Melhor Ângulo - Fotografia, decoração, design e tudo o que me inspira!

Motivação é essencial em qualquer projeto na vida, certo? Dos pessoais ao emprego registrado na carteira. Particularmente, eu não acredito muito na utopia do trabalho que não parece trabalho, mas acho que qualquer atividade precisa trazer um pouco de prazer, principalmente a que resulta no dinheirinho que paga nossas contas.

Trabalhando como freelancer há mais de 6 anos, fui percebendo que conciliar a liberdade de estar em casa com a responsabilidade de entregar um projeto de design exigia um pouco mais de motivação no trabalho do que o normal, afinal as vantagens de trabalhar em casa podem se transformar em desvantagens rapidinho, rapidinho. Por isso resolvi compartilhar com vocês 6 dicas pra se manter motivado na vida de freelancer, espero que dê um help aí!

Tenha um escritório: Calma, se você não tem um cômodo que pode transformar única e exclusivamente em escritório, tudo tem solução. O importante aqui é ter um espaço, por menor que seja, para ser sua pequena bolha de trabalho: pode ser uma escrivaninha ou um cantinho, de preferência longe da sua cama, que com certeza vai ficar te chamando o dia inteiro de volta pra ela. Se mesmo assim for difícil fazer essa separação (quando a mesa só pode ficar no quarto, por exemplo), tente mudar o clima quando estiver trabalhando: organize tudo de uma forma mais séria, deixe um bloquinho de anotações ou papeis necessários por perto, e quando o “expediente” terminar, é só guardar tudo e desligar o modo hard worker!

Acorde mais cedo: Eu sei, eu sei, se você saiu de um emprego só pra trabalhar de casa a última coisa que deve querer é acordar cedo. Mas eu não digo 6h da manhã, pode ser às 9h por exemplo, só não comece seu dia às 14h, por favor! Cada um tem seu reloginho interno, é verdade, mas você concorda que quanto mais cedo começar o trabalho, mais cedo vai terminar? Foca nisso e vai, sério.

Faça look do dia: Trabalhar de pijama de vez em quando é muito bom, a sensação de liberdade é revigorante, mas já experimentou se vestir bonitinho como se tivesse hora pra chegar no escritório? A motivação e o sentimento de proatividade é imediato, porque o cérebro entende que se você teve o trabalho de se vestir, é porque tem algo a fazer, e faz todo o sentido. Além da disposição, estar pronto pra sair na rua deixa o item nº 4 mais fácil ainda, olha só:

Tire vantagem de ser freela: Como eu já disse antes, ser freela é fazer seu horário, é ter a liberdade que outros trabalhos não permitem, então tire proveito disso: saia de casa, veja pessoas, leve o computador pra um café e passe a tarde trabalhando lá, faça exercícios quando ainda é dia, vá à academia quando ela estiver mais vazia, enfim, não fique preso em casa como ficaria no escritório. Se você já estiver pronto como no item 3 então… essa logística fica mais fácil ainda.

Encare lazer como recompensa: Uma das maiores tentações sendo freelancer é parar tudo o que cê tá fazendo e abrir o Netflix. Não. Faça. Isso. Principalmente o Netflix, programado pra te fazer passar o máximo de tempo navegando nele. Você pode fazer o que quiser? Sim, o objetivo desse post é te manter motivado, mas vamos equilibrar isso aí: em vez de simplesmente sentar e assistir metade dos episódios de Stranger Things, use esse lazer como a recompensa por ter terminado as tarefas que você se propôs para o dia. A ideia é te manter no pique, então não me venha trabalhar 1 hora e querer fazer um intervalo de 4, use essa dica com moderação!

Lembre-se porque começou: Por último e não menos importante, pelo contrário, tente se lembrar de vez em quando quais foram os motivos que te levaram a ser um profissional freelancer. Se foi a insatisfação com o que tinha antes, a vontade de ser seu próprio chefe ou de fazer seus horários, pare e volte lá no início de tudo. Ah, e reveja suas conquistas também! É como escalar uma montanha: quando você olha pra baixo você vê o quanto conseguiu. E alpinistas não param na metade do caminho. Se permita sentir orgulho e continue a fazer o que está fazendo!

Eu tento pensar nessas dicas sempre que possível, pra manter tudo andando nos conformes pra mim e pros clientes. Gostou? Deixa um comentário aqui embaixo, me conta se já tinha tido algum desses insights sobre ser freela. ;)

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Achei que 2016 seria só mais um ano, com as esperanças e os planos de sempre, nada demais. Mal sabia eu que a vida prepararia grandes arapucas não só pra mim, mas pra tanta gente por aí, um aninho que passou rápido como quem parecia ser inofensivo, mas não poupou problemas. Tá, é claro que não dá pra achar que depois de meia-noite tudo se resolveu. Ainda vai ter muito problema pra gente resolver sim, mas seguimos desejando coisas boas, torcendo por um ano melhor, e o mais importante: tentando enfiar na cabeça que nada muda se a gente fica parado só observando os dias passando e não fazendo nada.

Minhas “metas” continuam praticamente as mesmas, algumas delas já avançadas e alavancadas, e aproveitando que todo mundo anda dizendo que 2017 está marcado pra ser o início de um novo ciclo cheio de mudanças, por que não aproveitar? Mais do que qualquer coisa, 2016 me ensinou, muitas coisas, em todos as áreas da vida. Um dos destaques foi que aprendi o tal do foco, coisa que não sabia o que era há muito tempo, e agora é hora de aplicar todas essas lições num ano cheio de ação e de conquistas bacanas. Vamos tentar juntos?

Pode entrar, 2017, cê não sabe o quanto a gente te esperou.

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O fotógrafo turco Can Dagarslani pergunta: por que envelhecer precisa necessariamente ser sinônimo de alcançar serenidade e calmaria? Em um mundo moderno onde serenidade é coisa rara pra qualquer um, os mais velhos não fogem à regra.

Se movimentando, interagindo entre si, usando roupas esportivas e meias listradas até em cima, os movimentos do casal de modelos nesse ensaio são simbólicos, mas cheios de significado. As fotos foram feitas ainda tendo a arquitetura minimalista da Bauhaus da cidade de Dessau na Alemanha como plano de fundo, e é claro que as cores icônicas da escola estão presentes: o vermelho vibrante, o azul e o amarelo. Visualmente lindo!

Enquanto a vida despreocupada que Can retrata pode ser mais teoria do que prática, a leveza das fotos consegue passar a mensagem. Outros trabalhos do fotógrafo também relacionam questionamentos com estética, vale a pena ver com calma:

Can Dagarslani · Site · Instagram · Behance · Flickr

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Dando continuidade à série de posts sobre cafés, dessa vez ele é fictício. É que a equipe do estúdio de design Saturday Studio criou como forma de exercício a marca Talihina, especializada em cold brew coffee, um tipo de preparação hype do momento onde o café é passado com água fria, por mais tempo, e assim adquire um sabor diferente, mais suave e adocicado até. A intenção do projeto foi praticar um pouco de naming, branding, impressão e design de embalagens, tudo isso livre do briefing limitador que muitos clientes trazem.

A identidade foi inspirada na filosofia de quem produz em baixa escala, no cuidado que os produtos não industrializados recebem em toda a simplicidade que um pequeno lote de café receberia. As impressões no vidro foram feitas uma a uma e o resultado é que nenhuma garrafa ficou exatamente igual às outras.

E assim as garrafas ganharam o logotipo da Talihina!

Tirar um tempo para trabalhar em projetos pessoais e paralelos assim é sempre uma ideia válida, afinal sair do automático e criar algo por prazer acelera o metabolismo de qualquer designer que está acostumado com a rotina de agência, certo? Desse projeto simples e lindo, essa foi a liçãozinha do dia. ;)

Saturday Studio · Site · Instagram · Pinterest · Dribbble

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