida do filme! (6) Versão Instagram aqui; (8) Grade da minha primeira escolinha, cores de infância.

Gostaram, pessoal? (:

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Como eu contei pra vocês nesse post, comprei uma Zenit 122 no início de maio e fotografei durante 10 dias com um filme Kodak ColorPlus ISO 200. Sexta passada deixei ele numa das três lojas de fotografia aqui em Cataguases (sim, só três) e eles me entregaram tudo terça-feira, já que o serviço é terceirizado. Saíram 33 das 36 fotos e eu fiquei bem satisfeito com o resultado, mesmo sendo meu primeiro filme com a câmera, ou seja, na ansiedade de terminar o filme, as cenas foram bem do cotidiano mesmo, a maioria aqui em casa e algumas no meu trajeto pro trabalho.

Não briguem comigo, mas fiz miniaturas de tudo pra não pesar o post e principalmente pra não perder a graça quando eu postar no Flickr, né? Coloquei todas as fotos, das minhas favoritas às com foco mal feito, as de teste e as repetidas. Ah! E elas estão na ordem em que foram tiradas. Espero que gostem!

Fail pra foto do gato que ficou totalmente sem foco. Ainda tiro fotos de gatos, acho bem daquelas fotos carta na manga, 90% de chances de saírem boas. O cachorro estava dormindo no jardim de uma casa abandonada, vi quando estava voltando do trabalho e ele nem me viu tirar a foto de tão pesado que estava o sono! O senhor das mexericas é meu pai, by the way. (:

Trêm barulhento, sô! Mas sempre gostei dele, me pego contando os vagões toda vez! Não reparem nas duas fotos do telefone, fiz quase sem olhar no visor e uma delas até que ficou boa!

Minha sobrinha dominou essas aí em cima. Sinceramente, não sei como consegui arrancar um segundo de pausa dela com seus afazeres (mexer nas minhas coisas e nas rosas cheias de espinhos).

As quatro primeiras estão incluídas nas minhas favoritas, principalmente a dos sapatos na janela. A da cama foi pra testar as baterias do fotômetro, veja só a bagunça, foi num dos dias que eu passei mal. Fiquei surpreso da última ter saído, as últimas fotos dos meus filmes nunca saem!

Minha impressão geral do resultado foi muito boa, gostei das cores, do foco da lente, e esse filme é realmente muito bom, sensibilidade 200 é tipo pau pra toda obra! Quem me segue no Twitter viu que fiquei orgulhoso mesmo foi de ter conseguido configurar velocidade e abertura direitinho mesmo sem fotômetro (os leds não estão funcionando, preciso arrumar) e LCD! Sinal que as aulas da Gleice na faculdade surtiram efeito (mesmo ela não sendo muito generosa na minha nota).

Mas e aí, gostaram? Quais foram suas favoritas? Compartilhem comigo!

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Tudo começou com uma ponta de inveja da Gabi (@ohnaogabi), que tinha acabado de postar uma foto no Facebook da sua lomokino novíssima em folha. Depois de deixar meu comentário, me vi com vontade e saudades de passar o resto do dia lendo sobre fotografia analógica em blogs, no site da Lomography, e favoritando fotos do tipo no Flickr. Bem, passei pelo menos 3 dias assim, até que vi uma brecha na planilha de planejamento dos meus dinheiros e a partir daí foi tudo muito rápido: escolhi o modelo, vasculhei pela internet, avaliei a loja/vendedor e pronto, minha Zenit 122 estava comprada numa noite de domingo, chegando uma semana depois, segunda-feira.

A Zenit 122 (veja fotos) é uma câmera produzida principalmente na Rússia e na Bielorrússia, assim como os outros modelos da marca. Sua produção começou nos anos 90 (a minha é de 93, mesmo ano que eu nasci!) e foi até 2003; hoje ela não é mais fabricada, o que me levou a comprar uma usada, no Mercado Livre mesmo, depois de muita pesquisa e cuidado, claro. O kit dela vinha com uma lente ou Helios 44M-2 58mm f/2.4 ou um MC Zenitar 50mm f/2, na minha veio a 58mm. Colocar o filme, depois rebobinar e tirar não foram tarefas difíceis, o sistema dela é bem parecido com a maioria das analógicas, fiz tudo sozinho mesmo, com medo de perder o filme, mas deu tudo certo!

Câmeras analógicas usadas e desse mesmo porte, SLRs, geralmente custam de 100 a 300 reais nesses sites de venda e revenda. A minha foi 150, com frete e taxas saiu a 182. Achei um bom preço, visto que ela só veio com um probleminha (que já pretendo resolver).

No mais é isso! Separei algumas fotos feitas com ela dos meus contatos no Flickr, olha só:

Sexta-feira tem post mostrando as fotos que saíram do primeiro rolo que usei na câmera! Todos aqui, façam o favor.

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