26 • julho • 2013
Amy Simons

Amy Simons

Esse post foi originalmente publicado no final de 2011, e algumas coisas mudaram bastante de lá pra cá, então resolvi atualizar pra vocês. :)

Se você aí querendo ingressar na blogosfera acha que criar novos posts é fácil e rápido, está muito enganado, meu caro amigo. Na maioria das vezes, escrever o texto é a parte mais tranquila, mas encontrar as imagens certas, fazer montagens e dar créditos aos donos das fotos não é pra qualquer um. Resolvi compartilhar todo o meu conhecimento sobre esse último item, é post pra salvar nos favoritos, viu?

TinEye

O TinEye é uma ferramenta online que promete encontrar uma imagem por onde ela tenha passado na internet: contas do Flickr, WeHeartIt, blogs e portais. O arquivo do site tem milhões de imagens registradas para uma busca eficiente e é muito simples de usar: na página inicial do gadget, basta fazer upload ou usar uma URL da imagem e ver o que ele encontra!

Você tem três opções de prioridades nos resultados: Best Match (as imagens mais parecidas com a sua), Most Changed (as mais alteradas) e Biggest Image (as com grandes dimensões). Quando quero encontrar o dono de uma foto, escolho geralmente a última opção porque o site da fonte é sempre o que tem a fotografia no tamanho original. Ao se espalhar é que cada site vai diminuindo a imagem pra se adequar aos seus layouts apertados. Depois é só procurar nos resultados o link do Flickr do fotógrafo, do portfólio, ou seja lá de onde você acha que a imagem veio.

Lembrando que a ferramenta está disponível como app pra FirefoxChrome e outros navegadores, que oferece a opção do TinEye quando você clica em qualquer imagem da internet com o botão direito.

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Google Imagens

O TinEye me ajudou por muito tempo, mas muitas vezes o “Nenhuma imagem encontrada” me frustrava, princialmente em alguns casos que era impossível não ter a foto em outro lugar. Foi aí que o Google implementou no serviço de pesquisa de imagens um novo botãozinho no formato de câmera que permite fazer a mesma coisa do TinEye, porém ao meu ver, bem mais eficiente, afinal estamos falando de Google minha gente, está em todo lugar, tem acesso a todas as imagens possíveis em seu banco de dados.

Ao pesquisar por uma foto, você tem duas opções: ver todos os tamanhos encontrados (elas são sempre mostradas da maior para a menor nesse caso, o que facilita muito) ou ver imagens visualmente semelhantes (quando não encontrar nada na primeira opção, parta para essa). A partir daí é só procurar nos resultados até finalmente descobrir (ou não) a fonte que precisava.

Mas o melhor é que recentemente liberaram um app para Google Chrome igual o do TinEye, pra usar clicando com o botão direito em qualquer imagem na internet e indo em “Search Google with this image”. Apenas o melhor aplicativo inventado, haha.

2

Flickr

Para terminar, uma dica importante: ao encontrar links de imagens com terminação parecida com isso “6375961291_5a387e920c.jpg” ou isso “6375970973_81c2c75ca5_z.jpg” (com esse _letra depois dos números), a foto veio do Flickr.

Pra descobrir o link original é muito fácil: coloque depois desse endereço “http://www.flickr.com/photo.gne?id=” a primeira série de números do link, como esse em verde: “6375961291_5a387e920c.jpg”. Vai ficar assim: “http://www.flickr.com/photo.gne?id=6375961291“. Agora é só dar enter e o navegador vai te redirecionar para a página da foto no Flickr. Muito mágico, fala a verdade!

Com a ajuda das 3 dicas desse post já consegui creditar muita gente aqui no blog que tem suas fotos rondando pelo Tumblr ou WeHeartIt sem crédito algum e acho nada mais que minha obrigação, já até falei disso por aqui. Olha só alguns exemplos delas:

Katharina Poblotzki

Katharina Poblotzki

Abby Alcala

Abby Alcala

Mallory Varnum

Mallory Varnum

Bunny Jennyy

Bunny Jennyy

Catherine Parkinson

Catherine Parkinson

Dream Beam

Dream Beam

O que acharam? Ajudou? Deixe um comentário aqui embaixo! :)

Tenho 21 anos, sou de Cataguases (Minas) e trabalho como web designer, sempre mantendo e praticando minha paixão pela fotografia nas horas vagas.
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03 • outubro • 2012

Então pessoal, esse é o último post da nossa mini série! Já revisamos muita coisa, mais ainda faltam dois itens super importantes pra você parar e analisar, vamos lá:

Tipografia

A fonte utilizada no site diz muito sobre ele, então errar nessa escolha depois de todo um processo está fora de cogitação, né? Bom, vamos primeiro ver algumas fontes que você deve evitar (e quando eu digo evitar, é para sempre!): Comic Sans, Jokerman, Monotype Corsiva, enfim, todas essas fontes comuns e que já estão saturadas de tanto uso, ou melhor, mau uso.

Eu sei que associar a fonte a um conteúdo nem sempre é fácil, mas nada que possa ser superado. Primeiro: não se limite as fontes padrões do computador, navegue em sites com arquivos gratuitos como o Dafont e pesquise na internet! Só tenha cuidado na escolha, nem tudo que a gente vê por aí é boa coisa. Segundo: se decidir usar fontes personalizadas, é importante que ela abra nos principais navegadores como o Chrome, Mozilla e o – bullynado – Internet Explorer. Se não é você quem faz a programação do site, procure a pessoa responsável e coloque isso como prioridade. Terceiro: Legibilidade é essencial: o tamanho da fonte e o próprio desenho dela tem que ser legível; a cor também influencia, escolha uma que faça contraste com o plano de fundo. E muito cuidado: negrito e itálico não devem beirar o exagero.

Como falar de publicidade sem lembrar dos grandes centros cheios de outdoors? Essa aí é a Times Square, em Nova York.

Publicidade

Bem, pra falar a verdade, eu não gosto muito de anúncios, principalmente os indiscretos. É horrível acessar um site que mais parece um flyer de promoções. Quando você ver que chegou a hora de colocar anúncios  no site, seja sutil. O foco deve ser o conteúdo do site, as informações importantes sempre vêm primeiro. Depois, em lugares estratégicos (como nas  bordas da página) dê lugar a publicidade, mas sempre bom botões de fechar visíveis para dar a opção para o leitor.

O Zé já mencionou que mais pra frente fará um post dando conselhos sobre publicidade nos blogs, questões de ética e compromisso com os leitores, ansiosos? Qualquer dúvidas sobre os posts da série é só comentar, viu? :)

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27 • setembro • 2012

No primeiro post dessa mini série eu falei um pouquinho sobre os planos de fundo (backgrounds) e cores de um site ou blog, lembra? Pois é, hoje o assunto é o header, o topo, uma das partes mais importantes a serem avaliadas. Parece difícil identificar os problemas e as soluções para eles, mas parar um pouco e observar é realmente necessário, é olhando o topo de um site que na maioria das vezes o internauta decide se deve ou não continuar lendo o conteúdo do site! Ok, vamos de critério em critério:

Usabilidade: Antes de tudo, todo o conteúdo de um topo (do site inteiro, na verdade) precisa vir de forma funcional, ou seja, direcionar o leitor da forma mais simples e intuitiva possível, por isso é importante que você invista na estrutura e evite poluição e amontoado de informações. Se houver, mais trabalho será preciso para manter tudo harmonioso, não quer dizer que seja impossível ter usabilidade e muitas informações, apenas exige mais esforço e entendimento do assunto.

Criatividade: O quão diferente é o seu topo? Colocar elementos que lembrem o conteúdo (por exemplo, um livro aberto num blog sobre leitura) é sempre uma carta na manga, mas tente evitar o óbvio, procure ideias que conversem com a proposta, mas que não foram usadas em toda esquina.

Estética: Observe com cuidado: imagens que sobressaem outras (veja se figuras com fundo transparente foram bem recortdas e não estão com aquelas bordinhas brancas inaceitáveis), a visibilidade e legibilidade do nome do site, a harmonia das imagens com a paleta de cores escolhidas, e as fontes usadas (essas serão tratadas com mais detalhes no próximo post). Não se esqueça da resolução das imagens usadas: no topo, utilize de preferência a melhor qualidade de compressão (o Photoshop oferece qualidade de 1 a 12 por exemplo), a não ser que a imagem seja muito grande. Para os posts, qualidade 9 ou 10 é o suficiente para não pesar.

Interação com o usuário: Tente “conversar” com seus leitores através do layout! Invista em elementos que estimulem as pessoas a interagir, comentar, curtir, compartilhar, gerar a ideia de mostrar aquilo para os amigos.

Prometi que falaria dos slideshows, certo? Então vamos a eles. Os slideshows são feitos usando principalmente a linguagem JQuery e realmente mudam a cara do site, deixam com um “quê” de profissional, sabe? Alguns geram automaticamente as imagens e usam os inícios dos textos dos artigos para ficarem passando, mas dependendo do slide utilizado, uma pessoa precisa ficar responsável por atualizá-lo. Nesse caso, pense no slide como uma vitrine; nelas os vendedores mostram o que existe de melhor nas lojas, certo? Faça o mesmo, procure colocar os posts especiais, que te deram mais trabalho e que os leitores mais gostaram. Quando o slide não dispuser da parte do texto, coloque na imagem mesmo, sempre com bom senso e usando a paleta de cores e as fontes do layout para não destoar de tudo.

Pra fechar o post de hoje, mais quatro dicas rápidas:

1) Evite músicas que tocam quando o seu site abre, repense isso mesmo se música for o assunto principal ali. É impressionante o número de internautas que odeiam aqueles players, você não quer participar desse ódio todo, né?
2) Deixe a vista os links para as redes sociais do site se não se esqueça do botão para o feed!
3) Não obrigue o internauta a nada, como por exemplo: se cadastrar para ver o conteúdo e curtir a página no Facebook. Ganhe o leitor por mérito.
4) Projete seu site para ficar bem em todas as resoluções de monitores: 800 x 600, 1024 x 768, 1280 x 1024, 1366 x 768, etc.

No próximo post vou falar das fontes e de espaços para publicidade. Gostaram do assunto de hoje? Sugestões e criticas são bem vindas, viu?

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22 • julho • 2012

Você já parou pra pensar no que o usuário passa ao acessar seu site ou blog? Pois é, para a surpresa de muitos, o sentimento pode ser de raiva, mesmo que o conteúdo valha a pena. O post de hoje é o primeiro de alguns que vão tratar justamente disso, como identificar problemas na usabilidade do seu site e assim melhorá-lo, tornando-o mais prático, rápido e eficiente na hora de navegar.

Nem todo mundo tem uma super conexão de 2, 8, 10 megabytes; na maioria das vezes, principalmente no interior, a velocidade que reina nas casas é a de apenas 300kb. Mas em que isso reflete? Bom, um site cheio de arquivos pesados como imagens, músicas e vídeos demora muito mais para carregar em computadores com conexão baixa, faz parte do papel do web designer ou mesmo do dono do blog/site providenciar soluções mais leves, minimizar o problema.

Uma das primeiras coisas que eu observo (e acho que todos deveriam observar) em um site é o plano de fundo. Muitos endereços usam imagens gigantes, dessas que ocupam a página inteira, e isso não é legal, demora a carregar e já tira alguns pontos de cara na experiência do usuário. Temos que ter prioridades na hora de escolher o que vai aparecer primeiro, pense comigo: O que geralmente passa mais informações, e, logo, é mais importante? O topo ou plano de fundo? Sem sombras de dúvidas, o topo. O uso imagens bem pequenas (100×100 pixels é um exemplo), daquelas que se repetem, carregam num piscar de olhos, por isso repense se aquela imagem gigantesca é realmente necessária para a composição do seu espaço na internet. Se for e não existir alternativa, estude o caso de redimensioná-la, cortá-la ou diminuir a qualidade de compressão, de modo que dê o mesmo efeito. Só nesse primeiro ponto as coisas já melhorarão muito.

Outro item que eu realmente acho importante em sitesno geral, é a paleta de cores escolhida. As cores devem ser harmoniosas, comunicarem entre si, isso dará uma sensação gostosa ao navegar, uma sensação de coisa bem feita, de que elas foram realmente escolhidas a dedo. Chega a dar inspiração!

Cores falam muito sobre um site, então pense bem na paleta que você usa, uma má escolha pode detonar a aparência toda e até espantar internautas. Aqui no blog mesmo o site ColourLovers foi citado, ele é uma boa opção para ajudar a escolher paleta de cores. Na hora de salvar imagens do layout ou mesmo dos posts, utilize a extensão .jpeg, mas escolha uma boa qualidade de compressão (o Photoshop oferece qualidade de 1 a 12 por exemplo). Ao usar imagens com fundo transparente, escolha a extensão .png, ela suporta esse tipo de arquivo. A qualidade máxima de imagem preserva as cores quando o site vai para a web, vale dar uma atenção a isso.

Já são dois itens a serem revisados no site, que tal dar aquela melhorada? No próximo post irei falar dos famosos slideshows, menu principal e algumas outras dicas. Esse foi o meu primeiro post aqui no blog, espero que gostem do modo como escrevo! Vou fazer o possível para que fique tudo claro e de fácil entendimento. Sugestões e criticas são bem vindas, ok?

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