14 • agosto • 2014

Robin Williams RIP

No último domingo o mundo recebeu a triste notícia da morte de Robin Williams, um dos maiores nomes do cinema norte-americano, principalmente quando o assunto é comédia. O ator fez parte da infância da maioria das pessoas nascidas nas décadas de 80 e 90 (da minha inclusive) e seu bom humor e carisma vão fazer muita falta. Resta tentar aliviar as saudades com as relíquias que ele deixou em nossas mãos, e é de três deles que eu vou falar hoje. <3

Uma Babá Quase Perfeita

Mrs. Doubtfire gif
Esse filme é um clássico da Sessão da Tarde e sempre que passava eu corria pra assistir de novo! É um desses filmes que têm uma atmosfera de magia, que mexe com a imaginação, algo que também aparece em outros títulos dos anos 90 (como Matilda, As Namoradas do Papai e Esqueceram de Mim) e que só podem ser traduzidos em: infância. Sinto falta de quando roteiros como o de Uma Babá Quase Perfeita eram levados a sério. Acho que hoje algo assim resultaria em algo muito ridicularizado e caricato, e com certeza dariam um jeito de encaixar diálogos recheados de besteirol.

Nem preciso dizer que Robin é maravilhoso no filme e tira a Sra. Doubtfire de letra, com atuação que merece ser destacada e figurino feat. maquiagem incríveis!

Jumanji

Jumanji gif
Lembro até hoje que assisti Jumanji pela primeira vez quando minha amiga levou uma fita cassete alugada lá em casa dizendo que o filme era muito legal! Confesso que na ocasião fiquei um pouco assustado com todas aquelas situações bizarras que os personagens precisam enfrentar e cheguei até a ter pesadelos na época, mas mais crescidinho enxerguei o quanto Jumanji é demais!

Williams faz o protagonista Alan, que quando criança descobre um jogo de tabuleiro num velho baú e chama sua amiga Sarah para uma partida. A partir daí é, digamos, um pouco difícil parar de jogar. Mas ó, se alguém encontrar o Jumanji em algum rio por aí, pode me chamar pra tentar uma partida que eu topo hein!

O Homem Bicentenário

O Homem Bicentenário gif
O Homem Bicentenário tem bem a cara da virada do milênio, com toda a temática tecnológica e futurista. Mas se engana quem pensa que se trata de um filme sério e cheio de efeitos especiais. O filme é do mesmo diretor de Uma Babá Quase Perfeita, e o bom humor está novamente lá. Robin faz o robô Andrew, que em determinado momento de sua “vida”, passa a desejar ser um humano como outro qualquer, e para isso precisa passar por uma transformação para ficar pelo menos parecido com um. Minha fascinação na época foi justamente com o lado robótico da coisa, achava incrível e morria (ainda morro) de curiosidade para saber como fizeram as gravações!

É isso, esses foram os filmes de Robin Williams que mais marcaram a minha infância e que vão continuar presentes na minha vida por muito tempo, não importa a minha idade. Vale lembrar que ele também esteve nos aclamados Sociedade dos Poetas Mortos, Aladim, Gênio Indomável, Flubber, Patch Adams e Amor Além da Vida. O que acham de organizarem uma maratona com os amigos pro fim de semana? :)

Saudades desde já, Robin! <3

Robin Williams gif

Tenho 21 anos, sou de Cataguases (Minas) e trabalho como web designer, sempre mantendo e praticando minha paixão pela fotografia nas horas vagas.
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06 • agosto • 2014

Quando eu abro uma revista ou blog de decoração, eu busco principalmente por casas que se mostrem mais reais, com uma baguncinha aqui, uma cadeira desalinhada ali, o cachorro entrando na foto de penetra… Isso é o que mais me motiva e me faz pensar que é possível sim ter um cantinho lindo no dia-a-dia, sem a necessidade de uma organização constante digna só daqueles que podem pagar alguém para ajudar nisso.

Me contradizendo completamente, hoje eu trouxe uma exceção à essa minha preferência. As imagens a seguir foram feitas pelo fotógrafo Petra Bindel para a Elle Decor sueca, e mostram o apartamento da escritora freelancer e designer de interiores Emma Persson Lagerberg.

A decoração tem um quê escandinavo, com predominância branca e detalhes em cores dessaturadas, quando não cinzas ou pretos. Muitas peças parecem antiguinhas, quase todas em madeira, o que dá um contraste interessante pra base mais moderninha. Mas o que eu mais gosto de observar são os detalhes: os objetos nas prateleiras, as imagens penduradas na parede do home office, a cozinha com louças e potes expostos (<3), os brinquedos das crianças, os imãs na geladeira… Diferente das casas reais que eu citei, essas fotos me causam um efeito de inspiração mais propriamente dita, daquelas onde a gente fica sonhando que é bem sucedido e mora nos Hamptons, ali do lado de Nova York. Faz bem de vez em quando, né? ;)

Emmy Person Lagerberg (1)

Emmy Person Lagerberg (2)

Emmy Person Lagerberg (3)

EPL

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04 • agosto • 2014

Fotografia de comida já é uma área que me fascina por si só. Junte isso ao fato de eu ser uma pessoa toda metódica e cheia de maniazinhas de organização e você vai entender porque eu adorei as fotos desses dois trabalhos do fotógrafo e ilustrador Florent Tanet para a revista The New Yorker e para a La Grande Epicerie de Paris, no Le Bon Marché, respectivamente.

Em fundos de cores pastel (principalmente o rosa), Florent organizou frutas e hortaliças — cortados ou não, com casca ou não — de forma sempre alinhada, seja simetrica ou assimetricamente. É legal ficar olhando e tentando imaginar de que ângulo a foto foi tirada e como algumas perspectivas foram feitas. Ele não dá detalhes do objetivo das fotos nas duas ocasiões, então fica por nossa conta tentar entender pra qual proposta o trabalho foi feito. :)

Para ver tudo, é só vir aqui e aqui.

Florent Tanet (1)

Florent Tanet (2)

SONY DSC

Florent Tanet (4)

Florent Tanet (5)

Florent Tanet (6)

Florent Tanet (7)

Florent Tanet (8)

SONY DSC

Florent Tanet (10)

Florent Tanet (11)

Florent Tanet (12)

Florent Tanet (13)

Florent Tanet (14)

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01 • julho • 2014

Em 1975 o fotógrafo americano Nicholas Nixon fotografou a esposa Bebe com suas três irmãs. Após ver o resultado, eles tiveram a ideia de fazer daquilo uma tradição, e assim produziram uma nova foto das quatro juntas todos os anos durante 36 anos, terminando o ciclo em 2010.

A ordem das irmãs se manteve a mesma do primeiro registro, para manter a continuidade: Heather, Mimi, Bebe e Laurie. A mais nova delas era Mimi, com 15 anos; e a mais velha era Bebe, com seus 25. No fim do período ambas tinham 51 e 61 anos respectivamente, e é incrível acompanhar as mudanças fisionômicas no decorrer do tempo.

Sempre em preto e branco e aparentemente feitas analogicamente, as fotos são lindas — apesar da pouca produção — e passam uma sensação de intimidade muito grande. O que vocês acharam?

Brown Sisters 1975

1975

Brown Sisters 1976

1976

Brown Sisters 1977

1977

Brown Sisters 1978

1978

Brown Sisters 1979

1979

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