Categoria: Diário - Melhor Ângulo

Minha família inteira usa óculos e eu nunca tinha percebido isso até começar a não enxergar algumas coisas direito; era uma questão de tempo até eu também precisar usar. Engraçado que na escola, eu sempre ganhava quando eu e meus amigos brincávamos de ver quem dava conta de ler o texto mais longe (placas, outdoors, etc), e de repente eu não conseguia enxergar nem o nome do ônibus que vinha. Em 2013 eu finalmente criei vergonha e me consultei com uma oftalmologista, daí que, realmente, eu tenho um pouco de miopia, um grau baixinho.

Paralelo a isso, acho que eu nunca desgostei de óculos de grau como a maioria, lembro de mim pequenininho vendo as pessoas usando e achando incrível! Tudo bem que até então caía muito no esteriótipo de gente intelectual, mas com o tempo eu passei a levar mais como um acessório, parte do estilo de cada um. Quando descobri minha necessidade nas lentes, fiquei até que feliz, finalmente poderia usar óculos como parte do meu “look do dia”. ;)

Armações de óculos Zé Zorzan

Ainda em 2013, o orçamento andava baixo e eu queria algo bonito e barato, mas não encontrava em Juiz de Fora, aqui era 8 ou 80. Eu sempre gostei muito do Clubmaster da Ray-Ban, então procurei algo assim (mas que coubesse no meu bolso) e acabei comprando no Enjoei, usadinho mesmo. Usei esses óculos por cerca de 2 anos, até que minha receita mudou e precisei trocar por outro. Confesso que essa segunda armação era bem mais ou menos e nem vou mostrar aqui no blog, porque de tanto não gostar eu deixei de usar na cara dura e saí por aí não dando oi pras pessoas por não enxergá-las na rua! Hahaha

Armação de óculos Enjoei Zé Zorzan

No passado as coisas melhoraram ($) e eu resolvi finalmente comprar minha segunda armação oficial. Eu já podia investir um pouco mais, mas ainda não rolava de pagar 700 golpes num óculos, né? Por isso comprei na Livo, uma marca que produz as armações e, se você quiser, as lentes também, como eu fiz. É um serviço bem legal e foi minha primeira experiência comprando óculos online; passei a usar um óculos de mais qualidade, mas num preço ainda legal!

Essa é particularmente minha armação favorita! O modelo é retrozinho e lindo, a cor (um caramelo) orna com meu cabelo e olhos, e, o mais importante, emoldura muito bem meu rosto.

Armação de óculos Livo Zé Zorzan

Pula pra esse ano, quando eu fiquei fascinado por armações transparentes. Eu queria um óculos diferentão pra dar aquele up nos looks mais simples, e como eu curti muito o modelo Art da Livo, acabei comprando de novo, só que nessa cor (ou falta de cor). À propósito, foi essa armação que me motivou a escrever esse post, já que eu vivo recebendo mensagens no Instagram perguntando “de onde é esse seu óculos transparente?”. Pois aí está!

Armação de óculos transparente Livo Zé Zorzan

E pra finalizar, como eu já contei pra vocês aqui com detalhes, recentemente fiz uma parceria com a Lenscope e eles me enviaram esses óculos pra testar o serviço de lentes deles no Brasil e eu curti de verdade. O modelo é mais redondinho e tortoise, cor/padrão que eu curto demais! Mesmo comprando na internet, as medidas funcionaram super bem no meu rosto e eu fiquei bem feliz de ter mais uma opção pra usar. ;)

Armação de óculos Lenscope Zé Zorzan

Acho que é isso, espero que tenha gostado! Para me ver usando os óculos, é só checar meu Instagram (#merchan). Se eu comprar mais alguma armação (provavelmente vai acontecer, visto que já virou vício), eu atualizo esse post e conto nas redes sociais. Me conta, cê usa óculos? Comenta aqui embaixo que modelo é!

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A última vez que usei minha Zenit 122 foi no final de 2012, cê tem noção disso? Vão fazer 5 anos e eu estou muito chocado com essa informação. Como previ no post da época, o motor da câmera já estava dando os primeiros sinais de falência e não deu outra: ela ficou parada todo esse tempo porque parou de vez. Alguma coisa estava presa (ou bamba) nas engrenagens e isso fazia com que eu não conseguisse passar para o próximo frame do filme, fotografando tudo pela metade. Daí que eu não tive muita saída, já que não conheço nem consegui achar alguém que consertasse aqui na região de Cataguases e Juiz de Fora. Resultado? Câmera na gaveta.

Até que num belo dia de céu azul eu decidi tomar uma atitude. Pesquisei nas profundezas da internet por vídeos, postagens de blog, conserto de outras câmeras, tudo pra ver se alguma coisa, qualquer coisa me dava uma esperança. Acabei abrindo a câmera e forçando uma pecinha que tem embaixo da manivela de rodar o filme e era isso, minha Zenit 122 voltou a funcionar que é uma beleza e eu fiquei me culpando por não ter feito isso antes.

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

Entre o mês de outubro de 2016 e março de 2017 fotografei situações do cotidiano, como sempre gostei de fazer com fotografia analógica. Usei o filme Ultramax ISO 400 da Kodak pra dar uma variada em relação ao clássico ColorPlus 200. A câmera ainda tem algum probleminha que cria pontos de luz no mesmo lugar em todas as fotos, provavelmente mofo na câmera. Tirei na edição, mas tenho que ver isso direito. Por enquanto vocês ficam com as minhas favoritas desse rolo. ;)

Fotos analógicas Zenit 122

Rolê pra ver e comprar plantinhas? Teve sim.

Fotos analógicas Zenit 122

Andando pela UFV quando fui dar uma palestra no ano passado.

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

Sabe a vontade que dá de fotografar alguém ou alguma situação bonita e bate uma vergonha de pedir? Pois eu fui em frente e abandonei esse medo. O casal deitado, o cachorrinho e os amigos aqui embaixo são resultados disso.

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

Fotos analógicas Zenit 122

O engraçado dessa última é que esse lugar não emite nenhuma luz azul nem rosa, foi tudo resultado da revelação (e eu dei uma intensificada, não vou mentir). Nada como a surpresa de saber como saíram as fotos de um filme. ?

Você aí sentia falta desse tipo de post aqui no blog? Comenta aqui embaixo o que achou das fotos! ;)

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Achei que 2016 seria só mais um ano, com as esperanças e os planos de sempre, nada demais. Mal sabia eu que a vida prepararia grandes arapucas não só pra mim, mas pra tanta gente por aí, um aninho que passou rápido como quem parecia ser inofensivo, mas não poupou problemas. Tá, é claro que não dá pra achar que depois de meia-noite tudo se resolveu. Ainda vai ter muito problema pra gente resolver sim, mas seguimos desejando coisas boas, torcendo por um ano melhor, e o mais importante: tentando enfiar na cabeça que nada muda se a gente fica parado só observando os dias passando e não fazendo nada.

Minhas “metas” continuam praticamente as mesmas, algumas delas já avançadas e alavancadas, e aproveitando que todo mundo anda dizendo que 2017 está marcado pra ser o início de um novo ciclo cheio de mudanças, por que não aproveitar? Mais do que qualquer coisa, 2016 me ensinou, muitas coisas, em todos as áreas da vida. Um dos destaques foi que aprendi o tal do foco, coisa que não sabia o que era há muito tempo, e agora é hora de aplicar todas essas lições num ano cheio de ação e de conquistas bacanas. Vamos tentar juntos?

Pode entrar, 2017, cê não sabe o quanto a gente te esperou.

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18 de
setembro

Tava revirando fotos de 2009, 2010 e 2013 mais cedo. Bateu um sentimento nostálgico e ao mesmo tempo assustador: quanta coisa mudou pra mim em míseros 3 ou 5 anos. Fui além, pensei no início de 2016 e fiquei mais assustado ainda: apesar de aparentemente a mesma, minha vida virou de cabeça pra baixo em poucos meses. Eu mudei pra caramba, vocês aí também. Não sou mais o mesmo de 2010, nem de 2013, nem de 2015. E que clichê da minha parte. Os objetivos são outros, as perspectivas de vida também, o senso realista anda mais apurado. Depois de vários percalços e arapucas da vida, também pudera.

Os últimos meses têm sido corridos, estressantes, até tristes, e acho que isso justifica minha ausência. Meu único objetivo pra 2016 era melhorar minha organização, e apesar dos trancos e barrancos, vou conseguindo aos poucos. Hoje eu resolvi passar aqui e compartilhar um pouquinho do que anda passando pela minha cabeça e para onde o blog caminha.

Como todo o resto, a blogosfera não é mais a mesma, acho que todo mundo percebeu isso. Os blogs saturaram, muita gente passou a se dedicar a vídeos ou simplesmente pararam de blogar. O boom passou, ficaram só os que realmente amam isso aqui. Agora eu me vejo acompanhando blogs menores, feitos com mais amor e menos obrigação; blogs sobre hobbies, receitas, desenhos, textos, cotidiano. Esse contexto mais minha bagagem dos últimos 3 anos me distanciou do que o blog se tornou, e o resultado é: não me sinto mais tão bem representado. Acima de tudo esse é meu espaço na internet, mais do que qualquer conta em rede social, então como esse espaço pode não me representar?

Os cinco anos com o Melhor Ângulo foram muito importantes pra minha trajetória, mas acho que é hora de tomar outros rumos.

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Estou começando um novo projeto, que vai aproveitar parte do conteúdo publicado aqui, mas com uma cara nova e mais apropriada para a pessoa que eu sou hoje. Pode ser o fim do blog como vocês conhecem, com o nome que vocês conhecem, mas não é fim de fato, pelo contrário, devo aparecer mais vezes nas próximas semanas. Preparando o terreno, me preparando, até que tudo esteja pronto.

De qualquer forma, quero agradecer muito a todos vocês que ainda visitam, mesmo com meus sumiços. Aos que não entram mais, mas que contribuíram. Aos que comentam, compartilham, e aos que só lêem e absorvem o conteúdo. Aos que acompanharam toda a evolução do blog e a minha como pessoa. Muito obrigado mesmo, vocês são lindxs.

Até a próxima “era”.

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