Os musicais icônicos que você precisa assistir: Parte 2

Depois de termos conhecido alguns musicais icônicos na primeira parte de nosso especial, o post hoje trará mais cinco longas que os admiradores deste gênero não podem deixar de assistir. Vale ressaltar que a ordem não interfere, ela foi escolhida aleatoriamente.

John Travolta é o rei dos musicais. Se na primeira parte de nosso especial ele marcou presença com “Grease – Nos Tempos da Brilhantina”, agora ele representa o incrível “Saturday Night Fever” (Nos embalos de Sábado à Noite), lançado em 1977. A história segue Tony Manero (Travolta), um incrível jovem dançarino de disco music, que só sente prazer pela vida nos fins de semana, quando está nas pistas de dança. Influenciado por seu irmão, um padre, e de sua parceria de dança, Tony começa a se questionar da maneira como encara a vida e suas perspectivas.

Com apenas dois milhões e quinhentos mil dólares, a produtora conseguiu reproduzir um longa que rompeu barreiras e transpassou gerações. Foram dezenas de indicações aos prêmios mais importantes do cinema, incluindo a de Melhor Ator para John Travolta no Oscar, uma trilha sonora incrível que rendeu seis Grammy Awards e vinte e quatro semanas no topo da Billboard. Em abril, a série “Glee” prestou uma homenagem em um dos episódios da terceira temporada apresentando apenas covers do famoso musical.

Doze anos antes de John Travolta, outra artista brilhava na indústria cinematográfica. A atriz Julie Andrews, muito conhecida pelos adolescentes pelo filme “Diário de Uma Princesa”, estrelava “The Sound Of Music” (A Noviça Rebelde) – depois de seu estrondoso sucesso a frente do também musical “Mary Poppins”, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Oscar e entrou na lista dos melhores musicais de todos os tempos.

“A Noviça Rebelde” conta a história de Maria, uma noviça que não consegue seguir as regras de condutas religiosas no convento em que vive. A moça consegue um emprego como governanta da casa do capitão Von Trapp, brilhantemente interpretado por Christopher Plummer, um pai de sete filhos e viúvo e que os educa como se eles fizessem parte de um regimento militar. A chegada de Maria muda drasticamente a vida da família, trazendo alegria e conquistando o carinho e respeito das crianças. Ela acaba se apaixonando pelo capitão que, no entanto, está comprometido com uma rica baronesa. A história do filme foi trazida de uma peça da Broadway e é inspirada na família de cantores Von Trapp da Áustria.

O longa arrecadou quase trezentos milhões de dólares mundialmente, rendeu os Oscar de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Montagem, Melhor Som e Melhor Trilha Sonora e até hoje é lembrado com louvor pelos críticos de cinema.

De noviça para a difícil história de Mimi Marquez, uma dançarina de boate viciada em heroína e vítima da AIDS. Esta é a história da protagonista de “Rent”, vivida nos cinemas por Rosario Dawson, que ao lado de um grupo de boêmios que vivem a sombra da sexualidade, drogas e claro, o HIV. A história de Jonathan Larson foi originalmente interpretada em musical da Broadway em 1993 e levada para as telonas apenas doze anos depois. A estreia do longa foi a terceira maior de um musical adaptado para os cinemas, ficando atrás apenas de “Hairspray” (Hairspray – Em busca da Fama) e “Phantom Of Opera” (Fantasma da Ópera).

“Moulin Rouge!” (Moulin Rouge – Amor em vermelho), se passa em 1899 e começa a partir do momento em que o jovem poeta Christian (Ewan McGregor) decide desafiar a autoridade do pai e muda-se para Paris, na época um lugar amoral e boêmio. O local mais famoso na cidade é um bordel – que dá nome ao longa – repleto de glamour, drogas, sexo e muito cabaret. Nicole Kidman interpreta brilhantemente Satine, a maior estrela do local, objeto de amor e de obsessão de um outro homem. O longa recebeu oito indicações ao Oscar, das quais venceu duas, três Globos de Ouro, além de outras dezenas de prêmios e honrarias, como ter sido eleito um dos vinte e cinco melhores musicais de todos os tempos. Uma excelente dica para os fãs do cabaret e de uma belíssima direção de arte.

Para fechar com chave de ouro, nada melhor que a incrível Meryl Streep com “Mamma Mia!” de 2008, adaptado do musical homônimo da Broadway e baseado nas canções do incrível ABBA. A história se passa em 1999 na ilha grega de Kalokairi. Sophie (Amanda Seyfried) está prestes a se casar e, sem saber quem é seu pai, envia convites para três homens de diferentes partes do mundo – interpretados por Pierce Brosnan, Colin Firth e Stellan Skarsgard – que estão dispostos a reencontrar a mulher de suas vidas, a bela Donna (Meryl Streep). Quando os avistam, ela se surpreende e tenta inventar inúmeras desculpas para não revelar quem é o pai da moça.

O longa-metragem é detém o recorde de maior bilheteria de um filme musical com incríveis seiscentos e nove milhões de dólares. “Mamma Mia!” foi indicado a duas categorias no Globo de Ouro, incluindo a de Melhor Atriz de Comédia/Musical para Meryl Streep, mas não venceu nenhuma.

Uma dica de vídeo para os admiradores de musicais é a apresentação “The Musical Is Back” de Hugh Jackman no Oscar de 2009. O ator contou com o auxílio da cantora Beyoncé e dos atores Vanessa Hudgens e Zac Efron, representando “High School Musical”, e Amanda Seyfried e Dominic Cooper de “Mamma Mia!”. Juntos nesta performance memorável, eles reviveram clássicas canções de diversos musicais, alguns deles citados em nosso especial. Assista aqui!

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  1. Paloma Martins
    19 de junho de 2012 às 00:20

    COMOASSIM não tem The Rochy Horror Show? Musical mais louco e divertido que já vi :D

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  2. Roberta Ruchiga
    19 de junho de 2012 às 00:43

    Mamma Mia! é absurdamente muito amor <3

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  3. Frann
    20 de junho de 2012 às 12:15

    Nossa só musical top mas tem o Chicago que também é muito bom, ou pra quem curte algo mais recente tem até o Burlesque ou Cabaret, indicações é o que não falta! Mas otimas escolhas, Mamma Mia é simplesmente sensacional!!

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  4. Pedro
    22 de junho de 2012 às 11:35

    Tem também o “Priscila, rainha do deserto” aquele sobre Drag Queens, que é ótimo

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  5. Karina Idalgo
    03 de julho de 2012 às 20:52

    amo amo amo e amo Mamma Mia sz

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