A parte do show do Oscar guardada para as questões técnicas, especialmente para as relacionadas à mixagem e edição de som, geralmente são as mais desprezadas e esquecíveis. Junto com elas estão as de melhor canção original, melhor curta e melhor curta animado. Dessas, a minha preferida é essa última categoria.
Os curtas animados costumam ser extremamente ricos, e como essa área do cinema não é muito valorizada comercialmente, as animações ganham destaque pela maior liberdade e expressividade com a economia adequada. Assim, acabam sendo bastante criativos e divertidos, até mesmo os mais trágicos. E o melhor de tudo: na maioria dos curtas animados há integralmente o uso de uma linguagem que, apesar de não ser uma exclusividade, enriquece esse ramo pela subjetividade e pela valorização da imagem e da trilha sonora: não possuem falas.
Esse ano, devo dizer que fiquei bastante dividido entre as escolhas para a premiação da Academia (que geralmente são os únicos que assisto, pois são mais fáceis de encontrar por aí) já que todos são muito adoráveis e criativos.
The Simpsons: The Longest Daycare
O mais fraco de todos. O tipo de invencionice típica d’os Simpsons, com uma introdução desnecessária e que não se encaixa com o resto da pequena história, que também é bastante bobinha, apática e está muito longe de ter a criatividade e carisma dos outros curtas.
Fresh Guacamole
Esse é muito criativo e muito bem animado com stop-motion, o que cria uma naturalidade surrealista para a estranha culinária. Uma forma curiosa e divertida de abordar um vício de consumo da sociedade, mesmo que a intenção seja barata e a mensagem pouco efetiva (se é que a intenção realmente era criar uma figura de linguagem visual como tal). O design de som também é um ótimo atrativo do curta. A história? Bom, é uma pessoa preparando uma guacamole bastante curiosa. Fim.
Adam and Dog
O mais adorável, por um (mas não único) simples motivo: o protagonista é um cachorro (que eu me dei o direito de chamar de Adam). Tem os cenários mais bonitos e mais interessantes, e a animação é a mais curiosa, até mesmo nos modos do cachorro que são naturalmente expressivos e compreensíveis. É uma pena que a história seja bastante óbvia, mesmo que seja bem desenvolvida dentro do tempo de duração (é o mais longo).
Paperman
Já é de se esperar que a Disney tenha um curta animado entre os selecionados todos os anos (especialmente quando são colaborações com a Pixar, que não é o caso desse). Com Paperman ela mostra mais uma vez o seu bom uso da linguagem animada, até por que a história é simples e clara (graças ao ‘bom uso da linguagem’). Entre os indicados, é o único que consegue ser extremamente divertido e emotivo, especialmente pela animação e pelo tom, que tornam todas as cenas engraçadas ao mesmo tempo em que são tocantes (algo realçado pela ótima melodia do curta). Ainda, é muito interessante notar o único detalhe que não está em preto e branco e as expressões rígidas e cheias de traços de todas as outras pessoas ao redor do protagonista.
Trata de um homem que usa aviões de papel para conseguir se comunicar com uma mulher que o encantou.
Heads Over Heels
Por fim, a melhor história, a melhor direção e a animação mais esquisita. O meu preferido. Conta a breve história de um marido e uma esposa que não conseguem se compreender e por isso acabam vivendo vidas diferentes – e isso é retratado de uma forma muito curiosa e criativa -, ainda que na mesma casa. A história é muito inventiva, assim como seu desenvolvimento e sua abordagem.
Assistindo todos, qual foi o preferido de vocês? :)

Quem conhece e já viu alguns dos filmes do diretor e roteirista Terrence Malick sabe o que sempre esperar de suas produções: fotografia exuberante e intimista (já é clássico esperar ao menos um trecho onde a câmera percorre gramíneas altas) e uma mensagem mirabolante que metade do público perde. Marca do diretor é trabalhar com ideologias pessoais, lições de vida, quase como livros de auto-ajuda, com grandes levas de belas imagens aleatórias do mundo incrível em que vivemos. Isso acaba exigindo do público doses de duas horas e pouco de atenção e dedicação, já que suas histórias se desenvolvem devagar e, na maioria dos casos, sem tramas claramente definidas (tudo em prol do foco, que é a mensagem final).
Terrence Malick não é cinematografista formado, por isso necessita de colaborações de profissionais como Emmanuel Lubezki e John Toll, mas fica bastante explicito que o diretor possui boa compreensão da linguagem da fotografia nos cinemas e sabe usar as câmeras, dramatizando e pontuando bem a movimentação delas (em alguns momentos colocando o espectador em seu próprio lugar, como se estivesse atrás de uma janela, e em outros como se fosse parte da cena, movendo a câmera como se o espectador fizesse parte de uma dança com a produção).
Pouco se tem a dizer sobre os grandes planos fotográficos dos filmes de Malick, mas muito a observar em suas composições (especialmente quando são feitos por computação gráfica, um recurso bastante usado em A Árvore da Vida), por isso, listei abaixo algumas das cenas mais bonitas e interessantes da filmografia do diretor. Os trailers que acompanham as imagens são suficientes para que se note o tom dos filmes e para que tenham um gostinho das lindas cenas. Recomendo que os assistam em alta definição. ;)
A Árvore da Vida (The Tree Of Life, 2011)
Além da Linha Vermelha (The Thin Red Line, 1998)
To The Wonder (To The Wonder, 2013)
Cinzas no Paraíso (Days of Heaven, 1978)

Imagens tem ação subjetiva em potencial sobre a nossa mente, disso vocês já sabem. No caso de pôsteres de cinema, é a força de uma imagem bem feita que pode nos levar até a fila da sessão. Mas isso é tudo o que já comentamos no ano passado quando criamos, aqui no Melhor Ângulo, uma lista com os melhores pôsteres de 2011; agora chegou a vez de 2012.
Para o ramo cinematográfico, todo ano é ano de filmes bons e ruins, não interessa qual leva a maior. Esse ano, a divulgação nos cinemas ficou na maioria das vezes carregada de montagens óbvias e pouco criativas para traduzir a linguagem dos filmes; na maior parte das opções, a intenção foi ganhar o público jogando na cara o elenco maravilhoso que as produções têm.
Mas não tem problema. Ciscando direito, conseguimos trazer ótimos pôsteres para celebrar a longa vida do cinema. Os melhores acabaram sendo os mais simples, delicados e sóbrios, como o pôster de Drive, que é simplesmente um letreiro cor-de-rosa, muito utilizado nos anos 70 (uma época que o filme tenta resgatar com uma história de dias contemporâneos). Ou ainda o de The Place Beyond The Pines que se destaca pelo estilo, e o de Os Miseráveis que ganha pontos pela referência direta que faz à capa do livro de Victor Hugo, que inspirou o filme. Enquanto isso, o pôster de Prometheus em IMAX é hábil pelo mistério que cria ao trazer uma grande peça desconhecida dos fãs da série Alien sendo tomada pela escuridão e iluminada pela protagonista. Mas os melhores são os pôsteres de O Mestre, enriquecidos pela elegância e pela criatividade.
Abaixo vocês encontram a lista de pôsteres que selecionamos, que não estão em ordem de preferência. Diferente do ano passado, optamos por pôsteres que foram divulgados em 2012, indiferente da data do lançamento da produção.
Drive
Drive

Yoann Lemoine é um francês muito interessante e intrigante. Todos nós temos capacidades múltiplas, mas Lemoine se destaca por ser cantor, compositor, pintor, fotógrafo e diretor; basicamente, por sua capacidade artística. O francês, curioso como cineasta, tem seus trabalhos marcados pela contemporaneidade e pelo fundo reflexivo.
Yoann inicialmente já merece créditos por suas influencias: segundo suas próprias palavras, seu trabalho é inspirado em Terrence Malick, Gus Van Sant e Was Anderson, além de outros grandes nomes do cinema independente. Como diretor, é interessante que seus trabalhos o definam claramente como a pessoa curiosa que é, tentando sempre aproveitar as possibilidades cinematográficas pra unificar suas próprias capacidades. Prova disso é o seu olhar e sua sensibilidade para a fotografia em seus videoclipes e comerciais, que são sempre filmados com muita beleza e naturalidade, e que aproveitam a luz como elemento simbólico e funcional. Ou até a composição da arte dos vídeoclipes de Lana Del Rey, como em Born to Die, onde ele utiliza um cenário histórico de estilo para trazer simbolismos (assim como os tigres e a coroa de flores).
Dica: assistam aos vídeos em alta definição!
Sua sensibilidade estética se comprovou novamente com Lana no clipe Blue Jeans. Mais uma vez o drama está bem estabelecido e a reflexão é relativa. Entretanto, dessa vez ele capricha no slow motion de uma forma extremamente bem definida, que toma quase 95% de todo o vídeo. E novamente, a iconografia através dos crocodilos na piscina.
Enquanto isso, no vídeo para a marca de perfumes Lolita Lempicka, Lemoine adotou um conceito ainda mais exótico (até mesmo pelo aspecto da tela), conspiratório e podemos até dizer que visceral, pela forma como faz um tratamento profundo em sua personagem para trazer uma exploração da infância (que até chega a ser provocativo, em certos momentos). E nota-se que Elle Fanning foi uma excelente escolha, já que seu tom de pele, seus cabelos e olhos claros funcionam perfeitamente com as ideias do diretor. E mais uma vez a fotografia e a sua visão em geral traduzem seu grande valor como artista: garanto que quem o assistir ficará encantado pela sua concepção visual.
E agora entram os meus trabalhos preferidos do diretor: os videoclipes de seus projetos musicais. Com suas próprias músicas, Lemoine aproveita claramente o fato de ter poucas limitações criativas; se o vídeo de Lolita Lempicka foi visceral, então os de Woodkid (sua banda) são grotescos, ao mesmo tempo em que são puros e nitidamente estéticos. E, novamente, o ideal conspiratório é claro, mesmo que o conceito por trás dele não seja tão óbvio.
Basicamente, Lemoine adota como diretor um complexo de estética impecável, e atribui para a fotografia a característica mais marcante de seus trabalhos, sejam eles incrivelmente filmados em preto e branco, ou com luz suficiente para trazer transparência visual. Me inquieta apenas que o diretor se preocupe tanto com o contexto visual que acabe esquecendo o conceito ideológico de seus projetos. Mas o cara é profissional e não acredito realmente que isso será um problema!

Curtindo a Vida Adoidado é, definitivamente, a representação máxima dos clássicos da Sessão da Tarde. Destacando-se na era moderna de Esqueceram de Mim e Os Goonies, o filme de John Hughes traz uma exploração superficial da adolescência dos anos 80. Mas fique tranquilo, não há nada daquela história de drogas, álcool e festas no Ensino Médio. Ainda que até certo ponto seja politicamente incorreto, na verdade ele encara a adolescência do ponto de vista que a maior parte dos jovens a faz, e exponho isso com uma fala do próprio filme: “A vida passa rápido demais, se você não parar e olhar para ela de vez em quando, pode acabar perdendo”.
O longa acompanha um dia de Ferris Bueller (Matthew Broderick), que tem um grande carinho pela vida e quer aproveitá-la ao máximo. Entretanto, sua noção de aproveitar a vida é: nada de escola (“O dia está lindo demais para passá-lo na escola”). Por isso, ele engana seus pais fazendo toda a cidade acreditar que ele estava gravemente doente, e durante o dia, sai para se divertir pela cidade com sua namorada Sloane (Mia Sara) e seu melhor amigo – com tendências depressivas – Cameron (Alan Ruck). Enquanto isso, o diretor de sua escola (Jeffrey Jones) tenta mostrar para o mundo a deficiência moral do protagonista.
Hughes retrata essa história com um roteiro extremamente simples, sem muitas reviravoltas e complicações reais, fazendo com que a história do dia de (e aqui me sinto livre para acreditar que tenho intimidade com o personagem) Ferris pareça desinteressante pela falta de ambição e honestidade com a sociedade; entretanto, ele funciona satisfatoriamente bem dentro de seus 100 minutos. Apesar de Ferris ser o “popular” da escola, o filme abandona estereótipos (apesar de citá-los como se estivessem presentes, o que é mais interessante ainda), e cria um universo colegial um tanto caricato para o “vilão” (que não pode, e não deve, em momento algum, ser levado a sério, como Hughes faz questão de deixar claro), favorecendo momentos divertidos pela abordagem, mesmo que ela nem sempre funcione.
Curtindo a Vida Adoidado ainda adota um recurso interessante (como o criado por Woody Allen em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa): permitir que Ferris converse com o público, o que, além de divertido, amplia o relacionamento que temos com um dos personagens mais icônicos do cinema família (ops, Sessão da Tarde). Através desses diálogos e de suas encaradas para a câmera em diversas situações, conhecemos sua natureza, que nem sempre é lógica, racional e moralista, mas extremamente carismática, ainda que o filme não o explore muito profundamente (como eu disse lá no inicio, o roteiro é um tanto superficial). Sabemos então que para ele, “curtir a vida” é aproveitar coisas pequenas: correr de carro pela rodovia, enganar professores, cantar “Twist and Shout” no meio de uma multidão, visitar museus, observar a cidade do alto, nadar na piscina, e, basicamente, celebrar a vida com os amigos. Realmente parece chato e entediante, mas ver a satisfação dos personagens ao encarar essas pequenas coisas, e se divertindo até nas piores situações, é gratificante. Ainda é curioso que o filme passe voando (100 minutos só passaram tão rápido assim quando cheguei em casa tarde e fui direto para a cama), graças a edição, fazendo jus à ideia que o filme afirma: que a vida passa rápido demais.
Talvez o filme de Hughes não seja grande coisa no conceito cinematográfico. Além das questões citadas, o diretor e roteirista ainda permite que as ações do diretor Ed nunca interfiram de verdade nos planos de Ferris, o que é um problema, e a história ainda tem algumas resoluções mal estabelecidas (e algumas outras reclamações e elogios). Mas obviamente não é pelas falhas que o filme se tornou um clássico, mas por sua ingenuidade e pelo sentimento de renovação diária que a história tende a fornecer ao público, independente da idade.
O filme é de 1986 e seu título original é Ferris Bueller’s Day Off. Vocês podem encontrá-lo no Netflix.

Sabe aquela vontade que todo jovem tem de juntar suas poucas coisas na mochila e cair na estrada para seguir seu próprio caminho? Bem, isso não provém da juventude atual; na verdade, começou nos tempos dos seus avós. Estranho? Nem tanto.
A geração beat, ou os beatniks, vieram dos distantes anos 50, misturando o jazz (que era a febre nos Estados Unidos) com a imensa vontade de tirar de moda a sociedade careta do momento. Rapidamente foram intitulados como a “geração perdida”. Sem esse movimento, possivelmente não haveria rock, hippies, e nem mesmo o Greenpeace! Eles foram os primeiros a parar e conseguir pensar diferente das pessoas da época, dando importância a liberdade e não ao consumismo. Um dos maiores expoentes dessa geração foram os escritores americanos Jack Keroac, Allen Ginsberg, Willian Burroughs e o famoso músico Bob Dylan. Além deles, muitos outros foram influenciados pelo estilo de vida anti-materialista dos beats, como os grupos Pink Floyd, Beatles, Stones e muitos outros.
Bem, de lá pra cá muita coisa mudou, mas o sonho de cair na estrada ainda permanece. E um dos primeiros homens a relatar essa experiência foi o célebre autor Jack Kerouac, que escreveu um livro inteiro em três semanas sem parar, movido a muito café. O livro, intitulado On the Road (Pé na Estrada no Brasil), foi recusado várias vezes antes de se tornar um clássico mundial e considerado “a bíblia hippie”.
Abarrotadas de longas orações super adjetivas, a publicação conta as experiências do autor e suas viagens pelas rodovias, pedindo carona e dormindo em albergues mal iluminados. Aqui vai um trecho do livro:
[...] A mais incrível carona de minha vida estava prestes a surgir; um caminhão que tinha uma plataforma de madeira atrás e cinco ou seis caras esparramados por cima; os motoristas, dois jovens agricultores loiros do Minnesota, estavam recolhendo toda e qualquer alma solitária que encontrassem por aquela estrada — formavam a mais simpática, sorridente e jovial dupla caipira que se pode imaginar, os dois de macacão, camiseta e nada mais, ambos ágeis e com pulsos grossos, e um amplo sorriso de “cuméquitá?” resplandecendo para todos os que cruzassem pelo caminho deles. Eu corri, perguntei: — Tem lugar pra mais um? — Eles disseram: — Claro, suba, tem lugar pra todo mundo. [...]
A adaptação para filme teve seu lançamento em maio no Festival de Cannes e em julho aqui no Brasil. No elenco: Kirsten Dunst, Kristen Stewart, Sam Riley (como Sal Paradise) e Garrett Hedlund (como o amigo de sal, Dean Moriarty). Olha só o trailer:
Bom, se vocês acham que se deram bem com o tema, corram para as livrarias ou bibliotecas para ler o livro. E se aguentar ver o filme só depois, é sempre melhor. Só não posso garantir que depois aquela vontade de cair na estrada vá embora. Talvez ela até aumente. :)

Oi! Eu sou novo por aqui, então antes de tudo vou me apresentar. Me chamo Uriel Laurentiz de Araujo, tenho 18 anos, e fui selecionado pelo Zé para falar um pouco sobre essas folhas de papel envoltas em capas, vulgarmente falando, os livros. Acho que comecei a me interessar por eles desde muito pequeno, e agora, depois de alguns anos, decidi levar mais a sério, não somente como leitor, mas como escritor também! Recentemente terminei meu segundo livro, e estou a procura de editoras que possam tornar meu sonho da publicação em uma realidade.
Hoje eu resolvi trazer para vocês uma dica de leitura que chega a ser um presente para todos aqueles que gostam de uma boa leitura. Tudo começou quando o colégio onde meu irmão estuda recebeu novos livros para a biblioteca. Toda a semana ele trazia um livro diferente, sempre no mesmo estilo: sagas medievais do tamanho de enciclopédias! Pra falar a verdade, depois de O Senhor dos Anéis, ainda não me aventurei muito nesse estilo.
Bom, só que uma tarde, ao invés de trazer outra saga medieval, ele me veio com um livro de umas 200 páginas, com uma capa bem infantil, que não me chamou muita atenção de início. Mas quando meu pai viu o livro parado em algum lugar, a primeira coisa que ele fez foi gritar o quão bom era! Resultado: na mesma manhã de sábado comecei a ler o livro, e ao entardecer já tinha terminado, bati meu record pessoal, foi a primeira vez que li um romance em um dia.
O Aprendizado de Pequena Árvore (do original The Education of Little Tree) é um romance auto-biográfico do escritor americano Forrest Carter. Após perder seus pais, o garotinho vai morar com os avós que são índios cherokkes em um pequeno sítio perdido no meio das montanhas (Smoky Mountains, no estado Tennessee, para ser mais preciso). Lá ele começa seu aprendizado de vida, seguindo as filosofias de seus avós e seu povo.
Cheio de humor, boas aventuras e ação, esse livro conseguiu me prender o dia inteiro. E vou confessar uma coisa para vocês, esse foi um dos únicos livros que conseguiram arrancar lágrimas dos meus olhos. Depois de ler, me senti até iniciado no estilo de vida dos cherokkes. Todo o amor, a filosofia que envolve a trama ajuda a mostrar o verdadeiro sentido da vida.
Como todo bom livro hoje acaba virando adaptação para o cinema, com O Aprendizado de Pequena Árvore não foi diferente, tem algumas fotos aí embaixo no fim do post. Enfim, fica a dica de leitura para o fim de semana, um livro para todas as idades, todos os gostos e todos os torcedores de times diferentes! ;)





Oi, eu sou o Zé! Tenho 20 anos, sou de Cataguases (Minas) e trabalho como web designer, sempre mantendo e praticando minha paixão pela fotografia nas horas vagas. O Melhor Ângulo é meu cantinho na internet, e por aqui eu compartilho fotografia, decoração, design, cultura, tudo o que me inspira! :) 
















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