Melhor Ângulo - Fotografia, decoração, design e tudo o que me inspira!

Urban Outfitters é uma das lojas mais legais da internet e nos últimos anos ela se popularizou bastante, se alguém aí não conhece não sabe o que anda perdendo. Eu particularmente descobri a Urban em 2009 e juro que ainda tenho algumas imagens do site dessa época salvas no computador, já que o Pinterest ainda nem sonhava em nascer (ou pelo menos estourar), haha.

Recentemente aconteceu um boom da temática minimalista na internet, que anda percorrendo todo o estilo de vida das várias pessoas adeptas, tanto na decoração, fotografia, roupas, acessórios e objetos pessoais. Daí que a Urban atualizou seu catálogo de cases para iPhone há algumas semanas e muitas delas se encaixam nessa estética que envolve muitas texturas delicadas como o couro e o mármore. Fiz uma seleção com as minhas preferidas entre as minimalistas e as normais (muito tropicalismo, por favor) pra vocês verem:

iphone-cases

Para ver a categoria de cases no site, vem cá.

A loja entrega no Brasil desde 2012 e dependendo do preço original, até vale a conversão e torcer pra não ser taxado, porque é bem difícil encontrar algo parecido por aqui.

Já o iPhone infelizmente não rola de importar com essa facilidade, então a gente acaba precisando comprar aqui mesmo, né? O pessoal do Cupons Mágicos liberou pra mim e pra vocês um cupom de desconto de 10% no Walmart para o iPhone 6, valendo até o final de abril. Descontão!

Cupom

Clique na imagem ou aqui para ver o cupom.

O site Cupons Mágicos é parceiro do blog de longa data e de vez em quando tem post com a participação deles por aqui, com descontos super legais, então é só ficar de olho aqui no blog pra não perder um legal como esse. 10% no iPhone não é pouca coisa não, viu? :)

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16 de
fevereiro

Zé Zorzan 2016

Oi! É muito tarde pra falar sobre o fim de 2015 e o início de 2016? Não sei, mas sabe o que todo mundo fala sobre o ano só começar mesmo depois do carnaval? Sempre achei uma bobagem, mas sinto que está acontecendo mais ou menos assim dessa vez.

O mês de janeiro passou rápido, veio cheio de aborrecimentos e mau humor, refletiu muito dos problemas de 2015, por isso não tive aquela sensação de fresh start que vem com o ano novo, sabe? 2016 começou hoje pra mim, dia 15 de fevereiro, e pra deixar pra valer as coisas ruins lá trás, resolvi escrever um pouco sobre como tem sido esses últimos meses.

A verdade é: venho me sentindo um grande acumulador. Percebi que desde que me mudei pra Juiz de Fora em 2013 vim acumulando objetos de decoração que não gostava tanto, livros não lidos, roupas que não me representam mais… Disso eu já estou cuidando, mas o acúmulo mais difícil de lidar é o de projetos inacabados. E são muitos deles.

Sabe a desculpa da correria que a gente se dá sempre que nota a rotina tomando conta da nossa vida? Pois é, eu uso bastante essa desculpa, inclusive quando os outros me questionam sobre os tais projetos legais e por que eu não me dedico mais a eles. A verdade é que eu acabo fazendo só o básico pra sobreviver: vou para o trabalho, pra faculdade, faço algo pra comer em casa, limpo o apartamento nos fins de semana e assisto séries, o que não me ajuda a me manter produtivo, confesso.

O pior de se acomodar na rotina é isso: além de inibir o ânimo pra colocar novas ideias em prática, ela também não nos deixa tomar uma atitude pra isso mudar: o ato de empurrar tudo com a barriga acaba valendo pra tudo, só o básico sobrevive. E de vez em quando a bad crise bate quando cai a ficha viu, ô se bate, mas o jeito é continuar tentando, certo?

A conclusão no meu caso é de que eu não preciso de uma lista de metas pra 2016, só me basta uma: melhorar minha organização. Partindo disso, tudo vai se encaixando no lugar. Otimizar a rotina mesmo, mudar pequenas coisas. Dormir mais cedo, acordar mais cedo, tirar um tempinho pra ler, outro pra tomar café com calma, definir tarefas mais alcançáveis no dia-a-dia… Em resumo, prestar mais atenção nesses detalhes que a gente pula e fazê-los melhor, pra gerar uma força de vontade e uma disposição necessária pra realizar todo o resto.

Os tais projetos “de verdade” já estão na minha cabeça e não vão sair daqui tão cedo, deixa eles irem se encaixando daqui pra frente, não preciso listar tudo de novo pra validar como metas, porque no fim elas acabam quase sempre se voltando contra mim. Será que agora vai?


Observação: Em novembro e dezembro eu testei uma frequência de posts que foi muito bem sucedida aqui no blog, manteve sempre atualizado e não me deixou maluco. Ainda não devo voltar com esse planejamento, por motivos que vocês vão saber um pouco mais adiante, mas prometo passar aqui de vez em quando. Vejo vocês por aí, feliz 2016!

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Álbuns mais ouvidos em 2015

Os assuntos do blog hoje estão divididos em algumas seções, por enquanto definidas só na minha cabeça. Uma delas se chama #ParaRelaxar, e reúne livros, filmes, séries e a partir de hoje… músicas! Nunca fui de falar de música por aqui, mas acho que encaixa bem na proposta dessa nova seção, que virá cheia de indicações pessoais, coisas que vou assistindo, lendo e ouvindo com o tempo.

Talvez ironicamente vou dar a largada nessa categoria com uma retrospectiva gigante de fim de ano. Fiz uma super pesquisa para descobrir os álbuns que eu mais ouvi e curti em 2015, utilizando as estatísticas do Last.fm, Spotify e adaptando alguns desses dados com minha cartada final. Isso porque se eu seguisse os rankings dessas redes à risca, só ia dar Britney Spears nesse post! Um dia vou escrever um pouco sobre minha relação com Britney e porque estou sempre escutando suas músicas, por enquanto hoje a lista tem álbuns que tiveram significados mais específicos na minha vida esse ano. Lembrando que eles não necessariamente foram lançados em 2015, ok? Let’s see.

Marina and the Diamonds - Froot

Marina and the Diamonds – Froot

Conheci o trabalho de Marina em 2012, com o Electra Heart. Na época eu passei meses com o álbum no celular, ouvindo quase todos os dias na ida e volta do estágio que fazia na cidade vizinha. Esse ano ela lançou seu terceiro álbum, Froot, que fica em primeiro na lista por ter sido o mais ouvido e também por ter músicas que transitaram em vários momentos esse ano: alegres, de bad, de rancor… As letras abrangem várias situações assim mesmo, de composição Marina entende e muito: são simples, profundas ao mesmo tempo e cheias de significado. Menos radiofônico que o anterior, mas também muito mais interessante e fiel à personalidade da cantora, que parece ter finalmente se encontrado na indústria.

Ouvi em vibes de: bad e alegria
Músicas preferidas: I’m a Ruin, Blue, Forget

Marina and the Diamonds - The Family Jewels

Marina and the Diamonds – The Family Jewels

Marina de novo! Um dia decidi ouvir o primeiro álbum dela com mais calma, nunca tinha prestado muita atenção por achar que não seria tão bom. Queimei a língua bonito. The Family Jewels foi um debut super significativo na carreira de Marina, um álbum repleto de críticas à indústria da música, à sociedade e até a pessoas próximas que aparentemente duvidavam que ela teria um futuro fazendo o que realmente gosta, como ela conta em Are You Satisfied?Mais leve e divertido que o Froot, porém tão único quanto.

Ouvi em vibes de: autoconfiança
Músicas preferidas: Oh No!, Hollywood, Are You Satisfied?

Foster the People - Torches

Foster the People – Torches

Embalado pela presença do Foster no Lollapalooza em março, fiquei obcecado pelo Torches depois de muito tempo sem ouvir. Tal obsessão perdurou durante o ano todo, o que me levou a conhecer ainda mais sobre a banda que já estava guardadinha no meu coração desde 2011. Inclusive, fiquei chateadíssimo com a saída do Cubbie Fink em setembro, quando um integrante se desliga bate sempre aquele medo de ser o início do fim de uma banda. O Torches teve um papel importante em momentos felizes esse ano, mas Foster the People tem um poder parecido com Marina na minha vida, de transitar em várias situações. O Supermodel por exemplo já é perfeito para momentos de bad e rebeldia, mas enfim, isso não vem ao caso.

Ouvi em vibes de: alegria
Músicas preferidas: Miss You, Houdini, Helena Beat

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De uns dois anos pra cá fiquei obcecado por mood boards, salvando 1000 imagens e montando boards no Pinterest com determinados temas pra me inspirar. Hoje eu resolvi compartilhar ideias – que eu venho guardando desde antes do Natal – de como decorar com luzes tipo pisca-pisca sem passar a impressão imediata de festas de fim de ano, ou seja, tentar incorporá-las o ano inteiro nos cantinhos da casa. Quer ver?

Luzes de Natal o ano inteiro

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1. Home office e luzes de Natal criam uma combinação infalível. Quando a parede é cheia de quadros ou pôsteres como nesse exemplo, fica legal “emoldurar” tudo isso, com o fio bem retinho. Se você gosta de um ar mais bagunçado, também pode apoiar as luzes em pregos dispostos aleatoriamente na parede.

2. Uma das ideias que eu mais gosto: encher vidros, potes, garrafas e derivados com as luzes. Usando aquelas que não piscam, o efeito é de uma luminária fraquinha, que deixa o ambiente leve e relaxante.

3. Muito rico esse espelho gigante apoiado no chão com luzinhas menores que as normais. Com a moldura adequada a ideia serve tanto para quarto de adolescentes quanto adultos.

4. Clássica. Quem tem uma cama com cabeceira como essa, de ferro ou qualquer outro material, basta colocar as luzinhas por toda a borda e o resultado é essa coisa linda.

5. Com pregos ou fita adesiva, você consegue criar a forma de uma palavra pequena (ou não) na parede, com letra cursiva fica muito bonito! Não se esqueça de usar a tomada como parâmetro para não ter trabalho à toa e depois não conseguir ligar. Já aconteceu comigo, hehe.

6. A ideia lembra a da palavra aqui em cima, mas nesse caso, apenas uma letra foi envolvida pelas luzinhas. Você pode comprá-la pronta ou tentar criar uma com arame mais grosso e a ajuda de um alicate.

Luzes de Natal o ano inteiro

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8. Na imagem, as luzes formam um varal de fotos, sempre muito amor. Se você já tiver um com o fio normal, ainda dá pra enrolar as luzes em volta, o efeito é o mesmo.

10 e 11. A escada e a corda seguem a mesma ideia do espelho, as luzes deixam qualquer coisa mais interessante!

12. Camas tipo box sem cabeceira têm sido mais vendidas do que nunca, e a criatividade para criar a sensação de que ela está ali só depende de você. Nessa foto, as luzes foram estrategicamente moldadas para parecer o telhado de uma casa. Me passou aconchego só de olhar!

E aí, gostaram das ideias? Tem outras para compartilhar? Comentem aqui em baixo!

Post originalmente publicado no dia 15 de janeiro de 2013 e revisado para se adequar aos novos padrões do Melhor Ângulo.
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